NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: toda a informação (números, texto, imagem, som) acaba como sequências de bits.
- erro comum/pergunta: confundir "n bits" com "valor máximo n". O máximo é 2ⁿ − 1.
- exemplo/analogia: um interruptor tem dois estados; 8 interruptores dão 256 combinações.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: pedir à turma que saiba as potências de 2 de cor até 1024.
- erro comum/pergunta: escrever números sem indicar a base. 11 pode ser 3, 11 ou 17.
- exemplo/analogia: o conta-quilómetros do carro é posicional em base 10; o de um computador é em base 2.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: escrever os pesos por cima de cada bit antes de somar.
- erro comum/pergunta: começar a contar os pesos pela esquerda. O peso 1 está na posição da direita.
- exemplo/analogia: é como somar notas de uma carteira onde só se contam as notas que lá estão (os bits a 1).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o último resto é o bit mais significativo.
- erro comum/pergunta: ler os restos de cima para baixo, o que espelha o número.
- exemplo/analogia: verificar pelos pesos: 128 + 64 + 8 + 2 = 202.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a conversão bin-hex não exige contas, só a tabela de 16 linhas.
- erro comum/pergunta: agrupar os bits a partir da esquerda em números que não são múltiplos de 4.
- exemplo/analogia: o hexadecimal é uma taquigrafia do binário, como escrever "Lx" em vez de "Lisboa".
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: é o mesmo método da conversão para binário, mas dividindo por 16; os restos de 10 a 15 escrevem-se A a F.
- erro comum/pergunta: escrever o resto 14 como "14" dentro do número. Tem de ser a letra E.
- exemplo/analogia: alternativa para quem prefere: passar a binário e agrupar de 4 em 4.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a parte inteira usa divisões; a parte fracionária usa multiplicações.
- erro comum/pergunta: comparar fracionários com igualdade exata em programas. 0,1 não é guardado com exatidão.
- exemplo/analogia: 1/3 em decimal também é dízima infinita; 0,1 em binário é o mesmo problema.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: parte inteira com divisões por 16, parte fracionária com multiplicações por 16, tal como na base 2.
- erro comum/pergunta: multiplicar a parte fracionária por 10 em vez de 16.
- exemplo/analogia: 0,8 em hexadecimal é dízima, tal como 1/3 em decimal.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: 1 + 1 + 1 = 11 em binário: escreve-se 1 e transporta-se 1.
- erro comum/pergunta: esquecer o transporte que vem da coluna anterior.
- exemplo/analogia: é a soma do primário, mas as colunas enchem-se aos 2 e não aos 10.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o complemento a 2 tem um só zero e a soma funciona sem circuitos especiais.
- erro comum/pergunta: esquecer o "+1" e ficar em complemento a 1.
- exemplo/analogia: o contador de um carro que recua além de 0000 passa a 9999: é a ideia do complemento.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: para ler um negativo, repete-se o mesmo processo (inverter e somar 1).
- erro comum/pergunta: ler 1111 0000 como 240 sem pensar se o número tem sinal.
- exemplo/analogia: o mesmo padrão de bits é 240 sem sinal e −16 com sinal. O contexto decide.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: descartar o transporte final é parte do método.
- erro comum/pergunta: tentar subtrair com empréstimo em vez de somar o complemento.
- exemplo/analogia: subtrair 5 é somar "menos 5"; só a representação muda.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: em hardware, overflow = transporte que entra no MSB diferente do que sai.
- erro comum/pergunta: usar o transporte final para detetar overflow em números com sinal.
- exemplo/analogia: um copo de 7 dl a que se acrescentam 9 dl: transborda, e o que fica é lixo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o BCD gasta mais bits mas poupa conversões nos mostradores.
- erro comum/pergunta: ler um byte BCD como binário puro. 0100 0111 é 47 em BCD e 71 em binário.
- exemplo/analogia: o BCD é como escrever o número por algarismos soltos, cada um na sua caixa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: é a ordem usada nos eixos dos mapas de Karnaugh (00, 01, 11, 10).
- erro comum/pergunta: perguntar porquê se usa Gray em sensores. Evita leituras falsas quando várias linhas mudam ao mesmo tempo.
- exemplo/analogia: um disco com setores codificados: ao passar de um setor ao seguinte só uma pista muda.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: os primeiros 128 códigos do Unicode são iguais aos do ASCII.
- erro comum/pergunta: confundir o caráter "7" (código 0x37) com o número 7.
- exemplo/analogia: o ASCII é a tabela de correspondência que todos os computadores combinaram.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a paridade é uma cadeia de XOR; por isso aparece de novo no capítulo das portas.
- erro comum/pergunta: achar que a paridade corrige. Só sinaliza que algo mudou.
- exemplo/analogia: contar os passageiros à entrada e à saída: se o número não bate, houve engano, mas não se sabe quem.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: AND tem 1 só se todas forem 1; OR tem 0 só se todas forem 0.
- erro comum/pergunta: confundir XOR com OR. Na XOR, 1 e 1 dá 0.
- exemplo/analogia: AND é interruptores em série; OR é interruptores em paralelo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: construir sempre a tabela em ordem de contagem binária, para não esquecer nenhuma linha.
- erro comum/pergunta: perguntar quantas linhas tem a tabela de 5 entradas. São 32.
- exemplo/analogia: a tabela é o "contrato" do circuito: diz o que sai para cada situação possível.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a numeração é a mesma em 74LS, 74HC, etc. Muda a tecnologia.
- erro comum/pergunta: esquecer de alimentar o CI. Sem pinos 14 e 7 não funciona nada.
- exemplo/analogia: um CI é uma caixa de ovos com várias portas iguais lá dentro.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: passar sempre do texto para a tabela e só depois para a expressão.
- erro comum/pergunta: escrever F = S·P + J, que dispara sempre que a janela abre, mesmo desarmado.
- exemplo/analogia: o interruptor geral de uma casa (S) antes dos interruptores de cada divisão.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a segunda distributiva não existe na álgebra do secundário e surpreende.
- erro comum/pergunta: escrever A + B·C = A·B + A·C. Está errado.
- exemplo/analogia: a dualidade é um espelho: lê-se a tabela à direita como a da esquerda com os papéis trocados.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: De Morgan é a ponte para a lógica só com NAND ou só com NOR.
- erro comum/pergunta: complementar só uma das variáveis, ou trocar o operador sem complementar.
- exemplo/analogia: "não (chove e faz frio)" é o mesmo que "não chove ou não faz frio".
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: em (c) o termo A·B·C é usado duas vezes, graças à idempotência.
- erro comum/pergunta: parar a simplificação demasiado cedo. Perguntar sempre se ainda há termos com fator comum.
- exemplo/analogia: simplificar é como arrumar uma gaveta: junta-se o que é igual para ocupar menos espaço.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o mintermo usa a variável direta se vale 1; o maxtermo faz o contrário.
- erro comum/pergunta: trocar as regras de direta/complementada entre mintermos e maxtermos.
- exemplo/analogia: um mintermo é o "retrato-robô" de uma linha da tabela.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a universalidade é uma consequência direta de De Morgan.
- erro comum/pergunta: confundir "universal" com "a mais rápida". Quer dizer que chega para construir tudo.
- exemplo/analogia: um jogo de Lego com um só tipo de peça que se consegue combinar para fazer qualquer coisa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: pensar "soma de produtos" e montar "dois níveis de NAND".
- erro comum/pergunta: juntar inversores desnecessários ao converter para NAND.
- exemplo/analogia: este circuito será montado em breadboard no bloco 10, com um 74HC00.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: cada 1 tem de ficar coberto, e pode pertencer a mais de um grupo.
- erro comum/pergunta: fazer grupos de 3 ou 6, ou em diagonal.
- exemplo/analogia: o mapa é uma tabela de verdade "dobrada" para pôr os vizinhos lado a lado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: começar pelos grupos maiores e só depois cobrir os 1s que sobraram.
- erro comum/pergunta: esquecer que m6 e m7 são vizinhos e deixar m6 isolado, o que daria um termo de 3 literais.
- exemplo/analogia: 15 literais na forma canónica passam a 3 literais depois do mapa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: m7 podia agrupar-se também com m5 (Ā·B·D); as duas soluções têm o mesmo custo.
- erro comum/pergunta: deixar o 1 de m11 isolado, sem reparar que é vizinho de m3.
- exemplo/analogia: cada termo é uma porta AND de 3 entradas; o conjunto vai a uma OR de 4 entradas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um X só entra num grupo se ajudar a fazer um grupo maior.
- erro comum/pergunta: tratar todos os X como 1 e cobrir células que não precisavam de ser cobertas.
- exemplo/analogia: um lugar vago na sala que se pode ocupar se jeito der, mas ninguém é obrigado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: agrupam-se os zeros para obter o complemento, e complementa-se no fim.
- erro comum/pergunta: esquecer de complementar a expressão final.
- exemplo/analogia: verificação em m3 (A=0, B=1, C=1): (1+1)·(0+1) = 1. Correto.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: este roteiro de seis passos corresponde aos critérios de desempenho da UC.
- erro comum/pergunta: montar o circuito antes de simular e de ter a tabela.
- exemplo/analogia: é a receita de cozinha: ingredientes (entradas), passos, prova final (simulação).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o mapa de S está em tabuleiro de xadrez, por isso não se simplifica por agrupamento.
- erro comum/pergunta: esquecer o transporte de entrada na soma.
- exemplo/analogia: o full adder é a coluna de uma soma de papel: dois algarismos mais o "vai um".
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o mesmo hardware soma e subtrai graças ao complemento a 2.
- erro comum/pergunta: esquecer o Cin = 1 quando M = 1. Sem ele fica complemento a 1.
- exemplo/analogia: é a ALU do processador em miniatura.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: saídas ativas a baixo, o NAND dos mintermos devolve a soma deles.
- erro comum/pergunta: esquecer as entradas de habilitação do 74138 e ficar sem nenhuma saída ativa.
- exemplo/analogia: o descodificador é como um painel de campainhas: uma só toca de cada vez.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um MUX de n seleções implementa qualquer função de n+1 variáveis.
- erro comum/pergunta: perguntar quantas linhas de seleção tem um MUX de 8 entradas. São 3.
- exemplo/analogia: um comutador de entrada de uma aparelhagem: escolhe qual fonte de som chega à coluna.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: os dois primeiros anéis são algarismos, o terceiro é o multiplicador.
- erro comum/pergunta: ligar um LED diretamente a 5 V, sem resistência.
- exemplo/analogia: a resistência é uma torneira parcialmente fechada; limita o caudal de corrente.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: arredondar sempre para um valor normalizado que dê uma corrente segura, e confirmar a corrente que a porta consegue fornecer.
- erro comum/pergunta: deixar uma entrada de botão "ao ar", sem pull-up nem pull-down.
- exemplo/analogia: o pull-down é a âncora que impede o barco de andar à deriva.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: saber ler os dois estilos de símbolos evita enganos com esquemas de origem diferente.
- erro comum/pergunta: ler uma porta NAND como AND por não reparar no círculo da saída.
- exemplo/analogia: um esquema é uma partitura: lê-se da esquerda para a direita.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o LED é um díodo com setas; a corrente só passa do ânodo para o cátodo.
- erro comum/pergunta: ligar o díodo ou o LED ao contrário e achar que o circuito não funciona.
- exemplo/analogia: o díodo é uma porta de torniquete, só deixa passar num sentido.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o círculo marca sempre inversão; a NAND é uma AND com círculo e a NOR é uma OR com círculo.
- erro comum/pergunta: ler uma NOR como OR por não reparar no círculo.
- exemplo/analogia: o círculo é um "não" desenhado à saída da porta.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: numa caixa retangular o que identifica a porta é o rótulo; o círculo, a inversão.
- erro comum/pergunta: confundir "≥1" (OR) com "=1" (XOR).
- exemplo/analogia: o rótulo é o que se escreve na etiqueta de uma caixa para saber o que lá está dentro.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: dar nome a cada fio intermédio (X, Y) e fazer uma coluna na tabela para cada um.
- erro comum/pergunta: ler a caixa "1" com círculo como um simples amplificador. É um NOT.
- exemplo/analogia: ler um esquema é seguir a água numa rede de canos, de montante para jusante.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: em CMOS as entradas das portas livres ligam-se a GND; nunca ficam soltas.
- erro comum/pergunta: esquecer o condensador de 100 nF em cada CI ou trocar os pinos 7 e 14.
- exemplo/analogia: a lista de componentes é a lista de compras antes de cozinhar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nunca se monta um circuito sem consultar o datasheet do CI.
- erro comum/pergunta: confundir "valores máximos absolutos" com condições de funcionamento normal.
- exemplo/analogia: o datasheet é o manual de instruções do componente.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: trocar de CI sem consultar o datasheet é um erro clássico de montagem.
- erro comum/pergunta: contar os pinos no sentido dos ponteiros do relógio. Contam-se ao contrário.
- exemplo/analogia: o pinout é a planta de uma casa: sem ela, ligam-se fios aos sítios errados.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a margem de ruído mede a folga entre o que a saída garante e o que a entrada exige.
- erro comum/pergunta: calcular a margem com os valores trocados. A margem alta usa V_OH e V_IH.
- exemplo/analogia: a margem é a folga entre o tamanho do carro e a largura da garagem.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a menor das duas margens é que manda na imunidade ao ruído.
- erro comum/pergunta: esquecer de calcular o fan-out nos dois níveis. O 7400 standard tem outros valores (I_OL = 16 mA, I_IL = −1,6 mA).
- exemplo/analogia: uma corrente é tão forte como o seu elo mais fraco.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o desempenho de um circuito é limitado pelo caminho com mais portas, não pela média.
- erro comum/pergunta: somar o atraso das quatro portas. Só contam as que estão no mesmo caminho.
- exemplo/analogia: uma estafeta de 3 corredores demora o tempo dos três, mesmo que haja um quarto a descansar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o consumo CMOS cresce com a frequência de comutação.
- erro comum/pergunta: ligar uma saída TTL a uma entrada CMOS sem verificar V_OH e V_IH.
- exemplo/analogia: o CMOS é como um carro híbrido: quase não gasta parado, e gasta mais quanto mais corre.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: entradas soltas em CMOS dão consumo elevado e comportamento aleatório.
- erro comum/pergunta: perguntar porquê se põe um condensador em cada CI. Absorve os picos de corrente da comutação.
- exemplo/analogia: duas saídas ligadas uma à outra com níveis opostos são como duas pessoas a puxar a mesma corda em sentidos contrários.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a simulação testa a lógica; a montagem testa também a realidade (alimentação, contactos, ruído).
- erro comum/pergunta: deixar um fio solto sem pino de destino. O fio parece ligado mas não conduz.
- exemplo/analogia: o simulador é o ensaio geral antes do espetáculo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: as duas metades da zona central não se tocam; é por isso que o CI fica a cavalo.
- erro comum/pergunta: esquecer que os barramentos de algumas placas são interrompidos a meio.
- exemplo/analogia: a breadboard é uma cidade de ruas (tiras) já ligadas por baixo; só falta pôr as casas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: seguir a tabela fio a fio e marcar cada ligação feita.
- erro comum/pergunta: ligar a saída da porta 1 a uma só das portas seguintes. Vai às portas 2 e 3.
- exemplo/analogia: montar por blocos e testar o primeiro NAND antes de montar o resto.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o flip-flop só olha para a entrada no instante do flanco, o que dá previsibilidade.
- erro comum/pergunta: usar um latch onde devia estar um flip-flop, com problemas de temporização.
- exemplo/analogia: o latch é uma porta que fica aberta enquanto o botão está premido; o flip-flop é uma fotografia no instante do flash.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: deslocar um bit para a esquerda é multiplicar por 2.
- erro comum/pergunta: esquecer que o contador de década volta a 0 depois do 9.
- exemplo/analogia: o conta-quilómetros: cada roda divide a velocidade da anterior por 10; aqui por 2.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: desenhar sempre o diagrama de estados antes de pensar em portas.
- erro comum/pergunta: deixar sem transição alguma combinação de entradas.
- exemplo/analogia: um torniquete de metro tem dois estados (trancado e livre) e a moeda faz a transição.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: num flip-flop D, a entrada é o valor desejado do estado seguinte.
- erro comum/pergunta: deixar o estado 11 sem destino definido, o que pode bloquear o circuito.
- exemplo/analogia: um semáforo que só tem três luzes mas um registo de dois bits.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a sobreposição está no S3 com x=0, que vai para S2 e não para S0.
- erro comum/pergunta: mandar S3 com x=0 para S0 e perder as ocorrências sobrepostas.
- exemplo/analogia: um leitor de cartões que só abre a porta à terceira leitura certa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a maioria dos erros de montagem é de alimentação, massa ou pinout.
- erro comum/pergunta: pedir à turma que diga qual destes erros já cometeu.
- exemplo/analogia: uma lista de verificação antes de ligar a alimentação evita queimar componentes.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: pedir à turma que resolva primeiro e só depois mostrar a resolução.
- erro comum/pergunta: na terceira conta, esquecer que 5 bits dão o intervalo −16 a +15.
- exemplo/analogia: as fichas seguem o mesmo tipo de raciocínio, com outros números.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: confirmar os resultados do Karnaugh pela tabela de verdade.
- erro comum/pergunta: no exercício dos múltiplos de 3, esquecer os indiferentes 10 a 15.
- exemplo/analogia: cada resolução é um modelo para o raciocínio a seguir no teste.