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Planificação modular · UC03647

Criar hipotestes à adaptação ao meio aquático

Curso: Técnico/a de Desporto Carga: 25h Créditos: 2.25 Tempos: 30 × 50 min Sessões: 17
Proposta de distribuição para tempos letivos de 50 minutos (25h ≈ 30 tempos). Ajuste a blocos de 45 ou 90 minutos e ao calendário da sua escola; os conteúdos seguem os materiais da UC e os objetivos o referencial oficial, a sequência é uma sugestão.

Planificação sessão a sessão

AulaTemposSessãoConteúdosObjetivos (referencial)Recursos AulifyAvaliação
12Adaptação ao meio aquático e criar hipótesesApresentação da unidade, dos conteúdos e dos critérios de avaliação. Diagnóstico inicial. O que é a adaptação ao meio aquático, contextos de intervenção (escolas, AEC, clubes, associações, piscinas), papel do técnico e a ideia central de criar hipóteses («Se..., então..., porque...»).Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.». Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático · observação e análise de variáveis, hipóteses e critérios de intervenção para a elaboração de exercícios diferenciados,». A sessão introduz a lógica da unidade: observar, formular hipóteses, testar e avaliar.🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 1 e introduçãoDiagnóstica (diagnóstico inicial) e formativa (observação e perguntas orais).
22Terminologia, física da água e reações do corpo à imersãoTerminologia: espaço e instalação, material auxiliar, posições e movimentos. A água: características físicas, pressão hidrostática, frio, calor e termorregulação, fundamentos de mecânica dos fluidos. O corpo humano reage à imersão; posição natural e comportamentos de quem não se adaptou; medo, ansiedade e confiança.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.». Conhecimentos: «Terminologia específica da modalidade.»; «Água · características físicas.»; «Fundamentos de mecânica dos fluidos.»; «Comportamento do ser humano na água e suas características.». Aptidões: «Identificar o vocabulário técnico e terminologia específica da natação.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 2 a 4Formativa (observação e perguntas orais).
32Flutuação e equilíbrio estáticoPrincípio de Arquimedes (impulsão I), do que depende a flutuabilidade, pulmões, volume residual e capacidade residual funcional. Centro de gravidade e centro de flutuação, binário que afunda as pernas, estratégias para melhorar o equilíbrio estático. Exemplos resolvidos: flutua ou afunda? e o binário que afunda as pernas.Realizações: «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão.»; «Flutuabilidade e equilíbrio estático.». Vertente de física dos princípios que o protocolo técnico de avaliação (flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão) depois verifica.🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 5Formativa (exercícios resolvidos e perguntas orais).
42Resistência hidrodinâmica, equilíbrio dinâmico e propulsãoResistência hidrodinâmica, três tipos de resistência, exemplo resolvido sobre duplicar a velocidade, posição fusiforme e deslize. Equilíbrio dinâmico, propulsão, velocidade, frequência e distância por ciclo. Sequência do equilíbrio estático ao dinâmico.Realizações: «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão.»; «Resistência hidrodinâmica.»; «Equilíbrio dinâmico e propulsão.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 6 e 7Formativa (exemplos resolvidos e perguntas orais).
51Ficha 01: a água, a flutuação, a resistência e a propulsãoResolução orientada da Ficha 01: correção de uma instrução de aula, propriedades da água e consequências pedagógicas, pressão hidrostática, volume e flutuação, binário, resistência, tipos de resistência e frequência, distância por ciclo e hipótese.Realizações: «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Terminologia específica da modalidade.»; «Água · características físicas.»; «Princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão.»; «Resistência hidrodinâmica.». Consolidação dos conteúdos das sessões 2 a 4.📝 Ficha 01 · A água, a flutuação, a resistência e a propulsão🎨 SlidesFormativa (Ficha 01).
62Variáveis, caracterização, experiência prévia e hipóteses diferenciadasVariáveis que influenciam a adaptação, caracterização dos participantes, nível de experiência prévia, o ciclo da hipótese, critérios de intervenção e exemplo resolvido de hipóteses diferenciadas.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.». Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático · observação e análise de variáveis, hipóteses e critérios de intervenção para a elaboração de exercícios diferenciados,». Aptidões: «Enumerar as variáveis que influenciam a adaptação à água.»; «Recolher os dados de caracterização dos participantes.»; «Identificar o nível de experiência prévia dos participantes em atividades aquáticas.»; «Testar hipóteses de treino diferenciadas.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 8🧩 Mini-projeto · Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquáticoFormativa (observação e exercícios).
72Habilidades motoras aquáticas básicasAs quatro habilidades motoras aquáticas básicas. Equilíbrio: eixos e progressão. Respiração e imersão. Estratégias de submersão e flutuação. Entrar e sair da água. Deslocamentos e propulsão. Manipulações: partidas, viragens e chegadas.Realizações: «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.». Conhecimentos: «Habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Equilíbrio.»; «Respiração (imersão).»; «Propulsão · salto para a água.»; «Manipulações · viragens, partidas e chegadas.». Aptidões: «Descrever as habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Executar técnicas de entrada na água.»; «Executar as várias posições do corpo na água.»; «Executar os deslocamentos na água.»; «Executar exercícios de progressão e deslocação na água.»; «Executar técnicas de início de respiração.»; «Elaborar estratégias de submersão e flutuação.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 9 e 10Formativa (observação da execução e exercícios).
82Métodos, planeamento, execução e protocolo de avaliaçãoMétodos de aprendizagem, diferenciar e escolher o método, progressões, proposta metodológica em sete etapas. Planear: três níveis e objetivos. Estrutura de uma sessão, princípios da execução, avaliação com três funções, protocolo técnico de avaliação e exemplo resolvido de interpretação do protocolo.Realizações: «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Técnicas de planeamento, execução e avaliação.»; «Proposta metodológica para a adaptação ao meio aquático ·progressões e avaliação para as diversas habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Terminologia específica da modalidade.». Aptidões: «Distinguir os métodos de aprendizagem para adaptação ao meio aquático.»; «Diferenciar os métodos de aprendizagem para adaptação ao meio aquático.»; «Avaliar as competências-base para a adaptação ao meio aquático.»; «Definir os objetivos do treino.»; «Planear, executar e avaliar o treino de iniciação às técnicas alternadas.»; «Transmitir as regras, indicações metodológicas e técnicas.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 11 e 12Formativa (observação e exercícios).
92Bebés (6 a 24 meses) e intervenção dos paisBebés (6 a 24 meses): especificidades, princípios da intervenção, metodologia de uma sessão, intervenção dos pais. Nado «automático», reflexo epiglotal (fecho glótico) e extensão cervical. Quadro-resumo e reação se o bebé engole água.Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático com bebés · especificidades e metodologia específica.»; «Adaptação ao meio aquático para bebés (6-24 meses).»; «Intervenção dos pais no processo ensino-aprendizagem.»; «Promoção do nado “automático”.»; «Promoção do reflexo epiglotal.»; «Promoção da extensão cervical.». Aptidões: «Aplicar técnicas de comunicação assertiva com as crianças e os pais.». Doutrina da unidade: o reflexo perde-se nos primeiros meses e nunca é garantia de segurança; dos 6 aos 24 meses só se observa e se explica aos pais.🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 13Formativa (observação e perguntas orais).
102Dos 24 meses em diante e formação de base e técnicaEntre os 24 meses e os 3 anos, sessão para 2 anos e meio (30 min), acima dos 3 anos. Formação de base, fase aquisitiva e fase de domínio, formação técnica e tipos de formação, iniciação ao crol e às costas, exemplo resolvido de unidade de iniciação ao crol e quando passar de fase.Realizações: «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.». Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático · entre os 24 meses e os 3 anos.»; «Adaptação ao meio aquático · mais de 3 anos.»; «Formação de base.»; «Fase aquisitiva.»; «Fase de domínio.»; «Formação técnica.». Aptidões: «Distinguir a fase aquisitiva da fase de domínio e respetivos tipos de formação.»; «Planear, executar e avaliar o treino de iniciação às técnicas alternadas.»; «Transmitir as regras, indicações metodológicas e técnicas.».🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 14 e 15Formativa (observação e exercícios).
112Comunicação, segurança, salvamento e normasComunicação assertiva, feedback contínuo, construtivo e motivacional, o que desmotiva, exemplo resolvido do pai preocupado, atitudes profissionais. Segurança: quatro pilares, enquadramento legal e organizativo, vigilância e sinais de perigo, técnicas de salvamento, cadeia de socorro, normas de segurança em aula, regras e normas definidas, erros comuns e boas práticas.Conhecimentos: «Técnicas de salvamento.»; «Normas de segurança.»; «Regras e normas definidas.». Aptidões: «Aplicar técnicas de comunicação assertiva com as crianças e os pais.»; «Aplicar as técnicas de salvamento.»; «Aplicar as normas de segurança.»; «Aplicar as regras e normas definidas.». Critérios de desempenho: comunicar com as crianças e os pais com feedback contínuo, construtivo e motivacional; garantir a segurança dos participantes.🎨 Slides📖 Sebenta · cap. 16 e 17Formativa (observação, exercícios e simulação de situações).
121Ficha 02: hipóteses, habilidades, bebés, métodos e segurançaResolução orientada da Ficha 02: variáveis, hipótese testável, método, plano de sessão, comparação de duas avaliações, bebés e o que dizer aos pais, fases da formação de base e segurança numa situação nova.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.»; «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático · observação e análise de variáveis, hipóteses e critérios de intervenção para a elaboração de exercícios diferenciados,»; «Técnicas de planeamento, execução e avaliação.»; «Proposta metodológica para a adaptação ao meio aquático ·progressões e avaliação para as diversas habilidades motoras aquáticas básicas da natação.». Consolidação dos conteúdos das sessões 6 a 11.📝 Ficha 02 · Hipóteses, habilidades, bebés, métodos e segurança🎨 SlidesFormativa (Ficha 02).
131Consolidação e sínteseSíntese da unidade pela sebenta: do princípio físico à hipótese, do método ao protocolo, dos bebés à segurança. Esclarecimento de dúvidas e preparação do mini-projeto.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.»; «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Síntese transversal das três realizações do referencial.📖 Sebenta · síntese🎨 SlidesFormativa (perguntas orais e esclarecimento de dúvidas).
142Mini-projeto: caracterização e hipóteses (Fases 1 e 2)Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquático: ficha de caracterização e escala de experiência prévia, análise das variáveis e formulação de três hipóteses diferenciadas com critério de teste e prazo.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.». Conhecimentos: «Adaptação ao meio aquático · observação e análise de variáveis, hipóteses e critérios de intervenção para a elaboração de exercícios diferenciados,». Aptidões: «Recolher os dados de caracterização dos participantes.»; «Identificar o nível de experiência prévia dos participantes em atividades aquáticas.»; «Testar hipóteses de treino diferenciadas.».🧩 Mini-projeto · Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquático🎨 SlidesSumativa (mini-projeto, em curso).
152Mini-projeto: planeamento e protocolo de avaliação (Fases 3 e 4)Planeamento de uma unidade de cinco sessões com objetivos S.M.A.R.T., métodos e progressões; preparação do protocolo de avaliação e simulação da avaliação inicial e final.Realizações: «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Conhecimentos: «Técnicas de planeamento, execução e avaliação.»; «Proposta metodológica para a adaptação ao meio aquático ·progressões e avaliação para as diversas habilidades motoras aquáticas básicas da natação.». Aptidões: «Definir os objetivos do treino.»; «Planear, executar e avaliar o treino de iniciação às técnicas alternadas.»; «Diferenciar os métodos de aprendizagem para adaptação ao meio aquático.».🧩 Mini-projeto · Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquático🎨 SlidesSumativa (mini-projeto, em curso).
161Mini-projeto: segurança e comunicação (Fase 5)Plano de segurança (prevenção, vigilância, intervenção e comunicação) e guião de comunicação aos pais.Conhecimentos: «Técnicas de salvamento.»; «Normas de segurança.»; «Regras e normas definidas.». Aptidões: «Aplicar técnicas de comunicação assertiva com as crianças e os pais.»; «Aplicar as normas de segurança.». Critérios de desempenho: comunicar com as crianças e os pais com feedback contínuo, construtivo e motivacional; garantir a segurança dos participantes.🧩 Mini-projeto · Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquático🎨 SlidesSumativa (mini-projeto, em curso).
172Mini-projeto: dossiê, apresentação e reflexão (Fase 6)Compilação do dossiê, apresentação à turma das hipóteses e dos resultados, reflexão final e balanço da unidade.Realizações: «Analisar os diferentes fatores que podem influenciar o processo de adaptação dos participantes ao meio aquático.»; «Aplicar os critérios de intervenção para aquisição de habilidades motoras aquáticas básicas da natação.»; «Aplicar o protocolo técnico de avaliação dos resultados do cumprimento dos princípios físicos básicos de flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão na natação desportiva.». Integração das três realizações do referencial.🧩 Mini-projeto · Dossiê de hipóteses de adaptação ao meio aquáticoSumativa (mini-projeto: dossiê, apresentação e reflexão).

Sumários prontos a copiar

Aula 1Apresentação da unidade de competência, dos conteúdos, do mini-projeto e dos critérios de avaliação. Diagnóstico inicial dos conhecimentos e da experiência da turma em atividades aquáticas. Conceito de adaptação ao meio aquático (familiarização afetiva, habilidades motoras básicas, autonomia e segurança) como base de todas as técnicas. Contextos de intervenção e o que muda na organização em cada um. Papel do técnico: observador, analista, planeador, comunicador e garante da segurança, com remissão para a legislação e os regulamentos na redação em vigor. Hipótese como afirmação testável (observação, proposta e critério de teste) e formulação «Se..., então..., porque...».
Aula 2Vocabulário comum da modalidade para o espaço e a instalação (pista, cais, parede, bloco, zona de pé e de não pé), para o material auxiliar e para as posições e movimentos, e a sua importância para dar instruções sem ambiguidade. Características físicas da água (fluido, densidade, viscosidade), pressão hidrostática, condução do calor e termorregulação, e consequências pedagógicas de cada uma. Reações do corpo à imersão, posição natural do corpo na água e comportamentos típicos de quem ainda não se adaptou. Medo, ansiedade e confiança como fatores a observar e a respeitar.
Aula 3Princípio de Arquimedes: a impulsão, escrita I, é a força vertical para cima igual ao peso do fluido deslocado; comparação entre a densidade média do corpo e a da água para decidir se flutua, está em equilíbrio neutro ou afunda. Fatores de que depende a flutuabilidade, papel dos pulmões, do volume residual e da capacidade residual funcional. Centro de gravidade e centro de flutuação, binário que afunda as pernas e equilíbrio estável, instável e indiferente. Estratégias pedagógicas para melhorar o equilíbrio estático. Resolução dos exemplos «flutua ou afunda?» e «o binário que afunda as pernas».
Aula 4Resistência hidrodinâmica, os três tipos de resistência (de forma, de ondas e de atrito), resistência passiva e ativa, e como a posição fusiforme e o deslize a reduzem. Resolução do exemplo sobre o efeito de duplicar a velocidade. Equilíbrio dinâmico e propulsão pelas pernas e pelos braços; relação entre velocidade, frequência e distância por ciclo. Sequência de trabalho do equilíbrio estático ao equilíbrio dinâmico.
Aula 5Resolução orientada dos exercícios da Ficha 01: correção de uma instrução de aula com a terminologia da modalidade; ligação entre propriedades da água e consequências pedagógicas; pressão hidrostática, flutuação e binário; previsão e comparação da resistência, tipos de resistência numa criança; frequência, distância por ciclo e hipótese. Discussão dos erros mais frequentes e esclarecimento de dúvidas.
Aula 6Variáveis que influenciam a adaptação à água (indivíduo, experiência, emocionais, tarefa, ambiente, familiares e técnico). Recolha dos dados de caracterização dos participantes e identificação do nível de experiência prévia em atividades aquáticas. Ciclo da hipótese: observar, formular, testar, avaliar e rever. Critérios de intervenção para exercícios diferenciados e resolução do exemplo de hipóteses diferenciadas, com variável principal, critério de teste e prazo. Arranque do mini-projeto com a ficha de caracterização (Fase 1).
Aula 7Descrição das quatro habilidades motoras aquáticas básicas: equilíbrio, respiração (imersão), propulsão e manipulações. Equilíbrio segundo os eixos longitudinal, transversal e ântero-posterior, com progressão até à recuperação do equilíbrio. Respiração e imersão por fases: expirar na água e inspirar fora, sem apneia prolongada nem hiperventilação, e a submersão só com autonomia comprovada e supervisão. Estratégias de submersão e flutuação como plano ajustado a cada criança. Formas de entrada e de saída da água, verificando sempre a profundidade, a saída e o campo livre antes de qualquer entrada. Deslocamentos e propulsão, erros comuns da pernada e sua correção. Partidas, viragem simples em quatro tempos e chegadas.
Aula 8Métodos de aprendizagem (global, analítico, misto, lúdico, descoberta guiada, demonstração e imitação, com apoio de material) e critérios para os diferenciar e escolher: idade, nível, objetivo, grupo e recursos. Progressões e proposta metodológica em sete etapas. Planeamento a três níveis, formulação de objetivos, estrutura de uma sessão e princípios da execução. Avaliação diagnóstica, formativa e sumativa e avaliação das competências-base. Protocolo técnico de avaliação (flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão) com escala de 0 a 3, aplicado sempre nas mesmas condições, e resolução do exemplo de interpretação do protocolo.
Aula 9Especificidades do bebé (6 a 24 meses): dependência total de um adulto dentro da água, termorregulação imatura, controlo da cabeça e do tronco em desenvolvimento e comunicação não verbal. Princípios da intervenção: segurança com contacto permanente, pais como parceiros, prazer e vínculo, ritmo do bebé e sessões curtas que terminam ao primeiro sinal de frio ou cansaço. Metodologia de uma sessão, com rituais fixos, flutuação com apoio e a cabeça sempre apoiada. Intervenção dos pais antes, durante e depois da sessão. O nado «automático» e o reflexo epiglotal são reflexos precoces que se perdem nos primeiros meses, não são competências nem garantia de segurança: dos 6 aos 24 meses só se observam e se explicam aos pais, sem prometer que o bebé aprende a nadar nem tratar a submersão como procedimento banal. Extensão cervical e apoio permanente da cabeça e do pescoço. Reação se o bebé engole água: interromper, verticalizar, observar, acionar o plano de emergência e o 112 perante dificuldade persistente, informar os pais e registar.
Aula 10Características e implicações pedagógicas entre os 24 meses e os 3 anos (jogo, rituais, adulto de referência próximo, instruções curtas) e exemplo de sessão para 2 anos e meio, com tempos que somam a duração prevista. Acima dos 3 anos: grupos por nível e não só por idade, progressões claras e critérios de passagem. Formação de base, fase aquisitiva e fase de domínio, formação técnica e tipos de formação, com os respetivos objetivos. Iniciação ao crol e às costas, resolução do exemplo de unidade de iniciação ao crol e critérios para decidir quando passar de fase.
Aula 11Comunicação assertiva com crianças e pais; feedback contínuo, construtivo e motivacional (descritivo, valorizador e propositivo) e o que desmotiva; resolução do exemplo do pai preocupado. Atitudes profissionais. Segurança assente em quatro pilares: prevenção, vigilância, intervenção e comunicação, com braçadeiras e flutuadores apenas como auxiliares de aprendizagem e nunca como dispositivos de segurança. Enquadramento legal e organizativo: valores, periodicidades e rácios constam da legislação na redação em vigor e do regulamento da instalação, que prevalece em caso de dúvida. Vigilância ativa e sinais de perigo (o afogamento é muitas vezes silencioso). Cadeia de socorro: alcançar ou lançar primeiro, entrar só como última opção e com formação e meios, alertar e acionar o 112 de imediato, verificar, SBV em formação certificada, comunicar e registar. O técnico de adaptação não é nadador-salvador. Normas de segurança em contexto de aula, origens das regras e normas definidas, erros comuns e boas práticas finais.
Aula 12Resolução orientada dos exercícios da Ficha 02: organização das variáveis de um caso, escrita de uma hipótese testável com critério de teste e prazo, escolha e justificação do método, plano de sessão com tempos que somam a duração prevista, comparação de duas avaliações pelo protocolo, comunicação com os pais sobre bebés sem promessas, fases da formação de base e segurança numa situação nova. Discussão dos erros mais frequentes e esclarecimento de dúvidas.
Aula 13Síntese dos fundamentos físicos (flutuação, resistência e propulsão), do processo de observar, formular hipóteses com critério de teste e avaliar com o protocolo técnico, das habilidades motoras aquáticas básicas, das especificidades por idade (incluindo a doutrina sobre os bebés) e da segurança, com a cadeia de socorro. Esclarecimento de dúvidas e orientação para o mini-projeto.
Aula 14Desenvolvimento das fases 1 e 2 do mini-projeto: construção e preenchimento da ficha de caracterização, classificação de cada participante na escala de experiência prévia, análise das variáveis de cada caso e formulação de três hipóteses diferenciadas («Se..., então..., porque...») com critério de teste e prazo, partindo dos dados do grupo próprio, com justificação pela física de pelo menos uma delas.
Aula 15Desenvolvimento das fases 3 e 4 do mini-projeto: definição de objetivos S.M.A.R.T., escolha de métodos e progressões, escrita das cinco sessões com tempos que somam a duração prevista e tarefas de equilíbrio, respiração e imersão, propulsão e uma manipulação. Preparação da grelha do protocolo técnico de avaliação (flutuação, equilíbrio, resistência e propulsão), com escala de 0 a 3 e condições de aplicação iguais no início e no fim, e simulação da avaliação inicial e final com dados do grupo.
Aula 16Desenvolvimento da fase 5 do mini-projeto: plano de segurança com regras curtas e positivas, contagens, sinal convencionado, verificação prévia das entradas, cadeia de socorro (alcançar ou lançar primeiro, alertar e acionar o 112 de imediato) e remissão para o regulamento da instalação e para a legislação na redação em vigor, sem números. Guião de comunicação aos pais com feedback descritivo, valorizador e propositivo, sem promessas de resultados rápidos.
Aula 17Fase 6 do mini-projeto: compilação do dossiê, apresentação à turma das hipóteses e dos resultados do protocolo de avaliação e reflexão final (a hipótese mais difícil de formular com critério de teste, o que fazer se não for confirmada e o papel da segurança nas escolhas). Avaliação segundo os critérios do projeto e balanço da unidade.