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Planificação modular · UC03659

Adaptar a atividade física a praticantes com necessidades diferenciadas

Curso: Técnico/a de Desporto Carga: 50h Créditos: 4.5 Tempos: 60 × 50 min Sessões: 16
Proposta de distribuição para tempos letivos de 50 minutos (50h ≈ 60 tempos). Ajuste a blocos de 45 ou 90 minutos e ao calendário da sua escola; os conteúdos seguem os materiais da UC e os objetivos o referencial oficial, a sequência é uma sugestão.

Planificação sessão a sessão

AulaTemposSessãoConteúdosObjetivos (referencial)Recursos AulifyAvaliação
12Apresentação da unidade e diagnóstico inicialApresentação da unidade de competência, dos blocos de conteúdo, dos critérios de avaliação e do mini-projeto. Plano da unidade (onze blocos). Diagnóstico inicial das ideias prévias sobre atividade física, deficiência e inclusão.Apresentar as cinco realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Avaliar as capacidades necessidades individuais específicas e expectativas dos participantes para a prática de atividade física. Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado.🎨 SlidesDiagnóstica.
24Exercício, atividade física e saúdeAtividade física, exercício e desporto (formal e informal). Vantagens da atividade física. Quanto movimento: recomendações gerais por grupo. Exercício como estímulo metabólico (vias energéticas e MET) e biomecânico (osso, músculo, articulação). Intervenção primária, secundária e terciária.Realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Conhecimentos do referencial: Exercício e saúde · atividade física formal e informal; Exercício físico como estímulo metabólico e biomecânico; Relação entre o exercício físico e a saúde · em fases especiais da vida e de transição e/ou em pessoas com determinado problema de saúde ou limitação funcional; Exercício como fator de intervenção primária e secundária.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
34Deficiência, incapacidade, direitos e terminologiaDo modelo médico ao modelo biopsicossocial. Conceitos da CIF (deficiência, limitação da atividade, restrição à participação, fatores ambientais). Diversidade funcional e linguagem. Direitos das pessoas com deficiência. Adaptação razoável e não discriminação. Grandes tipos de deficiência ou incapacidade.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Conhecimentos do referencial: Tipos de deficiências ou incapacidades; Direitos das pessoas com limitações, das pessoas com deficiência ou com diversidade funcional; Terminologia específica do desporto adaptado.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
44Diversidade funcional na práticaPessoas cegas ou com baixa visão (classes B1, B2 e B3, guia vidente). Pessoas surdas e Língua Gestual Portuguesa. Deficiências músculo-esqueléticas e do movimento (lesão vertebro-medular, paralisia cerebral, amputações, esclerose múltipla). Voz e fala, deficiência intelectual e do desenvolvimento, autismo.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Conhecimentos do referencial: Diversidade funcional das pessoas com deficiência ·pessoas cegas ou com baixa visão, pessoas surdas, pessoas com deficiências músculo-esqueléticas, do movimento, da voz e da fala, pessoas com deficiência intelectual e do desenvolvimento, pessoas com autismo; Tipo de limitações e preocupações específicas adequadas ao tipo de deficiência ou diversidade funcional.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
54Envelhecimento, fases da vida e condições de saúdeExercício, desenvolvimento e envelhecimento. Gravidez e características físicas excecionais. Hipertensão, diabetes, obesidade e osteoporose. Fatores de risco e benefícios do exercício.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Conhecimentos do referencial: Tipos de limitações inerentes ao envelhecimento e a outras condições físicas ou gerais de saúde - pessoas grávidas, pessoas com caraterísticas físicas excecionais, pessoas com sequelas de diversas patologias (hipertensão, diabetes, obesidade, osteoporose, entre outras, patologias musculoesqueléticas); Exercício, desenvolvimento e envelhecimento; Principais características, capacidades, necessidades e objetivos nas fases especiais da vida: crianças, jovens e idosos; Principais causas, fatores de risco e características da hipertensão, diabetes, obesidade e osteoporose; Principais características, capacidades e necessidades das pessoas com determinados problemas de saúde · hipertensão, diabetes, obesidade e osteoporose; Objetivos e benefícios do exercício para prevenção e controlo de hipertensão, diabetes, obesidade e osteoporose.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
65Avaliação do praticantePara que serve avaliar. Etapas da avaliação. Rastreio e estratificação de risco. Instrumentos de avaliação da condição física. Perceção de esforço e frequência cardíaca. Competências-base, necessidades e expectativas.Realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Avaliar as capacidades necessidades individuais específicas e expectativas dos participantes para a prática de atividade física. Conhecimentos do referencial: Conceitos, princípios e pressupostos da avaliação e prescrição do exercício adaptado; Tipo dos instrumentos e técnicas de avaliação da condição física; Estratificação de risco de doença cardiovascular ou metabólica; Adaptação das linhas orientadoras da avaliação e prescrição do exercício à população-alvo, no que se refere à aptidão física, muscular e composição corporal.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
75Prescrição do exercício adaptadoPrincípios do treino aplicados à adaptação. O modelo FITT-VP. Aeróbio, força, flexibilidade e equilíbrio. Prescrição por população.Realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Conhecimentos do referencial: Conceitos, princípios e pressupostos da avaliação e prescrição do exercício adaptado; Adaptação das linhas orientadoras da avaliação e prescrição do exercício à população-alvo, no que se refere à aptidão física, muscular e composição corporal; Exercício como fator de intervenção primária e secundária.🎨 Slides📖 Sebenta📝 Ficha 01 · Saúde, deficiência, avaliação e prescriçãoFormativa (Ficha 01).
84Programas, produtos de apoio, materiais e equipamentosTipos de programas e preocupações específicas. Meio aquático e cadeira de rodas. Produtos de apoio. Materiais e equipamentos adaptados.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Conhecimentos do referencial: Produtos, meios de apoio e ajudas técnicas; Materiais e equipamentos; Programas de exercício para pessoas portadoras de deficiência; Tipos de programas de exercício para pessoas com deficiência ou diversidade funcional; Tipo de limitações e preocupações específicas adequadas ao tipo de deficiência ou diversidade funcional.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
95Estratégias de adaptação e técnicas de inclusãoModelo STEP. Espetro de inclusão. Técnicas de inclusão. Movimentos de estabilidade, locomotores e manipulativos. Corrigir os erros mais frequentes de base.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado. Conhecimentos do referencial: Técnicas de apoio, metodologias e recursos adaptados; Estratégias de adaptação; Movimentos de estabilidade locomotores e manipulativos; Técnicas de inclusão.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
103Desporto adaptado: organização, terminologia, Goalball e voleibol sentadoDesporto adaptado: organização e classificação. Terminologia específica. Goalball. Voleibol sentado.Conhecimentos do referencial: Terminologia específica do desporto adaptado; Desporto adaptado; Principais regras do jogo Goaball e do voleibol sentado, futebol para cegos e Boccia.🎨 Slides📖 SebentaFormativa (observação e exercícios).
113Futebol para cegos e BocciaFutebol para cegos. Boccia. Comparação das quatro modalidades e das adaptações que cada uma introduz.Realizações do referencial: Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Conhecimentos do referencial: Desporto adaptado; Principais regras do jogo Goaball e do voleibol sentado, futebol para cegos e Boccia.🎨 Slides📖 Sebenta📝 Ficha 02 · Adaptação, inclusão, desporto adaptado e treinoFormativa (Ficha 02).
125Planear, executar e avaliar o treino adaptadoObjetivos gerais e preparação técnica, tática, física e psicológica. Planeamento por ciclos e estrutura da sessão. Executar e resolver situações críticas. Avaliar o treino.Realizações do referencial: Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado. Conhecimentos do referencial: Técnicas de planeamento, execução e avaliação; Normas de segurança para atividades físicas adaptadas.🎨 Slides📖 Sebenta📝 Ficha 02 · Adaptação, inclusão, desporto adaptado e treinoFormativa (Ficha 02).
134Relação, adesão, segurança e éticaRelação positiva e adesão. Feedback e comunicação adaptada. Segurança, responsabilidade e ética.Realizações do referencial: Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado. Conhecimentos do referencial: Estabelecimento de uma relação positiva com os praticantes e promoção da adesão ao exercício; Normas de segurança para atividades físicas adaptadas; Regras e normas definidas.🎨 Slides📖 Sebenta📝 Ficha 02 · Adaptação, inclusão, desporto adaptado e treinoFormativa (Ficha 02).
141Consolidação e sínteseRecapitulação dos onze blocos e preparação do mini-projeto.Realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Avaliar as capacidades necessidades individuais específicas e expectativas dos participantes para a prática de atividade física. Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado.📖 SebentaFormativa.
154Mini-projetoAplicação integrada dos conteúdos a um programa de atividade física inclusiva para um grupo com necessidades diferenciadas: avaliação, estratificação de risco, objetivos, prescrição FITT-VP, mesociclo, sessões, STEP, desporto adaptado, comunicação e plano de segurança.Realizações do referencial: Avaliar as capacidades necessidades individuais específicas e expectativas dos participantes para a prática de atividade física. Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado.🧩 Mini-projetoSumativa (mini-projeto).
163Avaliação sumativa e balançoAvaliação sumativa da unidade. Apresentação e discussão dos mini-projetos. Balanço final.Realizações do referencial: Analisar os princípios, os pressupostos e as técnicas da avaliação e prescrição do exercício adaptado de acordo com as diferentes fases do ciclo de vida. Avaliar as capacidades necessidades individuais específicas e expectativas dos participantes para a prática de atividade física. Desenhar atividades físicas adaptadas para públicos-alvo com limitações inerentes ao envelhecimento ou a outras condições físicas ou gerais de saúde. Desenhar atividades físicas adaptadas para participantes com limitações ou deficiências motoras, físicas, intelectuais ou do desenvolvimento. Planear, organizar e desenvolver o treino adaptado.📝 Ficha 01 · Saúde, deficiência, avaliação e prescrição📝 Ficha 02 · Adaptação, inclusão, desporto adaptado e treinoSumativa (teste e apresentação do mini-projeto).

Sumários prontos a copiar

Aula 1Apresentação da unidade de competência, dos onze blocos de conteúdo, dos critérios de avaliação e do mini-projeto final. Diagnóstico inicial das ideias prévias dos formandos sobre atividade física, deficiência e inclusão, para orientar a sequência da unidade.
Aula 2Distinção entre atividade física, exercício físico e desporto, e entre prática formal e informal. Vantagens da atividade física e recomendações gerais de movimento para crianças e jovens, adultos, idosos, pessoas com deficiência ou doença crónica e grávidas saudáveis. O exercício como estímulo metabólico (vias ATP-PCr, glicolítica e oxidativa, MET) e biomecânico (osso, músculo, tendões e articulações). Intervenção primária, secundária e terciária e limites de atuação do técnico de desporto.
Aula 3Evolução do modelo médico para o modelo social e o biopsicossocial. Conceitos da CIF e exemplos de aplicação ao desporto. Linguagem centrada na pessoa e regras de respeito (perguntar antes de ajudar, falar diretamente com a pessoa). Direitos das pessoas com deficiência: Constituição, Lei de Bases da Atividade Física e do Desporto, Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Adaptação razoável, não discriminação e grandes tipos de deficiência ou incapacidade.
Aula 4Para cada família de deficiência, o que muda na prática: pessoas cegas ou com baixa visão (espaço conhecido, som, tato, descrição verbal, guia vidente); pessoas surdas (comunicação visual, LGP, sinais visuais ou táteis); deficiências músculo-esqueléticas (disreflexia autonómica, fadiga, proteção dos ombros); voz e fala, deficiência intelectual e autismo (tempo, instruções curtas, previsibilidade, agenda visual, espaço calmo). Limitações e preocupações específicas de cada perfil.
Aula 5Características, capacidades e necessidades nas fases especiais da vida (crianças, jovens e idosos) e o efeito do envelhecimento. Gravidez e características físicas excecionais. Principais causas, fatores de risco e características da hipertensão, diabetes, obesidade e osteoporose, e os objetivos e benefícios do exercício na sua prevenção e controlo.
Aula 6Finalidade e etapas da avaliação do praticante. Rastreio e estratificação de risco cardiovascular ou metabólico, com decisão de iniciar, pedir autorização médica ou encaminhar. Instrumentos de avaliação da condição física e sua adaptação a cada população. Perceção de esforço e frequência cardíaca. Levantamento de competências-base, necessidades e expectativas do praticante.
Aula 7Princípios do treino aplicados à adaptação. Construção da prescrição com o modelo FITT-VP (frequência, intensidade, tempo, tipo, volume e progressão) para os componentes aeróbio, força, flexibilidade e equilíbrio. Orientações de prescrição por população: crianças, idosos, hipertensão, diabetes, obesidade, osteoporose e gravidez. Resolução da Ficha 01 sobre saúde, deficiência, avaliação e prescrição.
Aula 8Tipos de programas de exercício para pessoas com deficiência ou diversidade funcional e preocupações específicas de cada tipo. Meio aquático e cadeira de rodas. Produtos de apoio (norma ISO 9999, SAPA) e materiais e equipamentos adaptados: bolas, alvos, redes, raquetes, marcações e proteções.
Aula 9Adaptação de uma atividade com o modelo STEP (espaço, tarefa, equipamento, pessoas) e escolha do ponto do espetro de inclusão. Técnicas de inclusão: papéis múltiplos, colega tutor, regras flexíveis, desporto unificado, ensino diferenciado e comunicação multimodal. Movimentos de estabilidade, locomotores e manipulativos e correção dos erros mais frequentes de base.
Aula 10Desportos adaptados e desportos próprios; entidades (IPC, IBSA, World Abilitysport, antiga IWAS, CP-ISRA, Special Olympics) e classificação funcional, com os sete tipos de deficiência elegível do Comité Paralímpico Internacional. Terminologia específica, integração versus inclusão. Regras do Goalball (3 jogadores, tapa-olhos, duas partes de 12 minutos, silêncio) e do voleibol sentado (contacto de uma parte do corpo entre as nádegas e os ombros com o chão; pôr-se de pé é proibido).
Aula 11Regras essenciais do futebol para cegos (5 jogadores, guarda-redes com visão, duas partes de 20 minutos, chamador, "voy") e do Boccia (classes BC1 a BC4, rampa e assistente no BC3, 6 bolas por lado, bola alvo). Comparação das quatro modalidades e das adaptações de cada uma. Resolução dos exercícios da Ficha 02 sobre regras e primeira sessão de futebol para cegos.
Aula 12Objetivos gerais específicos, mensuráveis e com prazo, e preparação técnica, tática, física e psicológica. Planeamento por macrociclo, mesociclo, microciclo e sessão (parte inicial, fundamental e final). Execução e resposta a situações críticas (queda, hipoglicemia, crise epilética, disreflexia autonómica, sobrecarga sensorial, paragem cardiorrespiratória). Avaliação da sessão, do praticante e do plano, com ajuste da carga. Exercícios 6 e 7 da Ficha 02.
Aula 13Relação positiva com o praticante (escuta ativa, empatia, assertividade, autonomia, confidencialidade) e promoção da adesão ao exercício. Feedback contínuo e construtivo, com o canal adaptado a cada pessoa. Segurança antes, durante e depois da atividade, formação em SBV e DAE, ética profissional e limites de atuação. Exercício 8 da Ficha 02.
Aula 14Síntese da unidade a partir da sebenta: da avaliação do praticante à prescrição, à adaptação e inclusão, ao desporto adaptado, ao planeamento do treino e à segurança. Esclarecimento de dúvidas e preparação do mini-projeto.
Aula 15Desenvolvimento do mini-projeto: programa de atividade física inclusiva para um grupo com perfis diferentes. Avaliação inicial e estratificação de risco, objetivos, prescrição em FITT-VP, planeamento do mesociclo e de duas sessões, aplicação do STEP e do espetro de inclusão, introdução a uma modalidade de desporto adaptado, comunicação e plano de segurança e emergência.
Aula 16Avaliação sumativa da unidade com base nos conteúdos das Fichas 01 e 02, apresentação e discussão dos mini-projetos e balanço final da unidade de competência.