NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um modelo "bonito" no ecrã pode ter malha aberta ou invertida
- erro comum: exportar STL com resolução baixa e a peça sair com defeitos que não estavam no CAD
- exemplo/analogia: o STL está para o CAD como uma fotografia está para uma pessoa
NOTAS DO PROFESSOR
- demonstrar a exportação de um sólido simples para STL e mostrar o número de triângulos
- erro comum: confundir malha de alta resolução com qualidade de malha; uma malha densa pode continuar aberta
- exemplo: abrir um STL com um furo propositado num visualizador e mostrar como o fatiador reage
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar as três famílias e pedir exemplos de cada uma vividos pelos alunos
- erro comum: achar que o fabrico aditivo é sempre a opção mais barata; para grandes séries simples, a injeção continua a ganhar
- exemplo/analogia: esculpir em pedra (subtrativo) vs empilhar tijolos (aditivo) vs moldar barro num molde (formativo)
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: "cadeia de processos de fabrico" é um conhecimento do referencial, não é só carregar em imprimir
- erro comum: esquecer o passo 5 (controlo de qualidade) e entregar a peça sem a medir
- exemplo: mostrar a mesma peça em três estados: recém-saída da máquina, com suportes, e depois de acabada
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: usar sempre a sigla correta (MEX, VPP, PBF...) em vez de nomes comerciais
- erro comum: tratar "impressão 3D" como uma técnica única; são sete famílias com regras próprias
- exemplo: pedir à turma para classificar FDM, SLA e SLS nas categorias certas
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que estas quatro são as estudadas em detalhe na UC
- erro comum: assumir que uma regra de uma categoria se aplica a outra só porque "também é impressão 3D"
- exemplo: mostrar peças reais (ou fotos) das quatro categorias lado a lado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o ângulo crítico de 45° como valor de referência a decorar
- erro comum: escolher PLA para uma peça que vai apanhar sol ou calor; amolece
- exemplo/analogia: o filamento é como uma cola quente muito fina, depositada linha a linha
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: refazer o cálculo passo a passo no quadro, nunca só o resultado
- erro comum: confundir volume da caixa envolvente com volume real de material (depende do enchimento)
- exemplo/analogia: custo de uma peça impressa = ingredientes + tempo de forno + tempo de decorar
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: sem furos de drenagem, a resina não curada fica presa dentro da peça oca
- erro comum: esquecer que "flutuante" precisa de suporte mesmo acima do ângulo crítico
- exemplo/analogia: o tanque de resina é como um lago; a peça é "puxada" da superfície camada a camada
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: resolução fina tem um preço, mais camadas para a mesma altura
- erro comum: esquecer os furos de drenagem numa peça oca; fica pesada e mal curada
- exemplo: mostrar uma peça oca sem furo com resina líquida presa lá dentro
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: "sem suportes" não é o mesmo que "sem regras"
- erro comum: esquecer o furo de purga numa cavidade fechada; o pó fica preso e invisível até se partir a peça
- exemplo/analogia: o pó em SLS é como areia de praia à volta de um castelo de areia molhada
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a geometria complexa é o argumento certo para escolher SLS
- erro comum: replicar em SLS uma peça pensada para moldação sem repensar a forma
- exemplo: comparar a grelha em SLS com uma versão simplificada, mais fácil de fabricar noutro processo
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: em metal, suportes não são opcionais como em SLS, mesmo havendo pó à volta
- erro comum: aplicar a regra "sem suportes" do SLS ao LPBF só porque ambos usam leito de pó
- exemplo: mostrar uma peça LPBF ainda presa à placa, com os suportes visíveis
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: refazer o cálculo e a verificação de tolerância com a turma
- erro comum: comparar o custo do LPBF diretamente com o do FFF sem justificar pela geometria impossível de maquinar
- exemplo: mostrar os três furos angulados internos que a maquinagem convencional não conseguiria fazer numa só operação
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a contração é prevista com um fator de escala aplicado no CAD, não é defeito
- erro comum: confundir contração esperada com deformação por erro de processo
- exemplo: mostrar o mesmo modelo com e sem fator de escala aplicado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a diferença entre os dois tipos de "sem suporte estrutural" vs "com suporte removível"
- erro comum: escolher MJT para uma peça funcional em série pela alta qualidade visual, ignorando o custo do processo
- exemplo: comparar um puxador em MJT (protótipo de apresentação) com o mesmo em BJT (versão metálica funcional)
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a pergunta certa não é "qual a melhor impressora", é "qual o melhor par material-processo"
- erro comum: escolher pelo equipamento disponível na oficina, sem verificar a função
- exemplo: pedir à turma para justificar FFF vs SLA para um protótipo de apresentação
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que esta comparação é uma aptidão avaliada: enumerar vantagens e limitações
- erro comum: apresentar só vantagens ao cliente e esconder as limitações do processo escolhido
- exemplo: simular uma reunião em que o aluno justifica a escolha do processo a um cliente cético
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que este é um critério de desempenho avaliado: seguir etapas, não saltar direto para o CAD
- erro comum: desenhar como se fosse para maquinar e só depois "adaptar" ao aditivo
- exemplo/analogia: escrever um texto: primeiro as ideias, só depois a ortografia
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a ordem: ideação livre primeiro, restrições do processo depois
- erro comum: aplicar mentalmente as regras de maquinagem (cantos vivos, paredes constantes) por hábito
- exemplo: mostrar duas versões da mesma peça, uma "pensada em maquinagem" e outra "pensada em aditivo"
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o valor de 45° como referência a decorar para FFF e LPBF
- erro comum: aplicar o ângulo crítico de um processo a outro
- exemplo: fazer a turma medir o ângulo de uma saliência num desenho e decidir se precisa de suporte
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a orientação depende de conhecer a direção da carga principal da peça
- erro comum: escolher a orientação só pelo tempo de impressão, ignorando a resistência final
- exemplo: mostrar a mesma pega quebrada por má orientação e explicar porquê
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o valor prático de 15:1 como referência, não como norma fixa
- erro comum: desenhar um furo circular grande em vez de losango/gota nas geometrias autoportantes
- exemplo: comparar um furo circular de 12 mm (precisa de suporte) com a versão em gota
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: estas três técnicas exploram a liberdade de forma que só o aditivo oferece
- erro comum: aplicar otimização topológica sem manter os pontos de fixação e a rigidez exigida
- exemplo/analogia: otimização topológica é como esculpir, remover tudo o que não é preciso
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a diferença entre malha densa (muitos triângulos) e malha de qualidade (fechada e coerente)
- erro comum: usar sempre os parâmetros por defeito do fatiador sem os adequar à peça
- exemplo: mostrar uma malha com um furo e o que acontece ao fatiar
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: menos suportes reduz tempo de fabrico E tempo de pós-processamento
- erro comum: julgar que só a orientação inicial "óbvia" (a mais estável na mesa) é a certa
- exemplo: mostrar o mesmo modelo fatiado em duas orientações e comparar o volume de suportes
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o pós-processamento faz parte da decisão de processo, não é um extra opcional
- erro comum: comparar preços de fabrico entre processos sem incluir o pós-processamento
- exemplo: comparar o LPBF (pós pesado) com o FFF (pós leve) no mesmo quadro
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o argumento de negócio: menos stock parado à espera de peças de reposição
- erro comum: achar que o fabrico aditivo é automaticamente "mais sustentável" sem olhar ao ciclo de vida completo
- exemplo: discutir o caso de uma peça de reposição de equipamento antigo, difícil de encontrar no mercado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar com seriedade: pó metálico em suspensão é risco de explosão real
- erro comum: aceitar "sopra-se com ar comprimido" como resposta válida de um aluno
- exemplo/analogia: pó metálico fino no ar é como farinha numa padaria mal ventilada
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a ordem importa: pensar em aditivo antes de modelar, não depois
- erro comum: tratar o DfAM como uma checklist de fim de projeto, em vez de guiar a modelação desde o início
- exemplo: anunciar as fichas e o mini-projeto, onde esta cadeia é aplicada de ponta a ponta