I (mA)
| /
20 | /
| /
10 | /
| / ← região activa
0 |------/----+-----→ V (V)
| Ir | 0,7
|←Vbr→|
-0,1µA
Díodo Germanium: Vth ≈ 0,2–0,3 V (mais sensível, mais ruído)
Díodo especialmente fabricado para operar em ruptura controlada:
Circuito regulador típico:
Vs ──── Rs ──── Vout = Vz
|
[Z] ← díodo Zener (cátodo para +)
|
GND
Rs = (Vs – Vz) / (Iz + IL)
LED (Light Emitting Diode):
Fotodiodo:
Apenas um díodo — deixa passar apenas semi-ciclo positivo:
Vs (AC) ──[D1]── Vout
|
[RL]
|
GND
4 díodos em ponte — usa ambos os semi-ciclos:
D1 D3
┌───>|───┐ ┌───>|───┐
│ ↓ │ ↓
Vs ─┤ Vout Vout ← +
│ ↑ │ ↑
└───|<───┘ └───|<───┘
D4 D2
↓
GND
Condensador em paralelo com a carga armazena carga durante os picos:
Ponte ──┬── Vout
C |
| [RL]
GND |
GND
Tensão de ripple (aproximação):
Tensão DC média (com ripple):
Capacidade necessária para ripple ≤ x%:
Problema: fonte de 12V DC, 500 mA, ripple máximo 5%.
Escolher: 10 mF / 25 V (electrolítico — polar, verificar polaridade!)
BJT — Bipolar Junction Transistor: 2 junções P-N
| Tipo | Estrutura | Correntes |
|---|---|---|
| NPN | N-P-N | IC e IB fluem para dentro, IE sai |
| PNP | P-N-P | IE flui para dentro, IC e IB saem |
Terminais: B (Base), C (Coletor), E (Emissor)
Relação fundamental:
β (hFE) típico: 50–500 (varia com temperatura e IC)
| Região | JBE | JBC | IC | Uso |
|---|---|---|---|---|
| Corte | Inversa | Inversa | ≈ 0 | Interruptor OFF |
| Activa | Direta | Inversa | β·IB | Amplificação |
| Saturação | Direta | Direta | IC(sat) | Interruptor ON |
Tensões típicas (NPN, Si):
IC (mA)
| IB=50µA ─────────────
| IB=40µA ────────────
40| IB=30µA ───────────
| IB=20µA ──────────
20| IB=10µA ─────────
| IB=0 ────────
|_________________________ VCE (V)
0 0.2 5 10
↑sat ↑ activa region
Para forçar o BJT em saturação (interruptor ON):
+VCC
|
[RC]
|
┌────┤C
Vin──[RB]─┤B NPN
| ┤E
| |
GND GND
Condição de saturação: IC(real) < IC(sat) = β × IB
Cálculo de RB (com factor de sobredriving ≥ 10):
Acionar um relé (12 V, bobina de 120 Ω) com sinal de 3,3 V:
3,3 V ──[RB]──B─────┐
C │
[RC] │ D1 (díodo roda livre)
| │ ┌──────┐
+12V─┘ └──────┘
Relé bobina (120Ω)
|
GND
LED Driver (LED 20 mA, Vled=2V, Vin=3.3V, VCC=5V):
Motor DC (5 V, 200 mA):
230VAC → [Transformador] → 9VAC → [Ponte Graetz] → 12Vpico
→ [C=1000µF] → 11V DC (com ripple) → [Zener 5V1 + Rs] → 5V DC
Dimensionamento:
ESD — ElectroStatic Discharge: descarga electrostática até 15 kV!
Protecção em entradas/saídas:
Sensibilidade ESD (JEDEC JESD22-A114):
Usar pulseira antiestática e tapete ao manusear componentes sensíveis.
NTC (Negative Temperature Coefficient): resistência diminui com temperatura.
Circuito de comparação:
+5V
|
[NTC]──┬── V_NTC → base BJT → acionar LED/relé
|
[Rref]
|
GND
Cálculo da tensão base (divisor resistivo):
Semicondutores e Díodos
Retificação e Filtragem
BJT
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Classificação dos materiais por resistividade O semicondutor existe porque se situa entre o condutor e o isolador, e é essa posição intermédia que permite controlar a sua condução. Vale a pena insistir que o silício não é especial por acaso: é barato, abundante e tem um gap de energia que o torno utilizável à temperatura ambiente. Este slide é a fundação de tudo o que se segue na disciplina. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Pedir exemplos do quotidiano de cada categoria (fios de cobre, borracha de tomadas, chips) • Explicar porque a dependência inversa com a temperatura distingue Si dos metais • Relacionar a abundância do Si com o custo dos componentes electrónicos
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Estrutura cristalina e pares electrão-lacuna O conceito de lacuna costuma ser o primeiro obstáculo conceptual do módulo: convém reforçar que a lacuna não é uma partícula real, mas a ausência de um electrão que se desloca no sentido contrário. A ideia de que a 0 K o silício seria um isolador perfeito ajuda a perceber que a condução nasce da agitação térmica. Esta dualidade electrão-lacuna é a base da dopagem que vem a seguir. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Desenhar no quadro uma ligação a quebrar e mostrar a lacuna a "andar" • Comparar a lacuna a um lugar vazio numa fila de cadeiras que se desloca • Ligar a temperatura à corrente de fuga que veremos nos díodos reais
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Dopagem tipo N A dopagem é o ato deliberado de "sujar" o cristal puro para lhe dar propriedades úteis — uma ideia contraintuitiva que merece destaque. No tipo N o dopante pentavalente cede um electrão livre, tornando os electrões os portadores maioritários. Importa frisar que o material continua electricamente neutro, apesar de ter mais portadores livres negativos. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Explicar que "N" vem de carga negativa do portador maioritário, não do material • Mostrar que basta 1 átomo de dopante por milhões de átomos de Si • Antecipar que juntar N com P é o que cria o díodo
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Dopagem tipo P O tipo P é o espelho do tipo N: o dopante trivalente deixa uma ligação por completar, criando uma lacuna que funciona como portador maioritário positivo. Convém contrastar as duas tabelas lado a lado para que se fixe a simetria entre os dois tipos. Esta simetria é o que torna possível, mais à frente, construir transístores NPN e PNP. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Pôr os alunos a comparar as duas tabelas (N e P) e identificar o que troca • Reforçar que o material tipo P também é globalmente neutro • Introduzir o boro como dopante mais comum na indústria de Si
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Junção P-N e camada de depleção Este é o slide-chave de todo o bloco: a junção P-N e a barreira de potencial Vbi explicam por que motivo o díodo conduz num sentido e bloqueia no outro. Convém deixar claro que a camada de depleção se forma sozinha, sem tensão externa, por simples difusão dos portadores. O valor de 0,6-0,7 V que aqui aparece vai reaparecer constantemente nos cálculos práticos. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Desenhar a barreira de potencial e mostrar o campo interno a opor-se à difusão • Antecipar o que acontece à depleção em polarização direta vs inversa • Fixar o 0,7 V como número a decorar para toda a disciplina
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Díodo ideal vs real A distinção entre modelo ideal e real é uma competência transversal de electrónica: o modelo ideal serve para raciocinar depressa, o real serve para dimensionar circuitos que funcionam. Convém destacar a queda de 0,7 V como o "imposto" que o díodo cobra para conduzir e que tem de entrar em todos os cálculos. A equação de Shockley pode ser apresentada como justificação, sem exigir que se decore. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Usar a analogia da válvula de água de sentido único para o díodo ideal • Explicar quando é aceitável simplificar para o modelo ideal e quando não • Mostrar o impacto prático dos 0,7 V numa fonte de baixa tensão
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Curva característica I-V Saber ler a curva I-V é saber prever o comportamento do componente sem fazer contas. Importa percorrer as três zonas com o apontador: a subida exponencial em direta, a corrente de fuga em inversa e a ruptura destrutiva. A comparação Si vs Germânio mostra que o threshold depende do material e tem consequências práticas (deteção de sinais fracos). 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Percorrer a curva ponto a ponto, nomeando cada região em voz alta • Avisar que ultrapassar a Vbr de um díodo comum o destrói • Discutir onde o Germânio ainda é preferível apesar do maior ruído
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Díodo Zener e regulação de tensão O Zener é o primeiro componente que usamos deliberadamente na zona de ruptura — o que noutros díodos seria avaria, aqui é a função. Vale a pena insistir que a tensão Zener se mantém praticamente fixa, o que permite criar uma referência simples de tensão. O cálculo de Rs deve ser feito em conjunto com a turma, ligando-o à potência dissipada do aviso. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Mostrar a montagem com o cátodo para o positivo e porquê • Calcular Rs para um caso concreto com a turma a acompanhar • Alertar para o sobreaquecimento se a potência do Zener for mal escolhida
NOTAS DO PROFESSOR 📖 LED e fotodiodo LED e fotodiodo são duas faces do mesmo fenómeno: um converte corrente em luz, o outro luz em corrente. O ponto mais importante para a prática é que o LED precisa sempre de resistência série para limitar a corrente — ligar um LED diretamente à fonte queima-o. A dependência da cor com o material liga o conteúdo à física do gap visto no bloco 1. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Calcular a resistência série de um LED para uma tensão de alimentação dada • Explicar a diferença entre os modos fotovoltaico e fotocondutivo • Dar exemplos reais de fotodiodos (comandos, sensores de luz, fibra)
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Retificador de meia onda A meia onda é a forma mais simples de transformar AC em DC e por isso é o ponto de partida ideal. Importa que se perceba a sua principal limitação — desperdiça metade do ciclo — para justificar a evolução para a ponte de Graetz no slide seguinte. A perda de 0,7 V no díodo volta aqui a aparecer no cálculo da tensão de pico. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Desenhar a forma de onda de saída sobreposta à de entrada • Mostrar porque a frequência de ripple é igual à da rede (50 Hz) • Justificar porque quase nunca se usa meia onda em fontes reais
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Ponte de Graetz (onda completa) A ponte de Graetz é o circuito retificador mais usado na prática e merece tempo de aula. O ponto-chave é que aproveita ambos os semi-ciclos, duplicando a frequência de ripple para 100 Hz, o que facilita muito a filtragem posterior. Em contrapartida, paga-se a queda de dois díodos em vez de um — um compromisso que vale quase sempre a pena. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Seguir o caminho da corrente em cada semi-ciclo na ponte • Explicar porque o ripple a 100 Hz é mais fácil de filtrar • Comparar o rendimento com a meia onda em números concretos
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Filtro capacitivo e ripple O condensador transforma a saída pulsada do retificador numa tensão quase contínua, armazenando carga nos picos e cedendo-a nos vales. A relação fundamental a interiorizar é que mais capacidade significa menos ripple, mas também maior corrente de pico e maior custo. Estas fórmulas são as que os alunos vão usar no exemplo de dimensionamento seguinte. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Mostrar graficamente o condensador a "preencher" os vales da onda • Discutir o compromisso entre ripple baixo e tamanho/custo do condensador • Reforçar a polaridade obrigatória dos condensadores electrolíticos
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Exemplo de cálculo do filtro capacitivo Este é o momento de juntar tudo: tensão de pico, perdas nos díodos, frequência de ripple e fórmula do condensador num único problema realista. Vale a pena fazer o cálculo passo a passo no quadro e depois discutir porque se arredonda para um valor comercial (10 mF/25 V). A regra prática do callout dá-lhes um atalho de engenheiro para validar a ordem de grandeza. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Resolver o problema linha a linha, justificando cada margem somada • Explicar porque se escolhe sempre tensão nominal acima da de trabalho • Confrontar o resultado exato com a regra prática de 1000–2200 µF/A
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Estrutura do BJT O transístor é o componente que muda o jogo: permite controlar uma corrente grande com uma corrente pequena. A relação IC = β·IB é o coração de tudo o que vem a seguir e deve ser bem assente. Convém avisar desde já que o β não é um número fiável — varia com a temperatura e com a corrente — e que por isso nunca se projeta um circuito a confiar num valor exato de β. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Distinguir NPN de PNP pelos sentidos das correntes • Apresentar o BJT como amplificador de corrente, não de potência criada do nada • Avisar que o β varia muito e que isso obriga a margens de projeto
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Regiões de operação do BJT Esta tabela é o mapa mental do transístor: corte e saturação para o usar como interruptor, região ativa para amplificar. Para esta disciplina, que foca a comutação, interessa sobretudo fixar o corte (OFF) e a saturação (ON) com o VCE(sat) de 0,2 V. Vale a pena cruzar o estado de cada junção com a função do transístor para que não se decore às cegas. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Associar cada região a um exemplo de aplicação concreto • Destacar o VCE(sat) de 0,2 V como sinal de transístor bem saturado • Explicar porque a região ativa é a usada em áudio e a saturação em digital
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Curvas características e linha de carga As curvas IC × VCE mostram visualmente como cada corrente de base "escolhe" uma curva e como o circuito externo define o ponto de funcionamento através da linha de carga. O conceito de linha de carga é poderoso porque liga o componente ao resto do circuito numa só reta. Para a comutação, interessa sobretudo ver os dois extremos da linha: o corte e a saturação. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Traçar a linha de carga no gráfico e mostrar onde toca os eixos • Identificar no gráfico o ponto de corte e o ponto de saturação • Explicar porque na região ativa IC quase não depende de VCE
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Polarização para saturação Para o transístor funcionar como interruptor fechado, não basta dar-lhe corrente de base mínima: tem de se garantir saturação com folga. É aqui que entra o fator de sobredriving (≥ 10), que compensa a variação do β e assegura um VCE(sat) baixo. Este método de cálculo de RB é o que vão aplicar em todos os drivers seguintes. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Explicar porque se multiplica a corrente de base mínima por 10 • Mostrar o que acontece se o transístor ficar só "quase saturado" (aquece) • Resolver o cálculo de RB para um caso simples no quadro
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Relay driver com BJT O relay driver é um exemplo completo e muito utilizado: um sinal fraco de 3,3 V de um microcontrolador a comandar uma carga de 12 V. O ponto crítico de segurança é o díodo de roda livre — sem ele, a tensão induzida pela bobina destrói o transístor no momento em que se desliga. Convém resolver o cálculo dos quatro passos com a turma e ligar à eletrónica de comando real. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Explicar o pico de tensão indutiva no instante de corte e o papel do díodo • Percorrer o cálculo de RB passo a passo até ao valor comercial de 220 Ω • Relacionar com a ligação de relés a partir de Arduino ou PLC
NOTAS DO PROFESSOR 📖 LED driver e motor DC Estes dois exemplos mostram a mesma técnica aplicada a cargas diferentes e introduzem um critério de escolha de componente: BJT simples para correntes pequenas, MOSFET ou Darlington para correntes maiores. Importa destacar que o motor é uma carga indutiva como o relé e por isso também exige díodo de roda livre. A dissipação VCE(sat) × IC é o primeiro contacto com cálculo térmico. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Comparar quando se usa BJT, Darlington (TIP120) ou MOSFET • Reforçar o díodo de roda livre também no motor DC • Mostrar como estimar o aquecimento do transístor em condução
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Fonte de alimentação simples de 5 V Este slide integra toda a disciplina numa só montagem: transformador, ponte, filtro e regulação Zener, da rede até aos 5 V. É o projeto-síntese que prova que os blocos anteriores encaixam num produto real. A segurança com os 230 VAC tem de ser sublinhada com firmeza — esta é uma oportunidade para falar de boas práticas de bancada. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Seguir a tensão ao longo da cadeia, bloco a bloco, com os números • Insistir nas regras de segurança ao trabalhar com a rede elétrica • Discutir porque hoje se prefere um regulador integrado (7805) ao Zener
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Proteção ESD e TVS A descarga eletrostática é invisível mas pode destruir componentes em silêncio, o que faz deste slide uma lição de boas práticas tanto quanto de eletrónica. Importa que se perceba que o TVS é, na essência, um Zener rápido a proteger entradas e saídas. As classes JEDEC ajudam a perceber que nem todos os componentes são igualmente frágeis e que os de gate MOS são os mais sensíveis. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Demonstrar o uso correto da pulseira antiestática na bancada • Explicar como o TVS desvia o pico antes que ele chegue ao circuito • Dar exemplos de componentes da classe 0 que exigem mais cuidado
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Sensor de temperatura com NTC e BJT Este exemplo fecha o curso ligando um sensor (NTC) a um atuador (LED ou relé) através do transístor já estudado. O divisor resistivo converte a variação de resistência da NTC numa tensão que comanda a base — uma técnica reutilizável em mil aplicações. Ajustar o Rref para definir a temperatura de disparo é o conceito de "calibração" que merece ênfase. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Mostrar como a resistência da NTC desce ao aquecer e o efeito na Vbase • Calcular o Rref para uma temperatura de disparo escolhida • Sugerir extensões: trocar LED por relé, motor ou ventoinha de arrefecimento
NOTAS DO PROFESSOR 📖 Síntese da unidade Este resumo serve para consolidar a linha condutora da disciplina: do material semicondutor ao díodo, do díodo à fonte de alimentação, e do transístor ao comando de cargas reais. Vale a pena usá-lo como checklist de revisão antes da avaliação, pedindo aos alunos que expliquem cada ponto por palavras suas. Os números a reter — 0,7 V, ripple a 100 Hz, sobredriving de 10 — devem sair daqui memorizados. 🗣️ Pontos a desenvolver oralmente • Pedir a cada aluno que explique uma das três áreas do resumo • Rever os valores numéricos críticos a decorar para a avaliação • Ligar de novo cada bloco à montagem prática da fonte de 5 V