NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a qualidade dos mapas depende da qualidade dos dados de origem. Cada número tem de ser rastreável até um documento.
- erro comum/pergunta: confundir a data da fatura com a data de recebimento ou pagamento. Perguntar: o dinheiro entrou nesse mês?
- exemplo/analogia: um dossiê de arquivo bem organizado é como uma cozinha arrumada: quem chega depois encontra tudo.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um mapa de idade de saldos só vale se gerar uma decisão. Quanto mais antigo o saldo, menor a probabilidade de o receber.
- erro comum/pergunta: somar mal as colunas. Verificar sempre que total por linhas é igual a total por colunas.
- exemplo/analogia: um mapa de idade de saldos é como uma lista de alimentos com prazo de validade: o que está a caducar tem prioridade.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: 1 000 € hoje não valem o mesmo que 1 000 € daqui a um ano. É este princípio que sustenta toda a UC.
- erro comum/pergunta: taxa anual com prazo em meses, sem converter. É o erro mais frequente do bloco.
- exemplo/analogia: pedir à turma se prefere receber 1 000 € hoje ou daqui a um ano, e porquê.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o juro simples cresce em linha reta com o tempo. Duplicar o prazo duplica o juro.
- erro comum/pergunta: esquecer o ano comercial/civil quando o prazo vem em dias. O contrato manda.
- exemplo/analogia: o aluguer de uma sala: paga-se o mesmo por cada dia, sem que o valor aumente com o tempo já decorrido.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a diferença entre incidir a taxa sobre o valor nominal ou sobre o valor atual.
- erro comum/pergunta: achar que os dois descontos dão sempre o mesmo valor. Só coincidem se a taxa for zero.
- exemplo/analogia: descontar uma letra é como pedir o dinheiro antes de ele vencer: tem um custo, que é o desconto.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o crescimento é exponencial. Quanto mais longo o prazo, maior a diferença face ao juro simples.
- erro comum/pergunta: aplicar a fórmula simples a um prazo longo e subavaliar o valor final.
- exemplo/analogia: bola de neve: ao rolar, apanha mais neve, e por isso cresce cada vez mais depressa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: em juro composto não se divide a taxa. Usa-se a raiz.
- erro comum/pergunta: dividir 6% por 12 para obter a taxa mensal. Dá 0,5%, mas a equivalente é 0,4868%.
- exemplo/analogia: uma taxa nominal é a taxa do cartaz; a efetiva é a que se vê no extrato.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: desenhar sempre a linha de tempo antes de escrever contas.
- erro comum/pergunta: atualizar o que devia ser capitalizado e vice-versa. O que está antes da data focal capitaliza-se.
- exemplo/analogia: trazer valores para a mesma data é como converter moedas para uma só antes de somar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a taxa tem de ser a do período dos pagamentos. Poupança mensal pede taxa mensal.
- erro comum/pergunta: confundir renda postecipada com antecipada. Perguntar: o pagamento é no início ou no fim do período?
- exemplo/analogia: uma renda de arrendamento é um exemplo de pagamentos iguais em intervalos iguais.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o quadro tem de fechar: soma das amortizações igual ao capital e dívida final igual a zero.
- erro comum/pergunta: achar que a parte de juros da prestação é constante. Desce a cada período.
- exemplo/analogia: no início paga-se sobretudo juros, como numa corrida onde as primeiras voltas são as mais pesadas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: qual é melhor depende da capacidade de tesouraria da empresa, não só do custo total.
- erro comum/pergunta: comparar propostas só pela taxa. Pedir o plano de reembolso completo e o custo efetivo total.
- exemplo/analogia: amortização constante é como pagar um carro com uma entrada grande: mais pesado no início, mais leve depois.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o que conta é a data em que o dinheiro entra ou sai, não a data da fatura.
- erro comum/pergunta: incluir gastos que não são saídas de dinheiro, como as depreciações.
- exemplo/analogia: a empresa não paga salários com lucro, paga-os com dinheiro.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o técnico entrega a informação e as alternativas, a decisão é da gestão.
- erro comum/pergunta: escolher um financiamento sem comparar o custo em juros e o prazo de devolução.
- exemplo/analogia: o mapa de origem e aplicação é um extrato do dinheiro da empresa, com colunas de entradas e saídas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: desvio positivo não é sinónimo de bom. Num gasto, é desfavorável.
- erro comum/pergunta: olhar só para a percentagem e ignorar o valor em euros e o peso da rubrica.
- exemplo/analogia: o orçamento é o mapa de uma viagem e os desvios dizem onde se saiu da rota.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: reportar as causas é o critério central: um desvio sem explicação é só um número.
- erro comum/pergunta: explicar um desvio sem validar a causa com quem conhece a atividade.
- exemplo/analogia: vender mais e vender mais caro pedem ações diferentes, por isso decompor o desvio muda a conversa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: as mesmas rubricas do balanço, reagrupadas por função. Não há números novos.
- erro comum/pergunta: calcular a TL por duas vias e não conferir. Os dois resultados têm de coincidir.
- exemplo/analogia: o FM é a folga de financiamento estável; as NFM são o dinheiro que a atividade corrente prende.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: cada linha intermédia diz onde o valor se cria ou se perde.
- erro comum/pergunta: incluir juros e imposto na conta de exploração. Esses entram só na DR completa.
- exemplo/analogia: os escalões são como os degraus de uma cascata: em cada um se vê o que ficou para trás.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma venda de dezembro paga em fevereiro é rendimento de dezembro.
- erro comum/pergunta: incluir na DR gastos pagos mas que pertencem a outro período.
- exemplo/analogia: a taxa de imposto de 20% é uma hipótese do exemplo, não a taxa em vigor.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: verificar que os dois modelos dão o mesmo resultado operacional e líquido.
- erro comum/pergunta: repartir os gastos por funções sem critério. O total tem de bater com a DR por natureza.
- exemplo/analogia: a mesma casa, fotografada de duas portas: mudam os ângulos, não a casa.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a aplicação do resultado só move valores entre colunas: o total não muda.
- erro comum/pergunta: esquecer que os dividendos saem do capital próprio.
- exemplo/analogia: o capital próprio é uma conta dos sócios, com entradas, saídas e resultado.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: o lucro (32 000) é diferente do dinheiro gerado (48 000).
- erro comum/pergunta: trocar os sinais das variações: o aumento de clientes diminui o fluxo.
- exemplo/analogia: o indireto parte do lucro e corrige-o até chegar ao dinheiro.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: as demonstrações são leituras diferentes dos mesmos factos, por isso têm de bater certo.
- erro comum/pergunta: entregar mapas que não batem entre si. Procurar o erro antes de reportar.
- exemplo/analogia: um conjunto de espelhos que mostram a mesma sala de ângulos diferentes.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: um rácio nunca se lê sozinho: precisa de um termo de comparação.
- erro comum/pergunta: interpretar a liquidez imediata como alarme quando é naturalmente baixa.
- exemplo/analogia: a liquidez é como a folga de um orçamento doméstico: quanto o mês cobre das contas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: apresentar sempre a fórmula, o termo de comparação e uma frase de leitura.
- erro comum/pergunta: misturar valores médios e finais de um ano para o outro.
- exemplo/analogia: um rácio é como a temperatura: só quer dizer algo se soubermos a referência.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: uma taxa numa célula identificada muda-se num só sítio.
- erro comum/pergunta: esquecer o cifrão e ver a fórmula deslocar-se ao copiar.
- exemplo/analogia: uma folha bem montada é uma calculadora com memória e com etiquetas.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: reportar também é escalar um problema com os factos, logo que é detetado.
- erro comum/pergunta: corrigir em silêncio um erro encontrado, em vez de o comunicar.
- exemplo/analogia: um relatório é um semáforo: diz depressa se se pode avançar.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: IBAN, contribuinte e vencimento são dados pessoais.
- erro comum/pergunta: achar que só as fichas de clientes têm dados pessoais. Mapas de salários e de fornecedores também.
- exemplo/analogia: os dados pessoais são como chaves da casa de alguém: guardam-se, não se emprestam.
NOTAS DO PROFESSOR
- enfatizar: a minimização aplica-se no momento de criar o mapa, não depois.
- erro comum/pergunta: enviar o ficheiro completo e dizer ao colega para ignorar as colunas sensíveis.
- exemplo/analogia: uma reunião precisa de saber quem deve e quanto, não onde mora.