NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: bitmap = grelha de pixels, cada um guarda a sua cor. Não há "fórmula", há memória.
- erro comum/pergunta: alunos confundem bitmap com "imagem de baixa qualidade". Uma bitmap pode ter altíssima resolução, o problema é ampliá-la além do tamanho original.
- exemplo/analogia: uma bitmap é como um mosaico de azulejos, cada quadrado tem uma cor fixa; um vetor é como uma planta arquitetónica, descreve formas, não quadrados.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a organização da interface é praticamente universal entre aplicações de edição de imagem.
- erro comum/pergunta: alunos "perdem" paletas fechadas sem querer; mostrar como as repor pelo menu Janela/Window.
- exemplo/analogia: comparar lado a lado o Photoshop e o GIMP, apontando as mesmas zonas com nomes diferentes.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: velocidade de trabalho profissional vem dos atalhos, não do rato a percorrer menus.
- erro comum/pergunta: perguntar à turma quantas vezes já usaram Ctrl+Z hoje; normalizar o erro e a correção rápida.
- exemplo/analogia: os atalhos são como os comandos de um carro, quem conduz todos os dias não olha para eles, usa-os de cor.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: decidir o documento ANTES de começar poupa retrabalho.
- erro comum/pergunta: começar a trabalhar num documento demasiado pequeno e depois ampliar, perdendo qualidade.
- exemplo/analogia: é como escolher o tamanho da tela antes de pintar um quadro, não se estica depois.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: mais ppi não é sempre melhor, tem de corresponder ao canal de saída.
- erro comum/pergunta: alunos usam sempre 300 ppi "para garantir qualidade" na web, sem perceber que o ppi é só metadado, não afeta peso nem qualidade no ecrã: o que conta é o tamanho em pixels.
- exemplo/analogia: é como enviar um vídeo em 4K a alguém que só tem um telemóvel antigo, a qualidade extra perde-se pelo caminho.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a regra é simples e não tem exceções nesta UC, digital = RGB.
- erro comum/pergunta: trazer um ficheiro CMYK de um trabalho de design gráfico e esquecer de converter antes de publicar online.
- exemplo/analogia: RGB é luz que se soma (ecrã apagado é preto); CMYK é tinta que se subtrai (papel em branco reflete tudo, tinta a mais escurece).
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o código hexadecimal é a "matrícula" universal de uma cor entre ferramentas diferentes.
- erro comum/pergunta: escolher uma cor "a olho" em vez de copiar o código hexadecimal da marca, gerando inconsistências entre materiais.
- exemplo/analogia: o hexadecimal é como o código postal de uma cor, aponta sempre para o mesmo sítio.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: dithering troca qualidade percebida por menos cores reais, útil quando o formato limita a paleta.
- erro comum/pergunta: exportar sem olhar à previsão e só perceber o problema depois de publicado.
- exemplo/analogia: dithering é como misturar pontos de duas tintas de parede para imitar uma terceira cor que não existe na loja.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a tipografia para digital prioriza legibilidade sobre sofisticação decorativa.
- erro comum/pergunta: escolher uma fonte muito fina ou ornamentada que se torna ilegível num ecrã pequeno.
- exemplo/analogia: pensar num letreiro de rua, tem de se ler a andar, não só quando se está parado em frente.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: entrelinha e espaçamento fazem tanta diferença na legibilidade como a fonte escolhida.
- erro comum/pergunta: texto todo colado, sem entrelinha ajustada, difícil de ler em blocos maiores.
- exemplo/analogia: a entrelinha é como o espaço entre prateleiras de uma estante, sem espaço os livros ficam ilegíveis.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: rasterizar cedo demais impede corrigir gralhas sem refazer o efeito todo.
- erro comum/pergunta: rasterizar o texto e só depois notar um erro ortográfico.
- exemplo/analogia: é como imprimir um rascunho em vez de guardar o documento editável, depois só dá para corrigir a régua.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: trabalhar sem camadas (tudo achatado) torna qualquer correção depois quase impossível.
- erro comum/pergunta: perguntar porque é que mudar a opacidade de uma camada não afeta as outras.
- exemplo/analogia: as camadas são como folhas de acetato sobrepostas num projetor, cada uma com o seu desenho.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: nomear camadas é uma prática de organização, uma das atitudes avaliadas nesta UC.
- erro comum/pergunta: ficheiros com "Camada 1", "Camada 2", "Camada 47" sem nenhum nome, impossíveis de navegar.
- exemplo/analogia: é como etiquetar caixas de mudança, sem etiqueta ninguém encontra nada depois.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: clipping group é uma técnica muito usada para "vestir" texto ou formas com imagens.
- erro comum/pergunta: confundir clipping group com máscara de camada, são parecidos mas não são a mesma coisa.
- exemplo/analogia: o clipping group é como um molde de bolachas, a forma de baixo recorta o que está em cima.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: não destrutivo significa que se pode voltar atrás e mudar parâmetros sem perder qualidade.
- erro comum/pergunta: aplicar um efeito "achatando" a camada e depois não conseguir ajustá-lo.
- exemplo/analogia: um estilo é como um filtro reaplicável de Instagram, não uma edição definitiva na foto original.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: consistência visual entre elementos vem de reutilizar os mesmos estilos, não de repetir manualmente os valores.
- erro comum/pergunta: cada botão do site com uma sombra ligeiramente diferente, porque foi aplicada "a olho" cada vez.
- exemplo/analogia: um estilo guardado é como uma receita escrita, qualquer pessoa da equipa obtém o mesmo resultado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: shapes são vetoriais mesmo num documento bitmap, por isso não "pixelizam" ao redimensionar.
- erro comum/pergunta: desenhar um botão com a ferramenta de pintura em vez da ferramenta de forma, perdendo a possibilidade de o redimensionar depois sem perda de qualidade.
- exemplo/analogia: uma shape é como um molde de corte reutilizável; uma pintura livre é como desenhar à mão de cada vez.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: níveis e curvas dão controlo muito mais fino do que o simples brilho/contraste.
- erro comum/pergunta: exagerar no contraste e "queimar" as zonas claras da foto, perdendo detalhe.
- exemplo/analogia: níveis são como ajustar o volume de graves/médios/agudos, curvas são o equalizador fino de cada faixa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: seguir os passos por ordem evita perder informação: ajustar tons antes de recortar, recortar antes de aplicar nitidez.
- erro comum/pergunta: aplicar nitidez logo no início e ampliar defeitos que só depois se corrigiriam.
- exemplo/analogia: o histograma é como o mostrador de um forno, mostra onde está a "temperatura" tonal da imagem.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma boa composição obedece às mesmas regras de luz e perspetiva da fotografia original.
- erro comum/pergunta: colar um objeto com sombra a vir de um lado diferente da luz da imagem de fundo, denunciando a montagem.
- exemplo/analogia: compor imagens é como montar um cenário de teatro, tudo tem de parecer pertencer ao mesmo espaço.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um fundo mal otimizado é muitas vezes o maior culpado pela lentidão de uma página.
- erro comum/pergunta: usar uma fotografia de alta resolução como fundo repetido, quando um padrão simples resolveria com muito menos peso.
- exemplo/analogia: um fundo tileable é como um papel de parede, um único padrão pequeno repete-se e cobre a parede inteira.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a otimização não é um passo opcional, é um critério de desempenho da UC.
- erro comum/pergunta: exportar sempre na qualidade máxima "para garantir", sem comparar o peso resultante.
- exemplo/analogia: é como fazer as malas para uma viagem de avião de baixo custo, cada quilo extra tem um custo real.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: JPEG é a escolha certa para fotografias, nunca para gráficos com texto ou linhas finas.
- erro comum/pergunta: exportar um logótipo com texto em JPEG e ver o texto ficar com halos e manchas por causa da compressão.
- exemplo/analogia: comprimir demasiado um JPEG é como fotocopiar uma fotocópia várias vezes, perde-se nitidez a cada geração.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: GIF é a escolha certa quando é preciso transparência simples ou animação, não para fotografias.
- erro comum/pergunta: usar GIF para uma fotografia e obter um ficheiro pesado e com cores banded (bandas visíveis).
- exemplo/analogia: GIF é como uma caixa de lápis de cor com só 256 cores; JPEG é como uma caixa com milhões, mas nunca perfeitamente nítida.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: este é o critério de desempenho "resolvendo problemas com a transparência de imagens animadas", trazer sempre um exemplo visual.
- erro comum/pergunta: exportar um GIF transparente sem definir o matte e obter uma auréola clara à volta do objeto quando colocado sobre fundo escuro.
- exemplo/analogia: é como recortar um autocolante com tesoura, se a margem branca ficar, nota-se sempre que foi recortado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: guardar imagens para suportes audiovisuais é uma aptidão própria desta UC, distinta da exportação para web, redes sociais ou impressão.
- erro comum/pergunta: aplicar as mesmas regras da web (72 ppi "pequeno") sem verificar o tamanho em pixels exigido pelo projeto de vídeo, entregando uma imagem pequena de mais para o ecrã.
- exemplo/analogia: é como entregar uma fotografia em vez de um cartaz quando alguém pediu um cartaz, o tamanho em pixels tem de bater certo com o ecrã final.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a otimização por frames de diferença é o que separa um GIF leve de um GIF pesado com o mesmo conteúdo visual.
- erro comum/pergunta: esquecer de definir o loop e a animação parar ao fim de um único ciclo.
- exemplo/analogia: um GIF animado é como um flipbook (livro de páginas que se folheiam rápido), cada página é um frame.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: fatiar permite otimizar cada parte da imagem com o formato mais adequado a cada uma.
- erro comum/pergunta: exportar uma imagem inteira num único formato quando tem zonas muito diferentes (foto e texto plano).
- exemplo/analogia: fatiar é como cortar uma pizza em pedaços para servir cada convidado com o que prefere, mas a pizza é a mesma imagem.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o conceito de rollover (mudar de estado ao interagir) continua atual, hoje faz-se sobretudo em CSS, mas o raciocínio de "estados de um botão" é o mesmo.
- erro comum/pergunta: esquecer de criar o estado "sobre" numa camada própria e o rollover não ter o que mostrar.
- exemplo/analogia: um rollover é como um interruptor com luz, muda de aspeto quando se lhe toca.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: distinguir onde a decisão do clique é tomada, no browser (cliente) ou no servidor.
- erro comum/pergunta: confundir mapa de imagem com fatias, são técnicas diferentes: o mapa usa uma única imagem com zonas, as fatias dividem a imagem em várias.
- exemplo/analogia: um mapa de imagem é como um mapa do metro com zonas clicáveis; cada estação aponta para uma página diferente.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: automatizar tarefas repetitivas é rigor e eficiência, não preguiça, e evita erros de inconsistência entre imagens.
- erro comum/pergunta: gravar a ação sobre uma imagem já alterada e ela sair diferente das restantes; gravar sempre a partir de um estado limpo.
- exemplo/analogia: um droplet é como um carimbo, aplica sempre exatamente a mesma marca, sem variação manual.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o HTML exportado é um rascunho técnico, não o código final de produção.
- erro comum/pergunta: importar uma imagem em CMYK vinda de um trabalho de impressão e esquecer de a converter para RGB.
- exemplo/analogia: exportar para HTML é como imprimir um esboço, serve de base, mas alguém revê antes de publicar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: perder o ficheiro fonte com camadas é o erro mais caro nesta profissão, o exportado sozinho não se edita.
- erro comum/pergunta: guardar só o JPEG final e apagar o PSD com camadas "para poupar espaço".
- exemplo/analogia: o ficheiro fonte é como a receita original de um prato, o exportado é só o prato servido, sem a receita não se repete.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: estas normas são conteúdo avaliável da UC, não um extra de bem-estar.
- erro comum/pergunta: perguntar à turma há quanto tempo estão sentados sem pausa durante a própria aula.
- exemplo/analogia: cuidar da postura é como afinar uma ferramenta de trabalho, o corpo é o instrumento principal de quem edita imagem todos os dias.