NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: interpretar o briefing é uma aptidão avaliada, não um passo burocrático.
- Erro comum: começar a desenhar sem confirmar o objetivo da imagem (vender, informar, fidelizar).
- Exemplo: um briefing que pede "uma imagem para o Instagram" sem dizer se é post, story ou anúncio já está incompleto.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar duas publicações da mesma marca, uma consistente e outra "fora da linha", e pedir à turma para apontar as diferenças.
- Erro comum: usar uma cor "parecida" com a da marca em vez do código exato (hexadecimal).
- Perguntar: porque é que uma marca proíbe distorcer o logótipo? (perda de identidade e de profissionalismo).
NOTAS DO PROFESSOR
- Exemplo: uma promoção de material escolar comunica de forma diferente a pais (praticidade, preço) e a adolescentes (estilo, identidade).
- Erro comum: escolher imagens genéricas de banco de imagens que não representam o público real da marca.
- Exercício rápido: dado um produto, a turma descreve em 3 frases o público-alvo antes de pensar na imagem.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar uma imagem de campanha e pedir à turma para identificar por onde o olhar entra e sai.
- Erro comum: encher a imagem de elementos com o mesmo peso visual, sem hierarquia nem ponto focal.
- Analogia: a narrativa visual é como o primeiro parágrafo de uma notícia, tem de captar a atenção primeiro.
NOTAS DO PROFESSOR
- Sobrepor a grelha dos terços numa fotografia de produto e mostrar como move o ponto focal.
- Erro comum: centrar tudo por hábito, sem testar composições assimétricas.
- Exercício: apontar o espaço negativo em duas imagens de campanhas conhecidas.
NOTAS DO PROFESSOR
- Ligar diretamente ao slide anterior: composição organiza o espaço, hierarquia organiza a atenção.
- Erro comum: pôr o preço, o call-to-action e o logótipo todos com o mesmo destaque.
- Pergunta: numa promoção, o que deve ter mais destaque, o preço ou o nome do produto? Depende do objetivo do briefing.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar o seletor de cor do software e o código hexadecimal a mudar em tempo real.
- Erro comum: escolher a cor "a olho" em vez de copiar o código hexadecimal do manual de marca.
- Curiosidade: #000000 é preto, #FFFFFF é branco, os três canais ao máximo somam branco porque é luz, não tinta.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar exemplos de campanhas com esquema complementar (alto contraste, chama atenção) e monocromático (elegante, discreto).
- Erro comum: usar mais de 3-4 cores principais numa mesma peça, criando ruído visual.
- Perguntar: que cor associam a saldos/promoção? (normalmente vermelho ou laranja, urgência).
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar o mesmo texto em tamanho confortável e em tamanho ilegível no ecrã de um telemóvel.
- Erro comum: misturar 4 ou 5 tipos de letra diferentes na mesma imagem.
- Exemplo: texto claro sobre fundo claro, ou escuro sobre escuro, falha o contraste mínimo de leitura.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar um ícone "skeuomórfico" antigo (ex.: um bloco de notas com textura de couro) ao lado de um ícone flat equivalente.
- Erro comum: confundir "simples" com "pobre"; o flat design exige rigor na escolha de cor e forma.
- Curiosidade: o flat design tornou-se dominante quando os ecrãs de alta densidade tornaram as texturas antigas pouco práticas.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar um botão com sombra subtil (material) e o mesmo botão sem sombra (flat) lado a lado.
- Erro comum: achar que material design é "mais bonito" e flat "mais pobre"; são estilos com objetivos diferentes.
- Ligar à identidade da marca: a escolha do estilo tem de respeitar as orientações de marca, não o gosto pessoal.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar a mesma imagem de Instagram Stories a abrir num ecrã de telemóvel e depois "espremida" num monitor largo, para ver a diferença.
- Erro comum: colocar o texto ou o logótipo perto da margem, onde é cortado em ecrãs diferentes.
- Exercício: identificar a "zona segura" central de uma imagem quadrada que sobrevive a qualquer corte.
NOTAS DO PROFESSOR
- Distinguir bem os dois: responsivo adapta-se ao ecrã, inclusivo adapta-se à pessoa. São conceitos diferentes, não sinónimos.
- Erro comum: esquecer o texto alternativo por rotina, tratando-o como opcional.
- Exemplo: um daltónico não distingue vermelho de verde; um gráfico "vermelho = mau, verde = bom" sem outro indicador exclui essa pessoa.
NOTAS DO PROFESSOR
- Ampliar uma imagem raster e uma vetorial ao vivo no software, para a turma ver a diferença de nitidez.
- Erro comum: pedir o logótipo em JPEG e depois não conseguir ampliá-lo sem perder qualidade.
- Pergunta: porque é que um ícone de aplicação é quase sempre criado primeiro em vetorial? (escala para todos os tamanhos de ecrã sem perder qualidade).
NOTAS DO PROFESSOR
- Exportar a mesma imagem em JPEG e PNG e comparar o tamanho do ficheiro em disco.
- Erro comum: exportar um logótipo com texto em JPEG, que introduz "ruído" (artefactos) à volta das letras.
- Curiosidade: o GIF só tem 256 cores na paleta, por isso fotografias em GIF ficam com bandas de cor visíveis.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: estas dimensões mudam com o tempo; o que não muda é o raciocínio de confirmar a proporção antes de produzir.
- Erro comum: usar a mesma imagem quadrada em Stories sem reformatar, ficando com barras vazias em cima e em baixo.
- Exercício: pedir à turma para confirmar a matemática da proporção 1:1 e 16:9 da mesma forma que fizemos para 4:5 e 9:16.
NOTAS DO PROFESSOR
- Distinguir claramente dimensões "exatas" (com razão inteira, como 3:1) de dimensões "de referência" sem razão inteira (como 1200×630).
- Erro comum: aplicar a mesma imagem de Instagram diretamente num banner web sem recortar para a proporção correta.
- Perguntar: porque é que o email tem um limite de peso mais apertado do que uma rede social? (caixas de correio e ligações mais lentas).
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar rapidamente a diferença de interface entre uma ferramenta raster (camadas, pincéis) e uma vetorial (pontos de ancoragem, curvas).
- Erro comum: tentar criar um logótipo de raiz numa ferramenta só raster, perdendo a escalabilidade.
- Sublinhar que Canva e Figma combinam elementos raster e vetoriais na mesma peça, o que as torna práticas para redes sociais.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar uma fotografia de produto antes e depois de correção de cor e remoção de fundo.
- Erro comum: exagerar na saturação ou no contraste, fazendo o produto parecer diferente do real (risco de reclamação do cliente).
- Ligar aos direitos do consumidor: a imagem tem de representar fielmente o produto vendido.
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar um exemplo real (anonimizado) de uma marca notificada por usar uma fotografia sem licença.
- Erro comum: assumir que "encontrei no Google" significa "posso usar".
- Perguntar: qual a diferença entre uma imagem "royalty-free" e uma "de domínio público"? (a primeira ainda pode exigir pagamento único e ter condições; a segunda não tem direitos de autor ativos).
NOTAS DO PROFESSOR
- Ligar à atitude "rigor" do referencial: uma checklist de revisão antes de publicar não é burocracia, é qualidade.
- Erro comum: ignorar sinais de fadiga visual em sessões longas de edição de imagem.
- Perguntar: com que frequência devem surgir formatos novos de imagem? (regularmente; por isso a atualização tecnológica é uma competência permanente, não um curso único).
NOTAS DO PROFESSOR
- Mostrar um painel real (ou simulado) de estatísticas de uma publicação e identificar cada métrica.
- Erro comum: confundir impressões com alcance; são números diferentes e respondem a perguntas diferentes.
- Exercício: dado um conjunto de números, calcular a taxa de interação de uma publicação.
NOTAS DO PROFESSOR
- Fazer um exercício de comparação de duas publicações fictícias e pedir uma recomendação concreta, não uma opinião vaga.
- Erro comum: atribuir sempre o mau desempenho só à imagem, ignorando legenda, horário ou hashtags.
- Ligar à atitude "orientação para o resultado": a avaliação só serve se mudar a próxima produção.