NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o equilíbrio entre rutura e excesso é o fio condutor de toda a UC.
- erro comum: achar que "mais stock é sempre melhor" para nunca faltar nada.
- exemplo/analogia: uma loja que perde uma venda de Natal por rutura, contra um armazém cheio de artigos fora de moda.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a cadeia é interligada: um atraso num elo afeta todos os seguintes.
- erro comum: confundir logística com "só transporte"; é planeamento, execução e controlo.
- exemplo/analogia: um componente eletrónico que atrasa numa fábrica na Ásia atrasa a entrega numa loja em Portugal meses depois.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que stock parado tem custo, mesmo sendo necessário; o objetivo é o nível certo, não zero stock.
- erro comum: tratar stock como puro desperdício, ignorando as funções que cumpre.
- exemplo/analogia: uma papelaria que acumula material escolar em agosto, antes do pico de setembro.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o técnico de vendas e marketing trabalha sobretudo com mercadorias e consumíveis.
- erro comum: confundir matéria-prima (transformada) com mercadoria (revendida tal e qual).
- exemplo/analogia: uma loja de roupa só tem mercadorias e consumíveis (sacos, etiquetas, cabides), nunca matérias-primas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que minimizar só o custo de posse costuma aumentar o custo de rutura, e vice-versa.
- erro comum: achar que o único custo do stock é o preço de compra ao fornecedor.
- exemplo/analogia: perguntar à turma se algum já perdeu uma venda por o produto estar esgotado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a ligação direta com o modelo de Wilson do bloco 6, que soma estes custos.
- erro comum: ignorar o custo de rutura por não aparecer destacado na contabilidade.
- exemplo/analogia: um cliente que muda definitivamente de fornecedor depois de uma rutura mal gerida.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a fórmula exige unidades coerentes: valor com valor, quantidade com quantidade.
- erro comum: dividir o custo das vendas pelo stock final em vez do stock médio.
- exemplo/analogia: uma rotação de 4 significa que o stock "dá a volta" completa 4 vezes por ano.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a relação inversa entre rotação e cobertura; uma confirma a outra.
- erro comum: achar que uma cobertura alta é sempre boa (pode ser stock parado a mais).
- exemplo/analogia: perguntar qual seria a cobertura se a rotação fosse 12 (resposta: cerca de 30 dias).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que esta é a distinção mais confundida pelos alunos nesta UC.
- erro comum: usar quantidade numa parte da fórmula e valor noutra, sem perceber.
- exemplo/analogia: remeter para o exercício resolvido da ficha 01, onde os dois valores divergem por causa de uma subida de preço a meio do ano.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o ponto de encomenda é sobre o NÍVEL de stock atingido, não sobre uma data do calendário.
- erro comum: só encomendar quando o stock chega a zero, provocando rutura.
- exemplo/analogia: e se o prazo de entrega do fornecedor subir para 7 dias, sem mexer no resto? (o ponto de encomenda sobe).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o stock de segurança cobre o "pior caso razoável", não um risco infinito.
- erro comum: pôr o stock de segurança a zero só para poupar custo de posse.
- exemplo/analogia: o que acontece se o fornecedor atrasar 2 dias e não houver stock de segurança nenhum?
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a fórmula equilibra dois custos que puxam em sentidos opostos.
- erro comum: trocar Cε (custo por encomenda) com Ca (custo de posse por unidade) na fórmula.
- exemplo/analogia: o que acontece à QEE se o custo de encomenda descer, por exemplo com encomendas automatizadas online? (a QEE também desce).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar esta verificação cruzada como forma prática de detetar erros de cálculo.
- erro comum: esquecer que o stock médio entre encomendas é QEE/2, e não a QEE inteira.
- exemplo/analogia: perguntar porque é que o stock médio é metade da QEE (o stock varia da QEE até zero entre encomendas consecutivas).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a soma (saída + stock final) tem sempre de bater certo com o total disponível.
- erro comum: não esgotar completamente um lote antes de passar ao seguinte.
- exemplo/analogia: com preços a subir, o FIFO dá sempre o custo de saída mais baixo dos três métodos, porque usa primeiro os preços antigos.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que, com preços a subir, o LIFO dá o custo de saída mais alto e o stock final mais baixo dos três.
- erro comum: usar o LIFO como se fosse aceite na contabilidade oficial portuguesa.
- exemplo/analogia: perguntar o que mudaria nesta ordem se os preços tivessem descido ao longo do tempo em vez de subido.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a ABC prioriza esforço de gestão; não significa deixar de vender os produtos C.
- erro comum: achar que produtos C não interessam à empresa e devem ser descontinuados sem mais análise.
- exemplo/analogia: numa livraria, os bestsellers são tipicamente classe A ou C? (classe A).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o método: ordenar por valor decrescente, acumular percentagens, depois cortar em classes.
- erro comum: ordenar os produtos por quantidade vendida em vez de por valor.
- exemplo/analogia: pedir à turma para classificar um 9.º produto novo, com 200 € de valor anual.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a ordem: encomenda → transporte → fatura → eventual correção.
- erro comum: aceitar mercadoria sem conferir a guia de remessa.
- exemplo/analogia: o que fazer se a guia de remessa não bater certo com a mercadoria realmente recebida?
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar o encadeamento direto com os blocos anteriores (ponto de encomenda e QEE).
- erro comum: encomendar "de cabeça", sem confirmar o stock atual no sistema.
- exemplo/analogia: simular com a turma o preenchimento de uma nota de encomenda real.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que produtos de alta rotação (classe A) beneficiam de acesso fácil e rápido.
- erro comum: guardar todos os produtos da mesma forma, ignorando volume e rotação.
- exemplo/analogia: que tipo de armazenagem convém a um produto perecível? (dinâmica, porque força o FIFO).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a conferência é a última linha de defesa contra erros do fornecedor.
- erro comum: arrumar a mercadoria antes de a conferir por completo.
- exemplo/analogia: chegou uma palete com 2 caixas a menos do que a guia de remessa indica; o que se faz?
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o picking incorreto é a maior fonte de erros na expedição.
- erro comum: expedir sem atualizar o sistema, gerando descoordenação entre o stock físico e o informático.
- exemplo/analogia: como se deteta uma discrepância entre o stock físico e o stock no sistema? (com o inventário).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a maioria das empresas usa os dois tipos de inventário em conjunto.
- erro comum: só inventariar uma vez por ano e não conseguir explicar onde surgiu a quebra.
- exemplo/analogia: uma loja com 3% de quebra anual, é normal? (varia por setor, mas exige sempre investigação).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que são três formas de olhar para o mesmo stock, não três inventários separados.
- erro comum: tratar todos os produtos com a mesma frequência de contagem física.
- exemplo/analogia: um produto A com 5 dias de cobertura é mais urgente do que um produto C com 5 dias de cobertura? (sim, o impacto financeiro é maior).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que a ficha de stock é o mesmo documento que o sistema informático (bloco 12) mantém automaticamente.
- erro comum: confundir a folha de contagem (o registo da contagem física) com a ficha de stock (o histórico de movimentos).
- exemplo/analogia: mostrar a ficha de stock da sebenta (capítulo 11) como modelo a preencher no mini-projecto.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o sistema apoia a decisão, não a substitui.
- erro comum: confiar cegamente no stock do sistema sem confirmar com contagem física.
- exemplo/analogia: perguntar à turma que alertas gostariam de receber automaticamente do sistema.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a ideia de "lixo a entrar, lixo a sair" aplicada aos dados de stock.
- erro comum: atrasar o registo de movimentos "para mais tarde", desatualizando os indicadores.
- exemplo/analogia: o que acontece ao ponto de encomenda se o consumo médio diário estiver desatualizado no sistema?
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar que o uso de EPI não é opcional: é obrigação legal e de segurança.
- erro comum: empilhar acima do limite de segurança só para poupar espaço.
- exemplo/analogia: quem já viu um empilhador a trabalhar sem ninguém a usar colete de alta visibilidade por perto?
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar a ligação entre qualidade na receção e menos devoluções e reclamações.
- erro comum: tratar a qualidade como uma auditoria pontual, separada da rotina diária.
- exemplo/analogia: que resíduos de embalagem produz um armazém, e como se separam para reciclagem?