NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a organização da bancada não é estética, evita acidentes e barro contaminado
- erro comum: alunos juntam ferramentas molhadas às secas e enferrujam-nas
- exemplo/analogia: a bancada do oleiro é como a bancada de um cirurgião, cada ferramenta no seu lugar
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: mostrar cada ferramenta física em sala antes de ir para a roda
- erro comum: usar a faca de oleiro em vez do teque para alisar, deixando marcas
- exemplo/analogia: o garrote funciona como um fio de corte, nunca se puxa a peça à mão
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: este critério é avaliado tarefa a tarefa, não só no fim
- erro comum: varrer o pó de barro seco em vez de limpar com pano húmido
- exemplo/analogia: o pó de sílica do barro seco é como o pó de uma amoladora, protege-se sempre a via respiratória
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nem toda a tarefa pede o mesmo EPI, o aluno deve saber escolher
- erro comum: usar luvas na roda, o que reduz a sensibilidade ao barro e dificulta a centragem
- exemplo/analogia: comparar com um mecânico, que só usa luvas nas tarefas certas
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a plasticidade certa depende da peça, uma taça larga pede um barro diferente de um jarro alto
- erro comum: escolher um barro demasiado mole para uma peça alta, que colapsa a meio do puxar
- exemplo/analogia: o barro é como massa de pão, tem de ter a consistência certa para o que se vai fazer
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: pesar sempre antes de amassar, nunca depois
- erro comum: "a olho", sem balança, resultando em peças com paredes demasiado grossas ou finas
- exemplo/analogia: como pesar farinha numa receita, o resultado final depende da medida inicial
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o critério de desempenho pede uma pela "com consistência homogénea", não apenas amassada
- erro comum: parar cedo demais por cansaço, deixando bolsas de ar por eliminar
- exemplo/analogia: cortar o barro ao meio com um fio para verificar se há bolhas, como se corta um pão para ver o miolo
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a forma da pela já antecipa a peça, uma pela mal empelada dificulta a centragem
- erro comum: empelar uma pela com a base irregular, que "salta" quando a roda gira
- exemplo/analogia: a pela é como a bola de massa antes de a esticar, a forma inicial facilita o passo seguinte
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a pressão inicial contra o prato é o que evita a pela "andar" depois
- erro comum: colocar a pela muito longe do centro, tornando a centragem mais lenta e cansativa
- exemplo/analogia: colar a pela ao prato é como assentar bem os pés antes de levantar peso
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a centragem é o passo mais determinante de toda a UC, sem ela nada do resto funciona
- erro comum: usar força excessiva em vez de técnica, cansando o aluno sem resultado
- exemplo/analogia: centrar é como equilibrar um pião, o objetivo é eliminar qualquer oscilação
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: medir a espessura do fundo com o compasso ou o teque, não "a olho"
- erro comum: abrir demasiado depressa e perfurar o fundo
- exemplo/analogia: abrir a pela é como escavar um poço, ritmo lento e controlado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: paredes desiguais em espessura secam e cozem de forma diferente, e rachiam
- erro comum: puxar depressa demais, criando ondulações ou colapsando a peça
- exemplo/analogia: puxar o barro é como esticar massa de pizza, aos poucos e do centro para fora
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: mostrar exemplos físicos ou fotografias de peças bojudas antes de subir à roda
- erro comum: confundir "bojudo" com "alto", uma peça alta e estreita não é bojuda
- exemplo/analogia: o perfil bojudo é como uma cebola, largo a meio, mais estreito em cima e em baixo
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: quanto mais aberta a curva, mais fina fica a parede, é preciso compensar com espessura extra antes de abrir
- erro comum: empurrar o bojo depressa demais e a peça "cai" para um dos lados
- exemplo/analogia: soprar um balão devagar dá mais controlo do que soprar tudo de uma vez
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: alisar é o último gesto antes de retirar a peça, nunca se salta este passo
- erro comum: usar o teque com pressão irregular, deixando sulcos visíveis
- exemplo/analogia: alisar é como lixar uma peça de madeira antes do verniz, prepara a superfície final
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: esta verificação evita descobrir defeitos só depois da peça seca ou cozida
- erro comum: retirar a peça com água a mais na base, que amolece e deforma o fundo
- exemplo/analogia: é a "inspeção final" antes de a peça sair da linha de produção
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o corte com o garrote é feito rente à base, nunca a meia altura
- erro comum: pegar na peça só pelo bordo, que ainda está mole e deforma-se
- exemplo/analogia: transferir a peça é como tirar um bolo do tabuleiro, apoia-se toda a base
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a remoção é um passo curto mas de risco elevado, pedir calma aos alunos
- erro comum: colocar a peça direto na bancada em vez da tábua, dificultando o transporte para secar
- exemplo/analogia: como desmoldar um bolo demasiado cedo, o cuidado final conta tanto como o resto
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o acabamento faz-se com a peça em "couro", nem mole nem completamente seca
- erro comum: tentar tornear com a peça demasiado seca, que estala em vez de aparar
- exemplo/analogia: tornear o frete é como aparar a base de um vaso torneado em madeira
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: humidade semelhante entre a peça e a alpiota evita fissuras na junção
- erro comum: colar a alpiota sem riscar as superfícies, que se solta na secagem ou na cozedura
- exemplo/analogia: colar sem riscar é como colar duas superfícies lisas sem lixar primeiro
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a maioria das rachas surge na secagem, não na cozedura, por secagem desigual
- erro comum: pôr a peça ao sol ou junto a uma fonte de calor para "secar mais depressa"
- exemplo/analogia: secar depressa é como esticar demasiado um elástico, cede pelo ponto mais fraco
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: ligar esta tabela ao conhecimento "controlo da qualidade" do referencial
- erro comum: só reagir ao defeito depois de aparecer, em vez de prevenir com o ritmo de secagem
- exemplo/analogia: como controlar a fermentação do pão, o tempo e o ambiente certos evitam o resultado errado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma peça com humidade residual pode explodir no forno e danificar outras peças
- erro comum: encostar peças umas às outras, que colam ou racham por dilatação
- exemplo/analogia: enfornar é como arrumar uma máquina de lavar loiça, o espaço entre peças é essencial
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a subida lenta inicial é o passo mais frequentemente ignorado por pressa
- erro comum: abrir o forno ainda quente para "ver como ficou"
- exemplo/analogia: a curva de cozedura é como assar um bolo, calor a mais ou depressa demais estraga o resultado
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: pedir aos alunos que identifiquem em que fase surgiu cada defeito, treina o controlo de qualidade
- erro comum: só olhar para a qualidade no final, quando já não há como corrigir
- exemplo/analogia: como um checklist de voo, verifica-se em cada fase, não só na chegada
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: ligar este slide às atitudes "sentido de organização" e "respeito pelas regras e normas definidas"
- erro comum: deitar aparas de barro ao lixo em vez de as reaproveitar
- exemplo/analogia: reutilizar o barro é como aparar retalhos de tecido, nada se desperdiça sem necessidade