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aulify · Mini-Projecto
UC UC04254 · T. Proteção Civil
Versão · Aluno

Mini-Projecto · Implementar um programa específico numa freguesia de risco

Do diagnóstico do território à avaliação do impacto, com um caso real simulado
⏱ Duração estimada: 10 horas (≈ 6 aulas) ↗ Referencial SNQ
Índice

Contexto

A freguesia fictícia de Amial de Cima, no interior do concelho de Serra Alta, tem uma carta de perigosidade de incêndio rural elevada, 65 habitantes (a maioria com mais de 60 anos), uma única via de acesso e fraca cobertura de rede móvel numa parte do percurso. O Serviço Municipal de Proteção Civil (SMPC) de Serra Alta decidiu implementar ali um programa específico de redução do risco de incêndio rural, à escolha da equipa: "Aldeia Segura, Pessoas Seguras" ou o Plano Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais.

A tua equipa foi destacada pelo SMPC para conduzir todo o ciclo: identificar o programa mais adequado, diagnosticar o território, adaptar o programa, validar financiamento, planear a implementação, comunicar com a população e definir como o sucesso vai ser avaliado.

Trabalhas em grupo de 3 a 4 elementos e entregas um dossiê do programa mais uma apresentação à turma (que representa a Comissão Municipal de Proteção Civil).

Requisitos

Funcionais

Não-funcionais

Fases

Fase 1 · Identificar e escolher o programa (1h) Comparar Aldeia Segura, Pessoas Seguras e o Plano Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais para este caso; escolher e justificar com base no potencial de implementação.

Fase 2 · Diagnóstico de risco e do território (2h) Ler a carta de perigosidade fornecida; cruzar com a exposição (população, vias de acesso); caracterizar a socioeconomia da freguesia.

Fase 3 · SWOT e PESTEL (2h) Construir as duas tabelas para o caso de Amial de Cima e tirar conclusões de ação.

Fase 4 · Adaptar, financiar e planear (2h) Propor as adaptações do programa ao território; identificar fontes de financiamento; listar os atores a integrar e articular com o plano de emergência.

Fase 5 · Comunicação, monitorização e avaliação (2h) Desenhar o plano de comunicação por público; definir indicadores de processo e de resultado; propor como avaliar o impacto um ano depois.

Fase 6 · Apresentação (1h) Apresentar o dossiê à turma, no papel da CMPC, respondendo a perguntas sobre as escolhas feitas.

Critérios de avaliação

Critério Peso
Escolha e justificação do programa 10%
Diagnóstico de risco e leitura socioeconómica 20%
SWOT e PESTEL bem construídas e lidas 20%
Adaptação, financiamento e integração de atores 20%
Plano de comunicação e indicadores de avaliação 20%
Dossiê e apresentação 10%

Erros comuns

Bónus (opcional)

Reflexão

No dossiê final, responde: porque é que a mesma carta de risco pode justificar prioridades diferentes em duas aldeias distintas? E qual das cinco fases do trabalho consideraste mais difícil de fazer sem cair num erro comum?