NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: rigor científico, não estética. A fotografia bonita que perde informação é uma fotografia falhada nesta UC.
- Erro comum: usar o smartphone "porque é mais rápido". Serve para apontamentos, nunca para o registo oficial.
- Exemplo: comparar uma foto de smartphone (processamento automático, sem RAW) com uma foto reflex em RAW do mesmo objeto.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a tabela como referência a que voltar sempre que surgir a pergunta "que câmara uso aqui?".
- Erro comum: achar que mais megapixels chega. O controlo manual é mais importante do que a resolução.
- Exemplo/analogia: a reflex é como uma caixa de ferramentas completa; o smartphone é uma navalha suíça, útil mas limitada.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: tamanho do sensor não é o mesmo que resolução (megapixels). São duas coisas distintas.
- Erro comum: confundir CCD/CMOS com marca da câmara. São tecnologias de sensor, não fabricantes.
- Pergunta à turma: porque é que um sensor maior tem menos ruído em pouca luz? (capta mais luz por píxel).
NOTAS DO PROFESSOR
- Fazer o esquema no quadro: objetiva → espelho → pentaprisma → visor; e o percurso alternativo no disparo → sensor.
- Erro comum: pensar que o visor ótico é uma câmara em miniatura. É um sistema ótico, não eletrónico.
- Analogia: o espelho é como um desvio de trânsito temporário, que se levanta só no instante do disparo.
NOTAS DO PROFESSOR
- Trazer, se possível, exemplos físicos: escala métrica, cartão de cor, mini-tripé.
- Erro comum: esquecer o cartão de cor. Sem ele, a calibração de cor no tratamento fica impossível.
- Exercício rápido: dado um objeto (moeda vs vaso), a turma escolhe a objetiva certa.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: esta seleção é sempre o primeiro passo, antes de qualquer disparo.
- Erro comum: usar o mesmo "kit padrão" em qualquer situação. Cada meio ambiente muda a escolha.
- Exemplo: pedir à turma que monte, em voz alta, o kit para uma sondagem fechada e para um pátio de museu ao ar livre.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a regra do número f invertido: é o erro mais comum de principiantes.
- Erro comum: subir o ISO sempre que falta luz, sem considerar o tripé como alternativa sem ruído.
- Exemplo: mostrar duas fotos do mesmo objeto a ISO 100 e ISO 3200, apontando o ruído visível.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: para documentação, "bonito e desfocado" é um erro, não um efeito desejável.
- Erro comum: escolher f/2.8 por hábito de fotografia de retrato. Aqui o objetivo é o oposto.
- Exemplo resolvido: vaso cerâmico a f/8, ISO 100, 1/60 s, com tripé. Mostrar o cálculo completo no capítulo da sebenta.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a ligação direta entre balanço de brancos e rigor científico: cor errada = conclusão errada.
- Erro comum: deixar sempre em automático sem verificar com o cartão de cor.
- Pergunta: porque é que misturar luz de tungsténio com luz do dia na mesma fotografia é um problema? (duas temperaturas, impossível corrigir tudo de uma vez).
NOTAS DO PROFESSOR
- Fazer a conta com a turma: 4000 ÷ 300 e 3000 ÷ 300, confirmar os dois resultados.
- Erro comum: confundir megapixels com ppp. Megapixels é o total de pixels; ppp é a densidade na impressão.
- Exercício: e se a mesma foto tivesse de imprimir a 20 × 15 cm? Que ppp resulta, mantendo os 4000 × 3000 px?
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a regra de ouro como a mais importante do bloco: fica para toda a carreira do técnico.
- Erro comum: gravar só em JPEG "para poupar espaço no cartão". Perde-se informação irrecuperável na captura.
- Exemplo: mostrar como um RAW subexposto ainda se recupera, e como um JPEG equivalente já não.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: nenhuma fotografia se dispara antes deste exame. É um passo, não um detalhe opcional.
- Erro comum: começar a fotografar "a ver como corre" e só depois perceber que faltam planos ou luz adequada.
- Exemplo: mostrar um objeto com uma inscrição escondida numa dobra, que só o exame cuidadoso revela.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a palavra "repetível": é o critério que separa documentação científica de fotografia solta.
- Erro comum: saltar os planos ortogonais e ir logo ao pormenor. Falta contexto para quem vir só essa imagem.
- Exercício: dado um objeto na sala, a turma enumera os planos que faltam fotografar.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar que estes meios auxiliares aparecem em TODAS as fotografias de documentação, sem exceção.
- Erro comum: inclinar a escala em relação à câmara. Distorce a leitura das medidas na imagem.
- Analogia: os meios auxiliares são como as unidades numa planta de arquitetura, sem eles os números não significam nada.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar a regra 3-2-1 com um exemplo concreto: cartão + disco no laboratório + cópia na nuvem.
- Erro comum: formatar o cartão antes de confirmar que a cópia de segurança correu bem.
- Pergunta: porque é que "1 cópia" chega, mas tem de estar "fora do local"? (protege contra incêndio, roubo, avaria do edifício).
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar que o fluxo de trabalho é o mesmo, independentemente do software escolhido.
- Erro comum: achar que só o software pago serve. As alternativas livres cobrem todo o fluxo desta UC.
- Sugestão: instalar o RawTherapee ou o GIMP na aula seguinte, para praticar sem custo de licença.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: o tratamento CORRIGE, nunca INVENTA. É a linha vermelha desta UC.
- Erro comum: saturação, contraste ou nitidez exagerados, que deixam de representar o objeto real.
- Exemplo resolvido: moeda a f/11, subir exposição +0,3 EV, exportar TIFF 4000×3000 px e JPEG a 300 ppp em 20×15 cm.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar: segurança e saúde não são um capítulo à parte, aplicam-se em todas as sessões práticas.
- Erro comum: pegar num objeto frágil só por uma das mãos ou por uma parte saliente (asa, bordo).
- Exemplo: simular o manuseamento correto de uma peça de cerâmica partida, com as duas mãos e apoio total.
NOTAS DO PROFESSOR
- Enfatizar que cada tipo de artefacto muda pequenos detalhes, mas os princípios do referencial mantêm-se.
- Erro comum: aplicar sempre a mesma iluminação a materiais muito diferentes (metal reflete, osso não).
- Exemplo: comparar a mesma cena de luz aplicada a uma moeda de metal e a um fragmento de osso.