Proposta de distribuição para tempos letivos de 50 minutos (25h ≈ 30 tempos). Ajuste a blocos de 45 ou 90 minutos e ao calendário da sua escola; os conteúdos seguem os materiais da UC e os objetivos o referencial oficial, a sequência é uma sugestão.
Planificação sessão a sessão
Aula
Tempos
Sessão
Conteúdos
Objetivos (referencial)
Recursos Aulify
Avaliação
1
2
Apresentação da unidade e papel do stock
Apresentação da unidade de competência, dos conteúdos e dos critérios de avaliação. Diagnóstico inicial. O que é gerir o stock, os dois erros opostos (rutura e excesso), o ciclo do alimento, quem faz o quê e que atitudes contam.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento · avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos (visão geral das três). Conhecimentos: gestão de stock de alimentos. Critério de desempenho: garantir o fornecimento contínuo de alimentos sem ruturas de stock, nem desperdícios. Atitudes: responsabilidade, autonomia, rigor e respeito pelas regras e pelos princípios de bem-estar animal.
Alimentos para cavalos e armazém: o que se guarda (fibrosos, grãos, compostos, subprodutos, suplementos), alimento completo e complementar, alimentos de outras espécies, leitura do rótulo, o armazém certo e o cálculo do espaço necessário para o feno.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento. Conhecimentos: métodos de armazenamento dos alimentos, por tipo de alimento, organização e requisitos · técnicas de inventariação e controlo de stock (espaço para armazenamento). Aptidões: preparar o armazenamento dos alimentos · organizar os espaços de armazenamento.
Temperatura, humidade, ventilação e degradação: os três parâmetros do armazém, monitorizar e registar, humidade do feno (cálculo), agentes de degradação físicos, biológicos e químicos, sinais de alerta e ação.
Realizações: monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento. Conhecimentos: métodos de armazenamento dos alimentos (requisitos de temperatura, humidade e ventilação, agentes de degradação, parâmetros a controlar, cuidados a ter). Aptidões: verificar as condições de conservação dos alimentos · verificar sinais de humidade, bolores, cheiros estranhos. Critério de desempenho: assegurar as condições e requisitos de higiene, temperatura, humidade e ventilação no armazenamento e conservação dos alimentos.
Pragas, organização, lotes e rotação: controlo integrado de pragas, organizar e preparar o armazenamento, arrumar uma entrada em paletes, rotação do stock (FIFO e FEFO) e FEFO em ação.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento. Conhecimentos: métodos de armazenamento dos alimentos (organização, princípio de rotação do stock FIFO, controlo de pragas) · técnicas de inventariação e controlo de stock (prazos de validade) · normas de gestão de resíduos (embalagens de produtos de controlo de pragas). Aptidões: organizar os espaços de armazenamento · separar por lotes e datas de entrada · aplicar os procedimentos de armazenamento de alimentos definidos. Critério de desempenho: respeitar protocolos internos no acondicionamento e armazenamento de alimentos.
Higiene, segurança alimentar e legislação: boas práticas de higiene (BPH), segurança alimentar e HACCP em linguagem simples, legislação aplicável (visão geral), o papel da DGAV, o que a lei pede, na prática, a quem armazena.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento. Conhecimentos: boas práticas de higiene (BPH) no armazenamento e na manipulação dos alimentos a administrar a equinos · legislação aplicável em vigor · normas da qualidade. Aptidões: aplicar os procedimentos de armazenamento de alimentos definidos · aplicar as normas da qualidade. Critério de desempenho: cumprir os princípios de segurança alimentar no armazenamento e manipulação de alimentos a administrar, e os requisitos legais.
Rastreabilidade: porque e como, o que registar em cada momento (entrada, armazenamento, saída ou uso, ocorrências), analisar uma alteração. Início da Ficha 01.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos. Conhecimentos: rastreabilidade (importância, registo, análise de alterações). Aptidões: registar as entradas e saídas de alimento · preencher documentação e interpretar os resultados. Critério de desempenho: efetuar os registos referentes à rastreabilidade do alimento em suporte adequado e segundo as normas definidas.
Ficha 01: armazenamento, higiene, rotação e rastreabilidade
Resolução e correção da Ficha 01, que integra os blocos de alimentos e armazém, parâmetros e degradação, pragas, organização e rotação, higiene e legislação e rastreabilidade.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento. Conhecimentos: métodos de armazenamento dos alimentos · boas práticas de higiene (BPH) · rastreabilidade · legislação aplicável em vigor. Aptidões: verificar a data de entrada/de produção e/ou validade dos alimentos · separar por lotes e datas de entrada · verificar sinais de humidade, bolores, cheiros estranhos.
Inventário e consumos: técnicas de inventário (permanente, periódico e rotativo), diferença de inventário (cálculo), consumos diário, semanal e mensal, cobertura e leitura de resultados.
Realizações: monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento. Conhecimentos: técnicas de inventariação e registos e controlo de stock (quantidades disponíveis, quantidades necessárias, prazos de validade, controlo) · gestão de stock de alimentos. Aptidões: efetuar o inventário dos alimentos · verificar a quantidade de alimentos armazenada · manter o inventário dos alimentos atualizado · calcular os consumos diários, semanal e mensal.
Stock de segurança, ponto de encomenda e quantidade a encomendar
Stock de segurança, ponto de encomenda e encomendas: os termos um a um, stock mínimo, máximo e rutura, ração granulada (cálculo completo), feno (cálculo completo), stock já abaixo do ponto de encomenda.
Realizações: avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos · monitorizar os stocks de alimentos. Conhecimentos: gestão de stock de alimentos · técnicas de encomendas. Aptidões: determinar as necessidades de encomendas · comunicar ao superior hierárquico quando atingir stock mínimo definido ou rutura de stock. Critério de desempenho: garantir o fornecimento contínuo de alimentos sem ruturas de stock, nem desperdícios.
Encomendas, receção, aplicações informáticas e reporte
Técnicas de encomenda, receção (conferir antes de assinar), aplicações de registo e gestão de inventário, comunicar e reportar.
Realizações: avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos · monitorizar os stocks de alimentos. Conhecimentos: técnicas de encomendas · aplicações informáticas de registo de stock de alimentos e gestão do inventário · rastreabilidade (registo). Aptidões: preencher documentação e interpretar os resultados · comunicar ao superior hierárquico quando atingir stock mínimo definido ou rutura de stock · registar as entradas e saídas de alimento.
Distribuição do alimento: plano alimentar, fibra primeiro, medidas calibradas, FEFO e registo da saída. Mudanças de alimento sempre graduais. Início da Ficha 02.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos. Conhecimentos: procedimentos e normas de distribuição de alimento · normas de bem-estar animal · gestão de stock de alimentos. Aptidões: selecionar os alimentos a distribuir · registar as entradas e saídas de alimento · aplicar normas de bem-estar animal. Atitudes: respeito pelos princípios de bem-estar animal.
Resolução e correção da Ficha 02, que integra consumos, registos, ponto de encomenda, inventário, fornecedores, receção, desperdício, mudança de ração e alertas numa folha de cálculo.
Realizações: monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento · avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos. Conhecimentos: gestão de stock de alimentos · técnicas de inventariação e registos e controlo de stock · técnicas de encomendas · aplicações informáticas de registo de stock. Aptidões: calcular os consumos diários, semanal e mensal · determinar as necessidades de encomendas · efetuar o inventário dos alimentos · preencher documentação e interpretar os resultados.
Resíduos, segurança, qualidade, bem-estar e síntese
Gestão de resíduos e proteção ambiental, segurança e saúde no trabalho, equipamentos de proteção individual, normas da qualidade e protocolos internos, bem-estar animal e biossegurança. Síntese: rotina integrada e boas práticas.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento · avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos (síntese das três). Conhecimentos: normas de gestão de resíduos · equipamentos de proteção individual (EPI) · normas de segurança e saúde no trabalho · normas de proteção ambiental · normas da qualidade · normas de bem-estar animal. Aptidões: aplicar as normas de gestão de resíduos · utilizar os equipamentos de proteção individual · aplicar as normas de segurança e saúde no trabalho, de proteção ambiental, da qualidade e de bem-estar animal. Critério de desempenho: cumprir os requisitos legais e as normas de segurança, proteção individual, bem-estar animal, ambiental, de biossegurança e da qualidade.
Mini-projeto: plano de gestão do stock de alimentos de uma escola de equitação com 18 cavalos, com diagnóstico do armazém, organização, protocolo de distribuição, consumos, pontos de encomenda, receção, inventário, rastreabilidade e relatório ao superior.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento · avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos (aplicação integrada). Conhecimentos: gestão de stock de alimentos · técnicas de inventariação e registos e controlo de stock · rastreabilidade · técnicas de encomendas · legislação aplicável em vigor · normas de gestão de resíduos, de segurança e saúde no trabalho, da qualidade e de bem-estar animal.
Realização do teste de avaliação sumativa. Correção e balanço da unidade, com base nos critérios e descritores de avaliação.
Realizações: executar as operações de armazenamento do alimento · monitorizar os stocks de alimentos e os parâmetros de armazenamento · avaliar e reportar a necessidade de encomenda de alimentos. Conhecimentos: todos os do referencial da UC.
Aula 1Apresentação da unidade de competência, dos conteúdos e dos critérios de avaliação. Diagnóstico inicial. Stock como o conjunto de alimentos armazenados num momento e gestão como decisão sobre quanto ter, onde, durante quanto tempo e quando repor. Os dois erros opostos: rutura de stock (mudança brusca de alimento, compra urgente, risco de cólica) e excesso de stock (validade ultrapassada, bolores, pragas, dinheiro parado). O ciclo do alimento, da necessidade à reposição, com registos em cada passo. Papéis do profissional, que executa, avalia e reporta, e do superior hierárquico, que decide e autoriza a compra; atitudes avaliadas.
Aula 2Grupos de alimentos e ponto crítico de cada um: fibrosos, grãos, compostos, subprodutos e suplementos; a base da dieta é a fibra. Matéria-prima, alimento composto completo e complementar; leitura do rótulo (espécie de destino, finalidade, lote, validade, modo de emprego) e perigo dos alimentos de outras espécies. Características do armazém certo: longe de químicos e humidade, portas com rede, ventilação cruzada, paletes, nada no chão e corredores livres. Cálculo do espaço para o feno: consumo de 142 kg/dia e reserva de 30 dias dão 4260 kg, 213 fardos de 20 kg, 26,838 m³, 13,42 m² de pilhas e 16,77 m² com 25 % de área para corredores e ventilação.
Aula 3Efeito da humidade, da temperatura e da ventilação no armazém e valores de referência de boa prática (o rótulo e o protocolo interno mandam). Monitorização com termo-higrómetro, leituras a horas fixas, registo com data, valores e nome, atenção à tendência: humidade a 58, 63, 72 e 76 % em quatro dias, com cheiro a mofo, pede ventilação, inspeção e aviso. Humidade do feno = (massa húmida − massa seca) ÷ massa húmida × 100: amostra de 520 g que seca para 450 g tem 70 g de água, ou seja 13,5 %, aceitável; com 420 g de massa seca dá 19,2 %, a rejeitar ou segregar. Agentes de degradação físicos, biológicos e químicos (as micotoxinas não se veem) e tabela de sinais de alerta e ação: na dúvida, não se distribui.
Aula 4Controlo integrado de pragas em quatro passos: impedir a entrada, não dar comida nem abrigo, monitorizar com estações numeradas e intervir só com produtos autorizados e registo. Preparar o armazenamento antes de receber: limpar, verificar espaço, paletes e parâmetros, preparar etiquetas, usar EPI; zonas do armazém; lote e etiqueta (produto, lote, entrada, validade, fornecedor, quantidade e local). Arrumação de 65 sacos de 25 kg do mesmo lote em paletes de 50 sacos: uma palete completa de 1250 kg e uma parcial de 15 sacos (375 kg), num total de 1625 kg, a parcial identificada e a primeira a sair. Rotação FIFO e FEFO: a data de validade manda; no exemplo dos lotes A, B e C, o FIFO diria A mas o FEFO diz B, que dura 8,6 dias ao consumo de 58 kg/dia.
Aula 5Boas práticas de higiene nas instalações, nas pessoas, nos utensílios e na manipulação (evitar contaminação cruzada). HACCP em linguagem simples: identificar o que pode correr mal, decidir onde controlar, fixar limites, vigiar e corrigir, aplicado a bolor e micotoxinas, contaminação química, pragas e validade ultrapassada. Legislação em visão geral: Regulamento (CE) n.º 178/2002 (princípios gerais e rastreabilidade), Regulamento (CE) n.º 183/2005 (higiene, registo e aprovação) e Regulamento (CE) n.º 767/2009 (colocação no mercado, utilização e rotulagem), consultando sempre a redação em vigor. Papel da DGAV como autoridade competente, que regista, aprova e controla, mas não define a dieta de cada cavalo. Os seis gestos que a lei pede, na prática, a quem armazena.
Aula 6Rastreabilidade como seguir o percurso de um alimento, de onde veio até para onde foi (um passo atrás, um passo à frente), que permite retirar só o lote em causa e saber que cavalos o comeram. Registos legíveis, datados e identificados nos quatro momentos: entrada, armazenamento, saída ou uso, e ocorrências. Análise de uma alteração em cinco perguntas (o que mudou, quando, quem, onde mais, o que fazer): o registo delimita o problema, a conclusão clínica é do veterinário. Início da resolução da Ficha 01.
Aula 7Conclusão da resolução da Ficha 01: classificar e conferir uma entrada, hierarquizar os riscos de um armazém, humidade e matéria seca de um fardo, FEFO e validade perante o consumo, cruzar lotes para delimitar um problema, legislação e DGAV, amostragem à receção e decisão sobre o lote. Correção em grande grupo e esclarecimento de dúvidas.
Aula 8Inventário permanente, periódico e rotativo (contar também sacos abertos, lotes, validades e estado). Stock teórico = inicial + entradas − saídas; diferença = real − teórico; percentagem = diferença ÷ teórico × 100. Exemplo: 118 + 1625 − 1160 = 583 kg teóricos, 559 kg contados, diferença de −24 kg (4,1 %), no valor de 10,80 €, a investigar sem culpar ninguém. Consumos: semanal = diário × 7 e mensal = diário × 30 (convenção desta UC); com 12 cavalos de escola, 4 de desporto e 2 póneis, o feno dá 142 kg, 994 kg e 4260 kg e a ração 58 kg, 406 kg e 1740 kg. Cobertura = stock ÷ consumo diário: 225 kg dão 3,9 dias, que não chegam para um prazo de entrega de 4 dias; leitura da tendência de subida do consumo (406, 420, 441 e 448 kg).
Aula 9Os termos e as fórmulas: consumo durante o prazo de entrega CPE = C × PE; stock de segurança SS = C × dias de segurança; ponto de encomenda = consumo durante o prazo de entrega mais stock de segurança; quantidade a encomendar = stock máximo menos o stock à chegada. O stock de segurança não é o consumo durante o prazo de entrega, e o ponto de encomenda não é o dobro do consumo diário. Stock máximo como o menor dos limites de espaço, validade e dinheiro/risco; rutura e situação crítica. Ração granulada (58 kg/dia, prazo de 4 dias, 2 dias de segurança, sacos de 25 kg, máximo de 1750 kg): CPE de 232 kg, SS de 116 kg, ponto de encomenda de 348 kg (14 sacos, 350 kg), 118 kg à chegada, 65 sacos a encomendar e stock final de 1743 kg. Feno (142 kg/dia, prazo de 3 dias, 5 dias de segurança, máximo de 213 fardos): CPE de 426 kg, SS de 710 kg, ponto de encomenda de 1136 kg (57 fardos) e 177 fardos a encomendar. Ação quando o stock já está abaixo do ponto de encomenda.
Aula 10Técnicas de encomenda em seis passos (avaliar e reportar, cotações, comparar, encomenda por escrito, acompanhar o prazo, receber e conferir) e comparação por preço por quilo: 11,50 € por 25 kg são 0,46 €/kg e 9,40 € por 20 kg são 0,47 €/kg. Receção: guia versus nota de encomenda, contagem, rótulo, estado do produto e do veículo; diferenças aceites com reserva, em parte ou recusadas, sempre registadas (65 sacos pedidos, 63 contados e 2 húmidos dão 61 sacos úteis, 1525 kg, e faltam 4 sacos). Aplicações informáticas: folha de cálculo, programa de gestão de stock, códigos de barras ou QR, com alertas de ponto de encomenda e de validade; o programa calcula, o profissional interpreta e decide. Comunicar e reportar com factos, números e proposta de ação, por escrito: 350 kg correspondem a 6,0 dias de consumo, com prazo de 4 dias, e propõem-se 65 sacos.
Aula 11Procedimento de distribuição: seguir o plano alimentar de cada cavalo, fibra primeiro, concentrado em refeições pequenas, pesar ou medir com utensílios calibrados, horários regulares com água sempre disponível, selecionar o lote pelo FEFO e registar a saída (produto, lote, quantidade, destino); copo de 0,50 kg para 3 kg dá 6 copos. Mudança de alimento sempre gradual, em quatro fases (dias 1 e 2 com 75 % da antiga e 25 % da nova, dias 3 e 4 com 50 % e 50 %, dias 5 e 6 com 25 % e 75 %, do dia 7 em diante só a nova): para um cavalo com 3 kg por dia, os dias 1 e 2 dão 0,75 kg de nova e 2,25 kg de antiga; é por isso que a rutura é grave. Início da resolução da Ficha 02.
Aula 12Conclusão da resolução da Ficha 02: consumos com uma alteração a meio do mês, registos com um dia atípico, ponto de encomenda com o stock máximo limitado pela validade, risco de rutura de feno, folha de movimentos e contagem física, comparação de fornecedores, conferência de uma receção pela validade, desperdício e mensagem de reporte, mudança de ração sem rutura e alertas numa folha de cálculo. Fórmulas usadas: ponto de encomenda igual ao consumo durante o prazo de entrega mais o stock de segurança, e quantidade a encomendar igual ao stock máximo menos o stock à chegada. Correção em grande grupo.
Aula 13Hierarquia de resíduos (prevenir, reutilizar, reciclar, valorizar, só por fim eliminar), separação na origem, alimento estragado nunca dado aos animais e taxa de desperdício = perdido ÷ disponível × 100 (75 ÷ 1868 = 4,0 %). Riscos do armazém (cargas, quedas, poeiras e bolores, químicos, incêndio, animais) e EPI adequado a cada risco: luvas, calçado de proteção, máscara respiratória, óculos e roupa de trabalho; feno húmido aquece e pode inflamar-se. Normas da qualidade e protocolos internos, não conformidades e registos. Bem-estar animal e biossegurança: a rutura e o alimento mofado são problemas de bem-estar. Síntese: rotina diária, semanal e mensal e boas práticas finais (nada no chão, lote etiquetado, FEFO, medir e registar, calcular e comunicar com números, conferir a receção, na dúvida não se distribui).
Aula 14Desenvolvimento do mini-projeto, que tem a duração de 12 horas: plano de gestão do stock de alimentos de uma escola de equitação com 18 cavalos. Nesta sessão arrancam-se as fases 1 (diagnóstico do armazém, com um mínimo de 6 falhas e respetiva correção) e 2 (organização e protocolo: zonas, etiquetas, rotação FIFO ou FEFO, plano de limpeza, controlo de pragas e protocolo de distribuição); as fases seguintes (consumos, stocks e encomendas, receção, registos e inventário, rastreabilidade e resíduos, relatório e apresentação) prosseguem em trabalho autónomo ou noutras horas do calendário da escola. Registos com unidades explícitas e vírgula decimal portuguesa.
Aula 15Realização do teste de avaliação sumativa da unidade de competência. Correção e balanço da unidade, com consulta dos critérios e descritores de avaliação.