UC02944 · Robótica industrial
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Introdução
A robótica industrial transformou a manufactura desde os anos 1980. Hoje, robôs estão em:
- Indústria automóvel (soldadura, pintura, montagem).
- Electrónica (montagem de componentes).
- Alimentar (embalagem, paletização).
- Farmacêutica (manipulação estéril).
- Logística (separação automatizada).
Esta unidade (25h) cobre: tipos de robôs, componentes, programação, integração, segurança e manutenção.
1. Tipos de robôs
1.1 Por estrutura cinemática
Articulados (6+ eixos):
- Mais versátil e comum.
- Estrutura semelhante a braço humano.
- 6 rotações = 6 graus de liberdade.
- Pode atingir qualquer posição e orientação no seu envelope.
- Aplicações: soldadura, pintura, manipulação, montagem.
SCARA (Selective Compliance Articulated Robot Arm):
- 3 eixos rotativos + 1 vertical.
- Movimentos horizontais muito rápidos.
- "Rígido" verticalmente, "compliant" horizontalmente.
- Aplicações: montagem electrónica, pick-and-place.
Delta (parallel robot):
- 3 (ou 4) braços paralelos.
- Velocidade extrema (até 300 ciclos/min).
- Carga reduzida (< 2 kg típico).
- Aplicações: embalagem alimentar, farmacêutica.
Cartesiano (gantry):
- 3 eixos lineares (X, Y, Z).
- Movimento rectangular.
- Aplicações: 3D printing, máquinas-ferramenta, mesas de pick.
Cobots (colaborativos):
- Estrutura similar a articulado mas com sensores de segurança.
- Pode trabalhar junto a humanos sem jaula.
- Velocidade limitada, geometria arredondada, detecção de força.
- Crescimento explosivo desde 2010.
1.2 Por aplicação
- Industrial classic: pesados, rápidos, em jaula. Volkswagen, automóvel.
- Cobot: assistência ao operador. Montagem electrónica, embalagem.
- Logístico: AGV (Automated Guided Vehicle), AMR (Autonomous Mobile Robot). Armazéns.
- Serviço: limpeza, hotelaria. Crescimento.
- Médico: cirurgia robótica (da Vinci).
- Educacional: pequenos, para aprendizagem.
1.3 Marcas dominantes
Top globais:
- FANUC (Japão): líder mundial, amarelo característico.
- ABB (Suécia/Suíça): cor laranja, robôs industriais.
- KUKA (Alemanha): cor laranja, automóvel.
- Yaskawa Motoman (Japão).
- Kawasaki Robotics (Japão).
Cobots:
- Universal Robots (UR3, UR5, UR10, UR20): mercado pioneiro.
- KUKA LBR iiwa.
- FANUC CR series.
- Doosan Robotics.
Em Portugal: ABB e FANUC dominam.
1.4 Características técnicas
Especificações essenciais:
- Carga útil (payload): peso máximo que pode manipular.
- Alcance (reach): distância máxima do centro à ponta.
- Repetibilidade: precisão em repetir mesma posição (típico ±0,02 a ±0,1 mm).
- Velocidade máxima dos eixos.
- Eixos (6 standard, mais para configurações especiais).
Exemplos:
| Modelo | Carga | Alcance | Repetibilidade |
|---|---|---|---|
| FANUC LR Mate 200iD/7L | 7 kg | 911 mm | ±0,02 mm |
| ABB IRB 6700 | 150-300 kg | 2,6-3,2 m | ±0,05 mm |
| KUKA KR 1000 Titan | 1300 kg | 3,2 m | ±0,1 mm |
| UR5e (cobot) | 5 kg | 850 mm | ±0,03 mm |
2. Componentes
2.1 Estrutura mecânica
Eixos (joints):
- Cada eixo é uma junta rotativa (em articulados) ou linear (em cartesianos).
- 6 eixos = 6 graus de liberdade.
Servomotor por eixo:
- BLDC (Brushless DC) ou PMSM (Permanent Magnet Synchronous Motor).
- Alta densidade de potência.
- Resposta dinâmica rápida.
Encoder absoluto multi-turn:
- Posição precisa (até 24 bits = 16 milhões de posições por volta).
- Mantém posição após desligar (não precisa de homing).
- Comunicação digital (BiSS, EnDat, Hiperface).
Redutor:
- Harmónico (HD — Harmonic Drive): muito compacto, baixa folga, mas custoso.
- Cycloid: alta eficiência, boa para cargas elevadas.
- Planetário: para eixos mais simples.
Travão:
- Mantém posição quando motor desligado.
- Energia eléctrica liberta.
- Segurança: trava automaticamente em emergência.
2.2 Controlador
Cabinet com:
- CPU: processador potente (Intel Xeon, ARM).
- OS: Linux Real-Time ou proprietário (RC do ABB, R-30iB do FANUC).
- Drives: amplificadores para cada eixo.
- I/O: digitais e analógicos para sensores e ferramentas.
- Comunicação: Ethernet, Profinet, EtherNet/IP, etc.
- Fonte: alimentação dos motores e electrónica.
Capacidade:
- Calcula trajectórias 1000+ vezes por segundo.
- Coordena 6+ eixos sincronizados.
- Integra sensores, visão, comunicação.
2.3 Pendant (teach pendant)
Dispositivo manual para operar e programar robô:
- Ecrã touch.
- Joystick / dpad para mover robô manualmente.
- Botões emergência + dead-man (homem-morto).
- Conectado ao controlador por cabo ou wireless.
Funções:
- Mover robô manualmente.
- Gravar pontos.
- Editar programa.
- Diagnóstico.
- Visualizar status.
2.4 End effector (ferramenta)
Componente na ponta do robô que faz o trabalho:
Pinças:
- Paralela (2 dedos): standard.
- 3 dedos: peças cilíndricas.
- Adaptiva: dedos articulados.
Vácuo (ventosas):
- Para superfícies planas (vidro, plástico, papelão).
- Gerador de vácuo Venturi ou bomba.
Magnética:
- Para peças ferrosas.
- Activa/desactiva electricamente.
Soldadura:
- Tocha MIG/MAG ou TIG.
- Para automóvel principalmente.
Outras:
- Pistola de cola.
- Cortador de plasma/laser.
- Sensor (visão, força).
- Customizado para aplicação.
2.5 Sensores
Encoder em cada eixo (já abordado).
Visão computacional:
- Câmara industrial (Cognex, Keyence, Omron).
- 2D ou 3D.
- Identifica peças, posição, orientação.
Sensor de força/binário:
- Junto à ferramenta.
- Para montagens delicadas.
- Detecta colisões.
Sensores de segurança:
- Light curtain (cortina óptica).
- Laser scanner (área).
- Tapete de pressão.
3. Programação
3.1 Métodos de programação
1. Teach by demonstration (lead-through):
- Operador agarra o robô e move-o.
- Robô grava posições.
- Útil para pintura, soldadura artística.
- Cobots facilitam isto (modo gravity compensation).
2. Teach pendant:
- Pendant com joystick.
- Operador move robô através do pendant.
- Grava posições.
- Standard industrial.
3. Offline programming:
- Software de simulação no PC:
- ABB RobotStudio.
- KUKA Sim.
- FANUC RoboGuide.
- Yaskawa MotoSim.
- Programar em ambiente virtual.
- Simular movimento (verificar colisões).
- Transferir para robô real.
4. CAD/CAM integration:
- Caminho directamente do CAD.
- Para máquinas-ferramenta robóticas.
5. Visão computacional + adaptação:
- Câmara identifica peça.
- Robô adapta trajectória.
- Standard moderno.
3.2 Linguagens
ABB RAPID:
MODULE PickPlace
CONST robtarget Home := [[500,0,500],[1,0,0,0],[0,0,0,0],[9E9,9E9,9E9,9E9,9E9,9E9]];
CONST robtarget p1 := [...];
CONST robtarget p2 := [...];
PROC Main()
MoveJ Home, v500, fine, Tool1;
WaitDI diStart, 1;
MoveL p1, v300, fine, Tool1;
SetDO doVac, 1;
WaitTime 0.5;
MoveL Offs(p1,0,0,100), v500, z10, Tool1;
MoveL p2, v500, fine, Tool1;
SetDO doVac, 0;
MoveJ Home, v500, fine, Tool1;
ENDPROC
ENDMODULE
KUKA KRL:
DEF PickPlace()
PTP HOME Vel=100% DEFAULT
LIN p1 Vel=0.5 m/s CPDAT1 Tool[1]
OUT 1 'Vacuum' State=TRUE
WAIT Time=0.5 sec
LIN p2 Vel=0.5 m/s CPDAT2 Tool[1]
OUT 1 'Vacuum' State=FALSE
PTP HOME Vel=100%
END
FANUC KAREL ou TP (Teach Pendant Language).
Universal Robots URScript (estilo Python):
def pick_place():
movej(home, v=1.0)
while True:
wait_input(start_input)
movel(p1, v=0.3)
set_digital_out(0, True)
sleep(0.5)
movel(p2, v=0.5)
set_digital_out(0, False)
movej(home, v=1.0)
end
3.3 Movimentos
Tipos:
MoveJ (joint move):
- Movimento articular (cada eixo move-se independentemente).
- Mais rápido mas trajectória curva.
- Para deslocações longas onde não importa o caminho.
MoveL (linear):
- Trajectória recta no espaço (XYZ).
- Mais lento (eixos têm que coordenar).
- Para aproximação a pontos precisos.
MoveC (circular):
- Arco circular entre 3 pontos.
- Para soldadura, contornos.
MoveAbsJ:
- Posição absoluta dos eixos.
- Para retorno a referência.
3.4 Parâmetros de movimento
Velocidade:
v100, v500, v1000: mm/s.- Limite imposto pelo controlador.
Zona (precisão):
fine: chega exactamente ao ponto antes de continuar.z1, z10, z50: arredonda a trajectória com raio especificado.- Quanto maior a zona, mais rápida a trajectória mas menos precisa.
Tool:
- Ferramenta seleccionada (com seu offset).
- TCP definido para cada ferramenta.
WObj (Work Object):
- Sistema de coordenadas customizado.
- Útil para programas que devem funcionar em diferentes posições da peça.
3.5 Lógica e variáveis
Linguagens suportam:
- Variáveis: numéricas, booleanas, posições (robtarget), strings.
- Operadores: aritméticos, lógicos.
- Estruturas de controlo: IF, WHILE, FOR, SWITCH.
- Procedimentos e funções.
- Tratamento de erros: TRY-CATCH, gestores de erro.
- Comunicação: leitura/escrita de I/O, comunicação com PLC.
3.6 TCP — Tool Center Point
TCP = ponto de referência da ferramenta (geralmente ponta da ferramenta).
Calibração:
- Standard "4-point method": robô move-se para tocar um ponto fixo com diferentes orientações.
- Software calcula offset da ferramenta vs flange do robô.
- Crítico para precisão.
Configuração:
- XYZ offset.
- Orientação (Rx, Ry, Rz).
- Massa da ferramenta + centro de gravidade (para compensação dinâmica).
4. Integração com sistemas
4.1 Robot ↔ PLC
Comunicação típica: Profinet (ou EtherNet/IP, Profibus DP).
Dados trocados:
Do PLC para Robô:
- Comando: arrancar programa X.
- Parâmetros: receita, contadores, tipo de peça.
- Sinal de presença: peça pronta para manipular.
Do Robô para PLC:
- Status: idle, em movimento, em erro.
- Posição actual dos eixos.
- Bits de programa: estado interno.
- Resultado: sucesso, falha, sem peça encontrada.
Configuração:
- No PLC: adicionar robô como device Profinet.
- No robô: configurar mapping de I/Os.
- Programa do PLC interage via tags Profinet.
4.2 Robot ↔ Visão computacional
Câmara industrial (Cognex, Keyence, Omron, Sick):
- Foto da zona de trabalho.
- Software identifica objectos:
- Forma.
- Posição XY.
- Orientação (rotação).
- Características (cor, presença/ausência de defeitos).
Comunicação com robô:
- Ethernet com protocolo proprietário.
- Câmara envia coordenadas (X, Y, ângulo).
- Robô ajusta trajectória.
Aplicações:
- Pick from belt: peças não vêm posicionadas.
- Bin picking: peças aleatórias num cesto.
- Inspecção: verificar montagem.
- Identificação: barcodes, QR codes.
4.3 Robot ↔ HMI
Operator panel para:
- Arrancar / parar programa.
- Visualizar status.
- Reconhecer alarmes.
- Configurar parâmetros.
- Diagnóstico.
Conectado por Profinet típicamente.
4.4 Robot ↔ MES / Cloud
Industry 4.0:
- Robôs reportam produção, paragens, alarmes.
- Análise centralizada.
- Manutenção preditiva.
Protocolos: OPC UA, MQTT.
5. Segurança
5.1 Importância
Robôs são perigosos:
- Movimentos a 5 m/s na ponta.
- Forças de centenas de kgf.
- Trajectórias inesperadas em programas novos.
- Operação 24/7.
Acidentes podem ser fatais:
- Esmagamento contra parede.
- Impacto.
- Esmagamento entre robô e máquina.
- Aprisionamento (operador entrou em jaula).
5.2 Regulamentação
Standards:
- ISO 10218-1: requisitos de segurança para robôs industriais.
- ISO 10218-2: requisitos de segurança para sistemas robóticos integrados.
- ISO/TS 15066: cobots especificamente.
- EN ISO 13849: PL de funções de segurança.
- Directiva Máquinas 2006/42/CE: aplicável a células robóticas como máquinas.
5.3 Robôs industriais clássicos
Em jaula:
- Cell (célula): robô + ferramentas + cintura de protecção.
- Jaula (barreira física): grades robustas em volta.
- Porta com interbloqueio: ao abrir, robô pára imediatamente.
- Botão de emergência em vários locais.
- Sinalização: avisos, luzes piscantes durante operação.
Modos de operação:
- Auto: velocidade plena, sem operador na jaula.
- Manual reduced speed (T1): velocidade limitada a 250 mm/s. Operador pode estar dentro com pendant.
- Manual high speed (T2): velocidade plena com operador dentro. Apenas para teste de programa, com regras específicas.
Pendant com dead-man (homem-morto):
- Operador deve manter pressionado o botão.
- Se soltar (ou apertar com força máxima) → robô pára.
- Garantia que operador está consciente e em controlo.
5.4 Cobots
Características de segurança:
- Velocidade limitada (250 mm/s típico).
- Geometria arredondada (sem cantos cortantes).
- Sensores de força em cada eixo:
- Detectam contacto com humano.
- Param em milissegundos.
- Forças limitadas (~150 N máximo conforme tipo de contacto).
- Programação simplificada: teach by demonstration.
Standards ISO/TS 15066 define:
- Forças máximas por parte do corpo (cabeça mais sensível, mais limitada que pernas).
- Pressões máximas (impactos rápidos vs lentos).
- Avaliação de risco específica.
Aplicações:
- Montagem electrónica (apertar parafusos, colocar componentes).
- Pick-and-place leve.
- Inspecção (com câmara na ponta).
- Tarefas repetitivas pesadas para humanos.
5.5 Análise de risco
ISO 12100 + ISO 10218 + ISO/TS 15066:
Passos:
- Identificar perigos específicos da aplicação:
- Pinças, ferramentas perigosas.
- Cargas pesadas.
- Trajectórias.
- Velocidade.
- Estimar risco.
- Aplicar medidas:
- Engenharia (jaulas, barreiras, cobots).
- Procedimentos (LOTO, treino).
- EPI (mínimo, complementar).
- Re-avaliar.
Documentação: ficheiro técnico da célula, marcação CE.
5.6 LOTO em robôs
Antes de qualquer manutenção:
- Parar programa.
- Aceder painel de controlo.
- Cortar electricidade (interruptor principal + cadeado).
- Despressurizar ar comprimido se aplicável.
- Verificar energia residual (capacitores no drive — esperar 5 min).
- Calço mecânico se carga suspensa.
- Etiqueta LOTO.
- Trabalhar.
- Restabelecer apenas o técnico que bloqueou.
6. Manutenção
6.1 Plano
Diária (operador):
- Inspecção visual.
- Ruído anormal?
- End effector íntegro?
- Cabos da ferramenta sem danos?
Semanal:
- Limpeza geral (sem solventes agressivos).
- Cabos verificados (zonas de movimento mais).
- Verificar parafusos.
Mensal:
- Lubrificação dos eixos / redutores (conforme manual).
- Backup do programa (em PC + servidor).
- Verificar bateria do controlador (mantém memória).
Semestral:
- Calibração de TCP (verificar precisão).
- Verificação de folga nos redutores.
- Termografia dos motores.
Anual:
- Calibração geométrica completa.
- Substituição de filtros (em aplicações pneumáticas).
- Análise de óleo dos redutores (em modelos com banho de óleo).
- Verificação de cabos detalhada.
A cada 5 anos:
- Substituição preventiva de redutores (vida típica 20-30 000 h).
- Renovação de cabos do braço.
- Bateria do controlador.
6.2 Avarias comuns
| Sintoma | Causa |
|---|---|
| Erro de posição | Encoder desviado, redutor com folga, colisão |
| Vibração | Mecânica, balanceamento incorrecto da ferramenta |
| Robô lento / fraco | Sobreaquecimento, lubrificação inadequada |
| Não comunica | Cabo Ethernet, configuração |
| Erro de TCP | Calibração desviada após colisão |
| Para em meio do programa | Sensor detectou anomalia, timeout |
| Servomotor avariado | Vida útil, sobrecarga |
| Cabos do braço partidos | Movimento constante, dobras |
6.3 Vida útil
| Componente | Vida típica |
|---|---|
| Servomotores | 30-50 000 h |
| Redutores harmónicos | 10-30 000 h |
| Encoders | 50 000 h+ |
| Cabos do braço | 5-10 anos |
| Travões | 20-30 anos |
| Controlador | 15-20 anos |
Robô bem mantido: 20+ anos.
6.4 Backup do programa
Crítico:
- Programas RAPID/KRL/etc.
- Parâmetros do robô.
- Pontos guardados.
- Configurações.
- Receitas.
Onde:
- PC do programador.
- Servidor da empresa.
- Cartão de memória do controlador.
Frequência: após cada modificação significativa + mensal mínimo.
Apêndice A · Glossário
- DOF — Degrees of Freedom.
- TCP — Tool Center Point.
- WObj — Work Object.
- MoveJ, MoveL, MoveC — tipos de movimento.
- Cobot — Collaborative Robot.
- End effector — ferramenta na ponta.
- HD — Harmonic Drive (redutor).
- PLC — Programmable Logic Controller.
- PMSM — Permanent Magnet Synchronous Motor.
- Teach pendant — dispositivo manual de programação.
Apêndice B · Recursos
- ABB RobotStudio: gratuito para 30 dias, simulação 3D.
- FANUC RoboGuide: simulação.
- YouTube: canais ABB Robotics, FANUC, KUKA.
- Cursos: ABB University, FANUC Academy.
- Comunidades: Reddit r/robotics, Stack Exchange Robotics.
Apêndice C · Standards principais
- ISO 10218-1/2: segurança industrial.
- ISO/TS 15066: cobots.
- ISO 9283: performance e teste.
- EN ISO 13849: PL de segurança.
- ISO 8373: vocabulário.