NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: esta UC avalia comunicação real em contexto de vendas, não gramática isolada; o critério é "o cliente ou o interlocutor percebeu e a mensagem foi eficaz".
- erro comum ou pergunta: alunos que acham que só precisam de inglês para viajar. Perguntar quantos já usaram inglês numa loja, plataforma online ou rede social profissional.
- exemplo ou analogia: o inglês do comércio é como uma caixa de ferramentas específica: não é preciso toda a língua, é preciso a ferramenta certa para cada situação de venda.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o mesmo vocabulário de vendas serve o balcão físico e a proposta escrita; o que muda é o canal, não a competência.
- erro comum ou pergunta: perguntar "achas que se fala da mesma forma a um cliente zangado e a um cliente satisfeito?"
- exemplo ou analogia: o registo é como a roupa: muda-se consoante a ocasião, mas o profissional é sempre o mesmo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um cliente que só está a ver não deve ser pressionado; "just browsing" é uma resposta legítima a respeitar.
- erro comum ou pergunta: usar sempre o mesmo guião decorado, sem adaptar ao tom do cliente que entra na loja.
- exemplo ou analogia: comparar com um recepcionista de hotel: a saudação certa define o resto da interação.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: ler o cliente antes de escolher o registo é tão importante como o vocabulário em si.
- erro comum ou pergunta: falar sempre da mesma forma a um cliente particular e a um cliente empresarial.
- exemplo ou analogia: é como ajustar o volume da voz consoante o espaço: aqui ajusta-se o "volume" da formalidade.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nunca sugerir um produto antes de fazer, pelo menos, uma pergunta de descoberta.
- erro comum ou pergunta: começar logo a apresentar o produto mais caro sem perceber o que o cliente procura.
- exemplo ou analogia: é como um médico que pergunta os sintomas antes de propor o tratamento.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um vendedor iniciante fica-se pela característica; o profissional chega sempre ao benefício para o cliente específico.
- erro comum ou pergunta: descrever características técnicas sem ligar a nenhum benefício percetível pelo cliente.
- exemplo ou analogia: a característica é o ingrediente, o benefício é o prato feito: o cliente compra o prato, não a lista de ingredientes.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: negociar é trocar valor por valor, nunca ceder sem contrapartida ("if you..., then I can...").
- erro comum ou pergunta: confundir "quote" (orçamento) com "quota" (cota); a pronúncia e o sentido são diferentes.
- exemplo ou analogia: a negociação é como um jogo de xadrez comercial: cada proposta tem uma contrapartida pensada.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: propor sempre uma alternativa intermédia em vez de aceitar ou recusar em bloco a primeira proposta.
- erro comum ou pergunta: ceder logo às condições iniciais do comprador sem propor nenhuma contrapartida.
- exemplo ou analogia: negociar é um vaivém: cada resposta ajusta ligeiramente a proposta anterior, nunca é tudo ou nada.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um bom argumentário segue sempre esta sequência; saltar o "problem" faz a solução parecer despropositada.
- erro comum ou pergunta: começar pela ficha técnica do produto em vez de pelo problema do cliente.
- exemplo ou analogia: o argumentário é como um trailer de filme: gancho, conflito, promessa, prova social, convite a ver mais.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o mesmo produto pode ter quatro argumentários diferentes, cada um a falar a linguagem certa do público.
- erro comum ou pergunta: usar jargão técnico com um cliente particular que só quer saber se resolve o problema dele.
- exemplo ou analogia: é como traduzir a mesma notícia para públicos diferentes: o facto é o mesmo, a linguagem muda.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nunca discutir a objeção diretamente; validar primeiro, depois reenquadrar com um facto ou benefício.
- erro comum ou pergunta: responder à objeção do preço só com desconto, sem justificar o valor entregue.
- exemplo ou analogia: a objeção é uma porta entreaberta, não uma porta fechada: o trabalho é abri-la mais, não forçá-la.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o fecho de resumo é o mais seguro, porque confirma todos os termos antes de avançar.
- erro comum ou pergunta: terminar a conversa sem nenhuma pergunta de fecho, deixando a decisão em aberto indefinidamente.
- exemplo ou analogia: fechar a venda é como assinar o fim de um contrato: sem essa frase final, ninguém sabe se há acordo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nunca discutir com o cliente, mesmo quando ele está errado; o objetivo é resolver, não ter razão.
- erro comum ou pergunta: pedir desculpa apenas com "sorry", sem propor nenhuma solução concreta a seguir.
- exemplo ou analogia: é a mesma lógica de um médico: primeiro ouve os sintomas, só depois propõe o tratamento.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: repetir o problema por palavras próprias mostra ao cliente que foi mesmo ouvido, não só tolerado.
- erro comum ou pergunta: cortar o discurso do cliente a meio para justificar a empresa; deixar acabar sempre primeiro.
- exemplo ou analogia: a escuta ativa é como um espelho, devolve-se ao cliente o que ele disse, mostrando que foi captado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma apresentação de estratégia liga sempre cada ação a um objetivo mensurável; nunca apresentar ações soltas.
- erro comum ou pergunta: enumerar ideias sem dizer porque servem o objetivo da empresa.
- exemplo ou analogia: a estratégia é o mapa da viagem; cada ação é uma paragem que aproxima do destino.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: apresentar sempre o contexto antes dos objetivos; sem contexto, a audiência não percebe porque a estratégia é necessária.
- erro comum ou pergunta: saltar direto para as ações sem explicar o problema ou a oportunidade de mercado.
- exemplo ou analogia: é como contar uma história: situação inicial, complicação, plano, desfecho esperado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: apresentar sempre o número junto com a comparação temporal ("compared to..."); um número isolado não conta uma história.
- erro comum ou pergunta: confundir "increase" (aumentar) com "increment" (usado só em contextos muito técnicos); preferir "increase" em vendas.
- exemplo ou analogia: apresentar resultados sem comparação é como dizer a velocidade de um carro sem dizer o limite: falta o contexto para avaliar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma boa apresentação de resultados termina sempre com uma recomendação, não só com números.
- erro comum ou pergunta: apresentar só o que correu bem, escondendo o resultado negativo (in-store sales dropped).
- exemplo ou analogia: apresentar resultados é como um relatório médico: dados bons e maus, sempre com um plano a seguir.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: toda a publicação de marketing digital termina com uma CTA clara; sem ela, o conteúdo informa mas não converte.
- erro comum ou pergunta: escrever posts longos demais para redes sociais; nestes canais o essencial vem primeiro.
- exemplo ou analogia: a CTA é a porta de saída de uma loja bem sinalizada: sem ela, o visitante entra, vê, e sai sem comprar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o assunto do email é o elemento mais importante para a taxa de abertura; treinar várias versões curtas e urgentes.
- erro comum ou pergunta: escrever um assunto de email genérico ("Newsletter de outubro") em vez de específico e com benefício.
- exemplo ou analogia: o assunto do email é a montra da loja: se não convida a entrar, ninguém vê o resto.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: ao telefone não há linguagem não verbal, tudo depende do tom de voz e da clareza.
- erro comum ou pergunta: falar depressa demais ao telefone; treinar um ritmo mais lento que na conversa presencial.
- exemplo ou analogia: ao telefone só existe a voz, é como conduzir com nevoeiro: é preciso reduzir a velocidade do discurso.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: confirmar sempre números e nomes repetindo-os em voz alta antes de terminar a chamada.
- erro comum ou pergunta: assumir que se percebeu o nome de uma empresa estrangeira sem confirmar a grafia.
- exemplo ou analogia: é o mesmo princípio de um piloto que repete as instruções da torre de controlo antes de agir.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um email comercial segue sempre a mesma estrutura de quatro partes; escrevê-la no quadro e reutilizá-la.
- erro comum ou pergunta: começar o email sem saudação nenhuma, ou terminar sem despedida.
- exemplo ou analogia: um email profissional é como uma carta formal encurtada: mantém a estrutura, perde a formalidade excessiva.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: "Kind regards" é a despedida-padrão em correspondência de negócios em inglês britânico.
- erro comum ou pergunta: misturar registos, começar formal ("Dear Ms Carter") e terminar informal ("Bye!").
- exemplo ou analogia: mostrar lado a lado um email pessoal e este email profissional para os alunos apontarem as diferenças.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: gramática não se ensina isolada nesta UC, ensina-se sempre dentro de uma frase de venda ou negociação real.
- erro comum ou pergunta: omitir o artigo antes de substantivos contáveis ("I have offer" em vez de "an offer").
- exemplo ou analogia: os elementos de ligação são as "costuras" da frase, sem eles as ideias ficam soltas e difíceis de seguir.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: "will" para promessas de serviço transmite compromisso imediato; usar sempre que se assume uma ação.
- erro comum ou pergunta: seguir a ordem de palavras do português, invertendo sujeito e verbo por hábito.
- exemplo ou analogia: os modais são como filtros de cortesia, a mesma pergunta, mais ou menos formal, conforme o modal escolhido.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um ritmo mais lento e pausado é sinal de profissionalismo, não de fraco domínio da língua.
- erro comum ou pergunta: tentar imitar sotaque nativo rápido em vez de priorizar clareza; a prioridade é ser entendido.
- exemplo ou analogia: comparar com um locutor de aeroporto: fala devagar e com pausas para ser percebido por todos.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: gravar os alunos a dizer estas seis palavras e ouvir em conjunto ajuda mais do que repetir isoladamente.
- erro comum ou pergunta: pôr o acento em "discount" na sílaba errada, ou dizer "invoice" como se fosse português.
- exemplo ou analogia: a pronúncia inglesa tem muitas letras "silenciosas"; comparar com o "h" mudo do português.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um relatório de vendas mal escrito passa informação errada à gestão; a clareza escrita tem impacto direto no negócio.
- erro comum ou pergunta: escrever relatórios com opiniões ("o cliente era difícil") em vez de factos ("o cliente pediu troca de artigo três vezes").
- exemplo ou analogia: o relatório de vendas é como a passagem de testemunho numa estafeta: se cair, a equipa seguinte perde a corrida.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: treinar os alunos a reescrever frases longas em notas curtas de três elementos: o quê, qual encomenda, quando.
- erro comum ou pergunta: incluir todo o histórico da conversa numa nota que só precisa da ação a realizar.
- exemplo ou analogia: é o mesmo princípio de uma etiqueta de encomenda, só o essencial para quem vai tratar do assunto.