NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: esta UC não ensina inglês do zero, aplica o inglês já adquirido ao contexto profissional da arqueologia.
- Erro comum: os alunos acham que só precisam de vocabulário; a UC também avalia estruturas gramaticais, cortesia e escrita.
- Exemplo: mostrar uma oferta real de field school (Reino Unido ou Irlanda) toda em inglês e identificar os termos já conhecidos.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: a mesma informação muda de forma consoante a função. Pedir não é o mesmo que instruir.
- Erro comum: usar sempre o imperativo direto ("Give me...") mesmo em pedidos de cortesia; recordar "Could you...", "Would you mind...".
- Exemplo/pergunta: pedir à turma para classificar frases suas do dia a dia arqueológico pela função.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: fonética não é decoração, é prevenção de mal-entendidos numa equipa de terreno.
- Erro comum: ler "layer" como uma sílaba só; praticar a divisão silábica.
- Exemplo: gravar a turma a dizer os cinco termos e comparar com um áudio de referência.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: entoação errada pode transformar uma afirmação numa pergunta sem querer, e vice-versa.
- Erro comum: entoação "achatada", sem subidas nem descidas; praticar com frases contrastantes.
- Analogia: a entoação é como a pontuação da fala, sem ela o ouvinte não sabe onde a frase "acaba".
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: verbos de ação da escavação (excavate, record, sieve, draw, label) são o núcleo do vocabulário funcional.
- Erro comum: esquecer o artigo antes de contexto/camada ("in context 12" está correto, "in the context 12" não).
- Exemplo: pedir à turma para classificar as palavras de uma frase de campo real.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: o diário de campo mistura past simple (o que se fez) e present perfect (o balanço até agora).
- Erro comum: usar present simple para contar o que já aconteceu ("We find a coin" em vez de "We found a coin").
- Exemplo/pergunta: pedir à turma para transformar três frases afirmativas em perguntas.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: "in situ" é latim mas usa-se em inglês tal e qual; aparece em relatórios e fichas.
- Erro comum: confundir "trench" (a área a escavar) com "trowel" (a ferramenta); soam parecido.
- Exemplo: simular uma instrução de terreno e pedir aos alunos que a executem (com objetos da sala).
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: "cut" é sempre negativo (o corte no solo), "fill" é sempre positivo (o que o preenche); é a distinção mais testada.
- Erro comum: tratar "context" como sinónimo exato de "layer" em todos os casos; um contexto pode ser um corte, não só uma camada.
- Analogia: o "cut" é o buraco, o "fill" é a terra que voltou a entrar nesse buraco ao longo do tempo.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: sem etiqueta correta, um achado perde o contexto e, com ele, o valor científico.
- Erro comum: usar "artefact" para qualquer achado; um osso não modificado é "ecofact", não "artefact".
- Exemplo: mostrar uma etiqueta de achados real e identificar cada campo em inglês.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: usar sempre a designação atual e completa "Património Cultural, I.P." em documentos profissionais, nunca a sigla antiga.
- Erro comum: escrever "conservation" e "restoration" como sinónimos; conservação preserva o estado atual, restauro repõe uma forma anterior.
- Exemplo: ler em voz alta um pequeno "condition report" e identificar o vocabulário técnico.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: skimming e scanning são competências treináveis, não "sorte" de quem já sabe muito inglês.
- Erro comum: ler um relatório inteiro palavra a palavra quando só se precisa de uma data. Treinar o scanning.
- Exemplo/pergunta: dar um excerto de relatório e cronometrar quanto tempo demora a encontrar um dado com scanning.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: instruções reais raramente vêm "limpas"; vêm com conversa à volta. Treinar a filtrar.
- Erro comum: reagir à primeira frase ouvida e perder a instrução principal que vem a seguir.
- Exemplo: dar três mini-diálogos e pedir à turma para sublinhar só a instrução essencial.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: terminar bem uma conversa (agradecer, confirmar o próximo passo) é tão importante como iniciá-la.
- Erro comum: iniciar sempre da mesma forma ("Hello, how are you?") sem variar o registo consoante o interlocutor.
- Exemplo: role-play em pares, um aluno inicia, o outro mantém e um terceiro fecha a conversa.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: confirmar números (15 vs 50) é uma rotina profissional, não um sinal de fraco domínio da língua.
- Erro comum: responder "yes/no" a perguntas que pedem informação (how deep, how many); treinar respostas completas.
- Pergunta: e se o interlocutor falar depressa demais? Ensinar "Could you speak more slowly, please?"
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: o mesmo pedido muda de forma consoante quem o recebe; treinar as três versões da mesma frase.
- Erro comum: usar sempre "please" no fim sem variar a estrutura, soa repetitivo; ensinar "Would you mind...", "Could I ask you to...".
- Exemplo: reescrever um pedido informal em versão formal para um email.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: comunicação não verbal não substitui o registo escrito, complementa a comunicação oral no momento.
- Erro comum: assumir que apontar chega sempre; em fichas de registo, a informação tem de ficar escrita.
- Exemplo: pedir a um aluno para explicar uma estratigrafia só com gestos e uma planta, sem falar.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: um email profissional tem sempre um pedido ou uma informação clara, nunca "fica no ar".
- Erro comum: começar direto ao assunto sem saudação, ou terminar sem fecho nem assinatura.
- Exemplo: mostrar um email mal estruturado e reorganizá-lo em conjunto pelos seis passos.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: notas de campo e relatório têm registos diferentes; não se copia uma nota telegráfica para o relatório final.
- Erro comum: deixar campos do formulário em branco em vez de escrever "(none)" ou "not applicable"; um campo vazio gera dúvida.
- Exemplo: transformar três notas de campo soltas num parágrafo coeso de relatório.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: escolher uma variante (britânica) e mantê-la em todo o documento; misturar variantes é um erro de rigor.
- Erro comum: escrever meses e dias da semana em minúscula (hábito do português); em inglês levam sempre maiúscula.
- Exemplo: corrigir um parágrafo com erros propositados de maiúsculas e ortografia mista.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: rever não é só corrigir erros, é confirmar que o texto cumpre a sua finalidade para o leitor certo.
- Erro comum: entregar a primeira versão sem reler; treinar sempre uma segunda leitura em voz alta.
- Pergunta: como muda o mesmo relatório se for para o diretor do projeto ou para uma visita escolar?
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: este diálogo junta vocabulário de estratigrafia (Bloco 4) com confirmação oral (Bloco 7).
- Erro comum: os alunos ouvem "fill" e "cut" e trocam o sentido; rever a distinção do Bloco 4 antes do exercício.
- Exemplo: pedir a pares de alunos que representem o diálogo, trocando os termos técnicos por outros do léxico da UC.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: o email cumpre os seis passos do Bloco 9 ponto por ponto; usar como modelo para a ficha e o projeto.
- Erro comum: pedidos vagos ("can we visit sometime?") sem data nem horário concretos; exigir sempre precisão.
- Pergunta: o que mudaria se o pedido fosse para um colega, em vez de para o diretor do sítio?
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: as atitudes contam para a avaliação tanto quanto o vocabulário ou a gramática.
- Erro comum: achar que "sentido crítico" e "assertividade" não se aplicam a uma língua estrangeira; aplicam-se sobretudo aí.
- Exemplo: pedir à turma para associar cada atitude a uma situação concreta do terreno.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: recapitular as três realizações da UC (interpretar, transmitir, redigir) como fio condutor de todo o percurso.
- Erro comum: tratar os blocos como matérias soltas; mostrar como todos convergem nas três realizações.
- Exemplo: pedir à turma para dar um exemplo pessoal de cada uma das três realizações antes de passar às fichas.