UC02694

Realizar mapas previsionais de vendas e de custos

Contabilidade essencial, custos, margem e markup, previsão de vendas, ponto crítico, desvios e demonstrações financeiras

Curso profissional · 25h · Técnico/a de Comércio

Plano

  1. A empresa, o património e a contabilidade
  2. O Sistema de Normalização Contabilística (SNC)
  3. A conta: conceito, tipos e movimentação
  4. Princípios contabilísticos básicos
  5. Custos: fixos, variáveis e diretos
  6. Margem de lucro e markup
  7. Margem bruta e margem líquida
  8. Mapas previsionais de vendas: média móvel e sazonalidade
  9. Mapas previsionais de custos e margem de contribuição
  10. Ponto crítico das vendas
  11. Desvios: previsto vs real
  12. O balanço
  13. Demonstração de resultados e de fluxos de caixa
  14. Normas de segurança, saúde e qualidade

Bloco 1 · A empresa e a contabilidade

O que é a contabilidade

A contabilidade regista, classifica e resume, em euros, as operações de uma empresa, para saber a todo o momento o que ela tem, o que deve e o que ganhou ou perdeu.

  • Cumpre três funções: registar, informar e controlar.
  • Divide-se em contabilidade financeira (com terceiros, produz as demonstrações obrigatórias) e contabilidade de gestão (apura custos internos, apoia os mapas previsionais).
  • É a base de qualquer mapa previsional de vendas ou de custos: sem registos fiáveis, não há histórico para prever nada.

Património individual vs empresarial

Individual Empresarial
Titular a pessoa a empresa
Bens/dívidas casa, carro, salário mercadoria, fornecedores
Regime vida privada SNC
  • A empresa é uma entidade separada do seu dono, mesmo sendo empresário em nome individual.
  • Um levantamento pessoal da caixa é uma retirada de capital, não uma despesa da empresa.
  • Divisões: contabilidade financeira vs contabilidade de gestão.

Bloco 2 · O SNC

Sistema de Normalização Contabilística

O SNC regula, em Portugal, como as empresas registam operações e apresentam as suas demonstrações financeiras.

  • Bases de apresentação das demonstrações financeiras.
  • Modelos de balanço e de demonstração de resultados.
  • Código de contas normalizado, por classes.
  • NCRF (normas contabilísticas de relato financeiro), que explicam como tratar cada operação.

Sem uma norma comum, nenhum balanço seria comparável entre empresas.

Bloco 3 · A conta

Conceito e características da conta

A conta regista as variações de um elemento patrimonial, gasto ou rendimento, ao longo do tempo.

  • Tem designação e código, definidos pelo código de contas do SNC.
  • Duas colunas: débito (esquerda) e crédito (direita).
  • Tem sempre um saldo: débito total menos crédito total.
          Caixa
------------------------
 Débito  |  Crédito
------------------------
  500 €  |
         |    120 €
------------------------
Saldo devedor: 380 €

Tipos de conta e movimentação

Tipo de conta Exemplos O débito
Ativo Caixa, Clientes, Mercadorias aumenta
Passivo Fornecedores, Empréstimos diminui
Capital próprio Capital diminui
Gastos Compras aumenta
Rendimentos Vendas diminui

Cada operação gera débito e crédito de igual valor: o método das partidas dobradas.

Bloco 4 · Princípios contabilísticos básicos

Débito, crédito, venda, custos e lucros

  • Débito e crédito: os dois lados de qualquer movimento, sempre em valores iguais.
  • Venda: reconhece-se o rendimento quando a mercadoria é entregue, não necessariamente quando é paga.
  • Custos: os recursos consumidos para gerar esse rendimento.
  • Lucro: o que sobra depois de subtrair os custos aos rendimentos.

Resultado = Rendimentos − Gastos

Exemplo: vendas de 12.000 €, gastos de 10.300 € → Resultado = 1.700 € de lucro.

Bloco 5 · Custos: fixos, variáveis e diretos

Custos fixos e variáveis

Custos fixos: não variam (ou variam pouco) com a quantidade vendida: renda, salários da estrutura, seguros.

Custos variáveis: crescem com a quantidade vendida: custo de compra de cada unidade, comissões por venda, embalagens.

Um custo fixo existe mesmo com zero vendas no mês; um custo variável é zero se não houver vendas.

Custos diretos e indiretos

Custo direto: pode ser atribuído, sem ambiguidade, a um produto ou serviço concreto.

Custo indireto: não pode ser atribuído a um único produto; reparte-se por critérios (área, peso das vendas).

Custo Fixo/variável Direto/indireto
Renda do armazém Fixo Indireto
Compra da água aromatizada Variável Direto
Comissão por caixa de arroz Variável Direto

São duas classificações independentes: um custo pode ser variável e direto ao mesmo tempo.

Bloco 6 · Margem de lucro e markup

As duas fórmulas

Margem de lucro (%) = (Preço de venda − Custo) ÷ Preço de venda × 100

Markup (%) = (Preço de venda − Custo) ÷ Custo × 100

O numerador é igual; muda o denominador. Para o mesmo produto, o markup é sempre maior do que a margem.

Preço a partir do markup = Custo × (1 + Markup)

Preço a partir da margem = Custo ÷ (1 − Margem)

Exemplo resolvido

Custo de compra: 12 €.

Opção A, margem de 30% sobre a venda:
Preço = 12 ÷ (1 − 0,30) = 12 ÷ 0,70 = 17,14 € · markup equivalente ≈ 42,86%

Opção B, markup de 40% sobre o custo:
Preço = 12 × 1,40 = 16,80 € · margem equivalente ≈ 28,57%

As duas opções dão preços diferentes: confirma sempre se a percentagem é margem ou markup.

Bloco 7 · Margem bruta e margem líquida

Dois níveis de margem

Margem bruta (%) = (Vendas − CMVMC) ÷ Vendas × 100

Margem líquida (%) = Resultado líquido ÷ Vendas × 100

Exemplo: Vendas 80.000 €, CMVMC 52.000 €, outros gastos 15.000 €, IRC 21%.

  • Resultado antes de impostos = 80.000 − 52.000 − 15.000 = 13.000 €
  • Imposto = 13.000 × 0,21 = 2.730 € · Resultado líquido = 10.270 €
  • Margem bruta = 35% · Margem líquida = 12,84%

Bloco 8 · Mapas previsionais de vendas

Média móvel

Média móvel de n períodos: média dos últimos n valores, atualizada a cada novo período.

Média móvel = Soma dos últimos n valores ÷ n

Exemplo: vendas de Outubro, Novembro e Dezembro: 950, 880 e 860 unidades.

Média móvel = (950 + 880 + 860) ÷ 3 = 2.690 ÷ 3 ≈ 896,67 unidades

Capta a tendência recente, filtrando oscilações pontuais de um único mês.

Sazonalidade

Quando as vendas sobem e descem de forma repetida em certos meses, a média móvel sozinha não chega.

Índice sazonal do mês = Média desse mês (histórico) ÷ Média mensal geral

Previsão sazonal = Tendência (ex.: média móvel) × Índice sazonal do mês

Exemplo: produto de Verão. Índice sazonal de Julho ≈ 1,5702.

Previsão de Julho = 896,67 × 1,5702 ≈ 1.408 unidades

Sem o índice, a previsão ficaria em ≈897 unidades: menos de dois terços do necessário.

Bloco 9 · Mapas previsionais de custos e margem de contribuição

Construir o mapa previsional de custos

Custos variáveis previstos = % histórica × Receita prevista

Margem de contribuição = Receita prevista − Custos variáveis previstos

Taxa de margem de contribuição (%) = Margem de contribuição ÷ Receita prevista × 100

Exemplo (trimestre): Receita prevista 92.500 €, custos variáveis a 60% da receita, custos fixos 27.000 €.

  • Custos variáveis = 55.500 € · Margem de contribuição = 37.000 € · Taxa = 40%
  • Resultado operacional previsto = 37.000 − 27.000 = 10.000 €

Bloco 10 · Ponto crítico das vendas

O que é e como se calcula

Ponto crítico das vendas (ponto de equilíbrio): o nível de vendas que cobre exatamente os custos fixos e variáveis, sem lucro nem prejuízo.

Ponto crítico (valor) = Custos fixos previstos ÷ Taxa de margem de contribuição

Exemplo: custos fixos trimestrais 27.000 €, taxa de margem de contribuição 40%.

Ponto crítico = 27.000 ÷ 0,40 = 67.500 €

A previsão de 92.500 € está 25.000 € acima do ponto crítico: é essa folga que interessa comunicar à gestão.

Bloco 11 · Desvios: previsto vs real

Calcular e interpretar o desvio

Desvio absoluto = Real − Previsto

Desvio percentual (%) = (Real − Previsto) ÷ Previsto × 100

Exemplo (trimestre): Receita: previsto 92.500 €, real 90.500 € → desvio −2.000 € (−2,16%). Custos: previsto 82.500 €, real 81.000 € → desvio −1.500 € (−1,82%, favorável). Resultado: previsto 10.000 €, real 9.500 € → desvio −500 € (−5,00%).

Custos com desvio favorável, mas o resultado ainda ficou abaixo do previsto: a quebra de receita pesou mais.

Quando o plano já nascia deficitário

Produto: preço 5,00 €, custo variável 4,40 € (margem de contribuição 0,60 €, 12%). Custos fixos: 540 €.

Ponto crítico = 540 ÷ 0,60 = 900 unidades

  • Plano previa 850 unidades (abaixo do ponto crítico) → resultado previsto = −30 €
  • Real: 800 unidades (desvio de −50, −5,88%) → resultado real = −60 €

O desvio agravou o prejuízo em 30 €, mas não foi a sua causa: o plano já era deficitário.

Bloco 12 · O balanço

Ativo, passivo e capital próprio

O balanço é a fotografia da empresa num momento: o que tem (ativo), o que deve (passivo) e o que é dos sócios (capital próprio).

Ativo = Passivo + Capital próprio

Exemplo: Ativo total 80.000 € (depósitos, clientes, mercadorias, equipamento). Passivo 30.000 € (fornecedores, empréstimo).

Capital próprio = 80.000 − 30.000 = 50.000 €

Bloco 13 · Demonstração de resultados e de fluxos de caixa

Três documentos, três perguntas diferentes

  • Demonstração de resultados: o resultado de um período, por naturezas (compras, pessoal) ou por funções (custo das vendas, distribuição, administrativos). O resultado líquido é o mesmo nas duas formas.
  • Demonstração de fluxos de caixa: o dinheiro real que entrou e saiu, em atividades operacionais, de investimento e de financiamento.

Uma empresa pode ter resultado líquido positivo e pouco dinheiro em caixa, se vendeu muito a crédito.

Bloco 14 · Fecho

Normas e boas práticas

  • Segurança e saúde: ergonomia no uso prolongado do computador, cuidado ao circular por armazéns na recolha de dados.
  • Qualidade: verificar sempre os cálculos, documentar a origem dos dados, rever cruzadamente antes de apresentar.
  • Um mapa previsional errado é pior do que nenhum: dá segurança falsa a decisões de investimento ou de stock.

O ciclo completo: contabilidade e custos → margem e markup → mapas previsionais de vendas e de custos → ponto crítico → desvios → demonstrações financeiras.

Recapitulando

  • A contabilidade e o SNC dão a base: conta, débito/crédito, custos fixos/variáveis/diretos.
  • Margem de lucro e markup definem preços; margem bruta e líquida avaliam o resultado.
  • Mapas previsionais de vendas usam média móvel e sazonalidade; mapas de custos usam margem de contribuição e ponto crítico.
  • Desvios comparam previsto com real, sem esquecer que um plano pode já nascer deficitário.
  • Balanço, demonstração de resultados e de fluxos de caixa fecham a visão da empresa.

Próximo: fichas e projeto, construir mapas previsionais de raiz.

NOTAS DO PROFESSOR - Enfatizar: sem contabilidade não há dados históricos, e sem histórico não há mapas previsionais credíveis. - Erro comum: pensar que "contabilidade" é só para o contabilista externo; o técnico de comércio usa estes conceitos todos os dias. - Exemplo: perguntar à turma que dados a loja onde compram teria de registar para saber quanto vendeu ontem.

NOTAS DO PROFESSOR - Erro comum: registar compras pessoais como despesa da empresa "para pagar menos impostos". É ilegal e distorce todos os mapas. - Perguntar: se o dono tira 200 € da caixa para uso pessoal, isso é um custo da empresa? (não, é retirada de capital). - Analogia: a empresa é como uma "pessoa jurídica" com a sua própria carteira, separada da carteira do dono.

NOTAS DO PROFESSOR - Sublinhar: o código de contas é o motivo por que "Mercadorias" significa a mesma coisa em qualquer empresa portuguesa. - Erro comum: achar que o SNC é opcional. É de aplicação obrigatória à generalidade das empresas. - Ligar ao recurso da UC: o próprio SNC é um dos recursos de referência desta unidade curricular.

NOTAS DO PROFESSOR - Desenhar um "T" no quadro e pedir à turma para o preencher com um exemplo simples (venda a dinheiro). - Erro comum: achar que débito significa sempre "saída de dinheiro". Depende do tipo de conta. - Fixar o vocabulário: designação, código, débito, crédito, saldo.

NOTAS DO PROFESSOR - O ponto crítico deste slide: no ativo o débito aumenta, no passivo o débito diminui. É o erro mais comum de quem começa. - Exemplo: compra de mercadoria a pronto pagamento: debita Compras (gasto sobe), credita Caixa (ativo desce). - Reforçar: o total debitado tem sempre de ser igual ao total creditado, senão há um erro de registo.

NOTAS DO PROFESSOR - Erro comum: confundir "venda" com "recebimento". Uma venda a crédito já é rendimento, mesmo sem o cliente ter pago. - Fazer a turma calcular o resultado se os gastos fossem 12.500 € (dá prejuízo de −500 €). - Ligar à ideia: a contabilidade regista com rigor, a análise do resultado é o passo seguinte.

NOTAS DO PROFESSOR - Pedir exemplos à turma de custos fixos e variáveis da loja onde compram habitualmente. - Erro comum: classificar o salário de um vendedor à comissão como fixo. Se depende da venda, é variável (ou tem uma componente variável). - Este par (fixo/variável) volta nos blocos de margem de contribuição e ponto crítico.

NOTAS DO PROFESSOR - O erro mais comum aqui: achar que "direto" é sinónimo de "variável". Não é: a renda é fixa E indireta, mas um custo poderia ser fixo e direto (ex.: o aluguer de uma máquina usada só num produto). - Fazer a turma classificar mais 2 ou 3 custos do dia a dia da loja nas duas dimensões. - Pergunta: como se reparte um custo indireto (a renda) por dois produtos? (por um critério, ex.: área ocupada).

NOTAS DO PROFESSOR - Este é o conceito mais confundido da UC. Repetir a regra: margem divide pelo preço, markup divide pelo custo. - Perguntar: se o lucro absoluto é o mesmo, porque é que markup dá sempre um número maior? (o denominador, custo, é menor que o preço). - Erro comum: usar a fórmula do markup para calcular "a margem de lucro" pedida num exercício. Ler sempre bem o enunciado.

NOTAS DO PROFESSOR - Fazer a turma calcular os dois preços no quadro, passo a passo, sem saltar o arredondamento ao cêntimo. - Erro comum: aplicar 30% diretamente ao custo (isso dá o valor de markup 30%, não de margem 30%). - Ligar à prática: em folhas de preços reais, confirmar sempre a coluna "margem" vs "markup" antes de confiar num valor.

NOTAS DO PROFESSOR - Sublinhar: uma margem bruta de 35% não garante um resultado líquido positivo, os restantes gastos e impostos "comem" margem pelo caminho. - Erro comum: esquecer o imposto (IRC) no cálculo da margem líquida. - Pergunta: o que aconteceria à margem líquida se os outros gastos operacionais fossem 25.000 € em vez de 15.000 €? (recalcular em conjunto).

NOTAS DO PROFESSOR - Perguntar: porque usar 3 meses e não 1 mês? (o mês isolado pode ser uma exceção; a média suaviza). - Erro comum: incluir o mês que se está a prever dentro da própria média. A média usa só meses já ocorridos. - Este valor (896,67) volta no slide seguinte, para se ver porque não chega sozinho num produto sazonal.

NOTAS DO PROFESSOR - Este é o exemplo central da UC. Recalcular com a turma passo a passo (índice = média do mês ÷ média geral). - Erro comum: aplicar o índice sazonal a um mês errado, ou esquecer de multiplicar (só somar) o ajuste sazonal. - Consequência real do erro: ficar sem stock a meio do Verão, o pior cenário para um produto sazonal.

NOTAS DO PROFESSOR - Insistir na ordem: primeiro os custos variáveis (dependem da receita), só depois se subtraem os custos fixos. - Erro comum: subtrair os custos fixos à receita antes de calcular a margem de contribuição. - Este mapa liga diretamente o de vendas (receita prevista) ao de custos (a % de custo variável e os custos fixos).

NOTAS DO PROFESSOR - Reforçar a leitura: o ponto crítico não é "quanto se vai vender", é "o mínimo que é preciso vender para não perder dinheiro". - Erro comum: dividir os custos fixos pela receita prevista, em vez de pela taxa de margem de contribuição. - Pergunta: se os custos fixos subissem para 33.000 €, o que acontece ao ponto crítico? (sobe: 33.000 ÷ 0,40 = 82.500 €).

NOTAS DO PROFESSOR - Ponto central: nunca ler um desvio isolado. Aqui os custos "melhoraram" mas o resultado piorou, porque a receita caiu mais. - Erro comum: trocar o sinal do desvio (fazer Previsto − Real), o que inverte a leitura de "ficou abaixo" para "ficou acima". - Preparar o slide seguinte: nem todo o desvio desfavorável é a causa de um resultado negativo.

NOTAS DO PROFESSOR - Este é o slide mais importante para a interpretação correta de desvios. Fazer a turma verificar: 850 × 0,60 − 540 = −30. - Erro comum: propor como medida corretiva só "vender mais 50 unidades". Isso não resolve, porque mesmo com as 850 previstas já havia prejuízo. - A medida certa: rever preço, custo variável, ou custos fixos atribuídos, para baixar o ponto crítico.

NOTAS DO PROFESSOR - Fixar a equação fundamental: Ativo = Passivo + Capital próprio. Tem de fechar sempre. - Erro comum: esquecer que o capital próprio inclui não só o capital social, mas também resultados acumulados. - Exercício rápido: dado o ativo e o passivo, a turma calcula o capital próprio de cabeça.

NOTAS DO PROFESSOR - Distinguir bem: resultado líquido (contabilístico) não é o mesmo que dinheiro em caixa (fluxo real). - Erro comum: confundir "lucro" com "ter dinheiro no banco". São coisas diferentes, e a DFC existe exatamente para mostrar essa diferença. - Exercício rápido: para cada pergunta (o que deve a empresa? qual o resultado por função? quanto entrou de um empréstimo?), identificar o documento certo.

NOTAS DO PROFESSOR - Recapitular o fluxo completo do curso, ligando cada bloco a uma etapa da elaboração de um mapa previsional real. - Ligar a atitude "responsabilidade" e "rigor" ao hábito de verificar sempre os cálculos antes de os apresentar. - Anunciar as fichas e o projeto: construir mapas previsionais completos de uma empresa fictícia.