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Planificação modular · UC04254

Participar na implementação dos programas específicos na área da proteção civil

Curso: Técnico/a de Proteção Civil Carga: 25h Créditos: 2.25 Tempos: 32 × 50 min Sessões: 12
Proposta de distribuição para tempos letivos de 50 minutos (25h ≈ 30 tempos). Ajuste a blocos de 45 ou 90 minutos e ao calendário da sua escola; os conteúdos seguem os materiais da UC e os objetivos o referencial oficial, a sequência é uma sugestão.

Planificação sessão a sessão

AulaTemposSessãoConteúdosObjetivos (referencial)Recursos AulifyAvaliação
12Apresentação da unidadeApresentação da unidade de competência, dos conteúdos, dos critérios de avaliação e do calendário das sessões. Diagnóstico inicial dos conhecimentos da turma sobre proteção civil e prevenção de riscos.🎨 Slides · Apresentação• Critérios e descritores de avaliaçãoDiagnóstica.
23O sistema de proteção civil e os programas específicosO sistema de proteção civil em Portugal: prevenir antes de socorrer, os atores e os níveis de atuação (ANEPC, serviços sub-regionais das CIM, SMPC e CMPC, serviços regionais dos Açores e da Madeira). Anatomia de um programa específico: diagnóstico, objetivos, ações, recursos e financiamento, indicadores. Exemplos de programas em vigor em Portugal. Onde procurar os programas em vigor e como avaliar o seu potencial de implementação.Realização do referencial: "Identificar os programas em vigor e a seu potencial de implementação." Conhecimento do referencial: "Conhecer os programas específicos em vigor." Aptidões do referencial: "identificar os programas específicos em vigor e as fontes de financiamento disponíveis para a sua implementação."; "Identificar o potencial de implementação dos programas específicos."; "Selecionar as áreas de maior interesse para aplicação dos programas."🎨 Slides · O sistema de proteção civil e os programas específicosFormativa (observação e questionamento oral).
32Cartas de risco e leitura socioeconómica do territórioO que é uma carta de risco e os seus tipos (perigosidade de incêndio rural, risco sísmico, inundação e cheias, erosão costeira). Da carta ao diagnóstico de risco: análise de riscos e medidas de controlo de riscos. Porque a leitura socioeconómica do território importa (estrutura etária, isolamento, atividade económica, recursos disponíveis) e onde recolher essa informação.Conhecimentos do referencial: "Analise e avaliação de riscos."; "Medidas de controlo de riscos." Aptidão do referencial: "identificar as realidades socioeconómicas dos locais potencialmente elegíveis para a implementação do plano." Critério de desempenho do referencial: "Considerando os riscos existentes e as necessidades socioeconómicas do território de implementação."🎨 Slides · Cartas de risco e leitura socioeconómica do territórioFormativa (observação e exercícios).
43SWOT e PESTEL. Ficha 1A análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades, ameaças) aplicada à viabilidade de um programa específico, com exemplo resolvido do programa Aldeia Segura, Pessoas Seguras. A análise PESTEL (político, económico, social, tecnológico, ambiental, legal) como aprofundamento dos fatores externos. Resolução da Ficha 01, que revê identificar programas, ler cartas de risco, diagnosticar o território e aplicar SWOT e PESTEL.Aptidão do referencial: "Efetuar analises SWOT e PESTEL, para enquadrar a viabilidade da implementação dos programas específicos."🎨 Slides · SWOT e PESTEL📝 Ficha 01 · Identificar programas, ler o risco e diagnosticar o territórioFormativa (Ficha 01).
52Adaptar o programa e fontes de financiamentoO que significa adaptar um programa específico ao território: ações, linguagem e canais, calendário, métodos e técnicas de planeamento, mantendo objetivos e indicadores. Exemplo resolvido de adaptação a uma aldeia isolada. Onde financiar um programa (Fundo Ambiental, Fundo Florestal Permanente, fundos europeus, orçamento municipal, mecenato) e como preparar e justificar uma candidatura.Realização do referencial: "Adaptar os programas específicos às necessidades do território em que se desenvolve a sua atividade." Conhecimento do referencial: "Fontes de financiamento disponíveis para a implementação dos programas." Critérios de desempenho do referencial: "Aplicando os métodos e técnicas de planeamento ajustadas à natureza do território."; "Validando a existência de fontes de financiamento disponíveis."🎨 Slides · Adaptar o programa e fontes de financiamentoFormativa (observação e exercícios).
62Planeamento de emergência, atores e comunicaçãoPlanos municipais e distritais de emergência e a sua articulação com o programa específico. Integração dos diferentes atores na implementação (SMPC, bombeiros, GNR/SEPNA, juntas de freguesia, voluntários, entidades financiadoras). Estratégias de comunicação e sensibilização ativas por público, com exemplo resolvido de um plano de comunicação a três públicos.Conhecimentos do referencial: "Planeamento de emergência."; "Comunicação e sensibilização da população, através de estratégias ativas que envolvam os diferentes públicos." Aptidões do referencial: "Integrar os diferentes atores e recursos na implementação dos programas."; "Selecionar estratégias de comunicação e sensibilização da população para os programas a implementar."🎨 Slides · Planeamento de emergência, atores e comunicaçãoFormativa (observação e exercícios).
73Implementar, monitorizar e avaliar. Ficha 2Do plano à ação no terreno: confirmar recursos, executar as ações por fases (preparação, execução, consolidação), registar e ajustar. Metodologias de monitorização, com indicadores de processo e de resultado. Critérios de avaliação do impacto na redução do risco (redução do risco, cobertura, capacidade de resposta, sustentabilidade). Atitudes do técnico de proteção civil: rigor, responsabilidade, trabalho em equipa, sentido crítico, disciplina e organização. Resolução da Ficha 02, que revê adaptação, financiamento, planeamento de emergência, comunicação, implementação, monitorização e avaliação.Realizações do referencial: "Implementar os programas específicos de acordo com os objetivos previstos e as necessidades identificadas."; "Avaliar o sucesso das ações implementadas." Conhecimentos do referencial: "Implementação e monitorização dos programas específicos."; "Metodologias de monitorização e controlo da implementação dos programas." Critério de desempenho do referencial: "Definido critérios de avaliação do impacto da implementação dos programas na redução do respetivo risco."🎨 Slides · Implementar, monitorizar e avaliar📝 Ficha 02 · Financiar, comunicar, implementar e avaliar o programaFormativa (Ficha 02).
81Consolidação e sínteseConsolidação e síntese da unidade: revisão do ciclo completo, identificar, diagnosticar, adaptar, financiar, implementar e avaliar. Esclarecimento de dúvidas antes do mini-projeto.📖 Sebenta · sínteseFormativa.
94Mini-projeto · Escolher o programa e diagnosticar o territórioFase 1 do mini-projeto, escolha justificada do programa a implementar em Amial de Cima, com base no potencial de implementação. Fase 2, diagnóstico de risco a partir da carta de perigosidade fornecida, cruzado com a exposição da população, e leitura socioeconómica da freguesia.Realização do referencial: "Identificar os programas em vigor e a seu potencial de implementação." Conhecimentos do referencial: "Conhecer os programas específicos em vigor."; "Analise e avaliação de riscos." Aptidões do referencial: "Identificar o potencial de implementação dos programas específicos."; "identificar as realidades socioeconómicas dos locais potencialmente elegíveis para a implementação do plano." Critério de desempenho do referencial: "Considerando os riscos existentes e as necessidades socioeconómicas do território de implementação."🧩 Mini-projeto · Escolher o programa e diagnosticar o territórioFormativa (observação, mini-projeto em curso).
105Mini-projeto · SWOT, PESTEL, adaptação e financiamentoFase 3 do mini-projeto, construção da SWOT e da PESTEL para o caso de Amial de Cima, com conclusões de ação. Fase 4, proposta de adaptação do programa ao território, identificação de fontes de financiamento, listagem dos atores a integrar e articulação com o plano de emergência.Aptidão do referencial: "Efetuar analises SWOT e PESTEL, para enquadrar a viabilidade da implementação dos programas específicos." Realização do referencial: "Adaptar os programas específicos às necessidades do território em que se desenvolve a sua atividade." Conhecimentos do referencial: "Fontes de financiamento disponíveis para a implementação dos programas."; "Planeamento de emergência." Aptidão do referencial: "Integrar os diferentes atores e recursos na implementação dos programas." Critérios de desempenho do referencial: "Aplicando os métodos e técnicas de planeamento ajustadas à natureza do território."; "Validando a existência de fontes de financiamento disponíveis."🧩 Mini-projeto · SWOT, PESTEL, adaptação e financiamentoFormativa (observação, mini-projeto em curso).
113Mini-projeto · Comunicação, avaliação e apresentaçãoFase 5 do mini-projeto, desenho do plano de comunicação por público e definição de indicadores de processo e de resultado. Fase 6, apresentação do dossiê à turma, no papel da Comissão Municipal de Proteção Civil, com resposta a perguntas sobre as escolhas feitas.Conhecimento do referencial: "Comunicação e sensibilização da população, através de estratégias ativas que envolvam os diferentes públicos." Aptidão do referencial: "Selecionar estratégias de comunicação e sensibilização da população para os programas a implementar." Realização do referencial: "Avaliar o sucesso das ações implementadas." Conhecimentos do referencial: "Implementação e monitorização dos programas específicos."; "Metodologias de monitorização e controlo da implementação dos programas." Critério de desempenho do referencial: "Definido critérios de avaliação do impacto da implementação dos programas na redução do respetivo risco."🧩 Mini-projeto · Comunicação, avaliação e apresentaçãoSumativa (mini-projeto).
122Avaliação sumativa e balançoRealização do teste de avaliação sumativa sobre o conjunto da unidade. Correção e balanço da unidade.• Critérios e descritores de avaliaçãoSumativa (teste).

Sumários prontos a copiar

Aula 1Apresentação da unidade de competência UC04254, dos seus objetivos, conteúdos e critérios de avaliação. Levantamento diagnóstico dos conhecimentos prévios da turma sobre proteção civil, prevenção de riscos e programas específicos.
Aula 2Apresentação do sistema de proteção civil em Portugal e dos seus níveis de atuação, da ANEPC aos serviços municipais. Caracterização de um programa específico pelos seus cinco elementos e análise de exemplos em vigor no país. Identificação das fontes para descobrir programas já em curso num território e dos critérios para avaliar o seu potencial de implementação.
Aula 3Leitura de cartas de risco e distinção entre perigosidade e diagnóstico de risco, cruzando a probabilidade do perigo com a exposição da população. Caracterização socioeconómica de um território (estrutura etária, isolamento, atividade económica, recursos disponíveis) como segunda metade do diagnóstico, a par do risco físico.
Aula 4Construção e leitura da análise SWOT de um programa específico, com exemplo resolvido de uma aldeia em risco de incêndio rural. Aplicação da análise PESTEL às seis dimensões externas que condicionam um programa. Resolução da Ficha 01, com exercícios sobre identificação de programas, leitura de cartas de risco, diagnóstico do território e aplicação de SWOT e PESTEL.
Aula 5Análise do que significa adaptar um programa nacional à realidade local, mantendo objetivos e indicadores e ajustando o método de entrega, com exemplo resolvido de uma aldeia isolada. Levantamento das fontes de financiamento disponíveis para programas de proteção civil e dos cinco elementos de uma candidatura bem preparada.
Aula 6Análise da articulação entre o programa específico e os planos municipal e distrital de emergência, e da integração dos diferentes atores na implementação. Desenho de estratégias de comunicação e sensibilização ativas para públicos distintos, com exemplo resolvido para proprietários idosos, famílias jovens e agricultores.
Aula 7Análise das fases de implementação de um programa no terreno e da diferença entre indicadores de processo e de resultado na sua monitorização. Definição dos critérios de avaliação do impacto de um programa na redução do risco. Discussão das atitudes profissionais do técnico de proteção civil. Resolução da Ficha 02, com exercícios sobre adaptação, financiamento, planeamento de emergência, comunicação, implementação, monitorização e avaliação de impacto.
Aula 8Revisão integrada do ciclo de participação num programa específico de proteção civil, da identificação à avaliação do impacto, com apoio da sebenta da unidade. Esclarecimento de dúvidas da turma antes do início do mini-projeto.
Aula 9Trabalho de grupo na Fase 1 do mini-projeto: comparação entre Aldeia Segura, Pessoas Seguras e o Plano Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais para o caso de Amial de Cima, com escolha justificada do programa. Início da Fase 2, com leitura da carta de perigosidade fornecida e caracterização socioeconómica da freguesia.
Aula 10Trabalho de grupo na Fase 3 do mini-projeto: construção das tabelas SWOT e PESTEL para Amial de Cima e discussão das conclusões de ação. Desenvolvimento da Fase 4, com proposta de adaptação do programa escolhido, identificação de, no mínimo, duas fontes de financiamento e listagem dos atores a integrar, articulada com o plano de emergência.
Aula 11Conclusão do mini-projeto na Fase 5, com o desenho do plano de comunicação para pelo menos três públicos distintos e a definição de indicadores de processo e de resultado. Apresentação do dossiê à turma na Fase 6, no papel da Comissão Municipal de Proteção Civil, com justificação das escolhas feitas ao longo de todo o trabalho.
Aula 12Realização do teste de avaliação sumativa sobre identificação, diagnóstico, adaptação, financiamento, implementação e avaliação de programas específicos de proteção civil. Correção do teste e balanço final da unidade com a turma.