UC00241

Configurar protocolos e serviços de rede

Modelos OSI e TCP/IP, endereçamento IP, configuração de protocolos, encaminhamento, serviços de rede e serviços da Internet

Curso profissional · 50h · Técnico/a de Sistemas de Computação e Redes · Técnico/a de Desenvolvimento de Software · Técnico/a de Informática de Gestão

Plano

  1. Redes de dados: tipos, características e topologias
  2. Elementos de rede: equipamentos ativos e passivos
  3. O modelo OSI
  4. O modelo TCP/IP
  5. Endereçamento IP, redes e sub-redes
  6. Protocolos de rede: TCP, UDP e protocolos aplicacionais
  7. Configurar os parâmetros dos protocolos de rede
  8. Configurar o encaminhamento e a gestão dos protocolos
  9. Configurar os serviços de rede: domínio, grupos e utilizadores
  10. RGPD e gestão de utilizadores
  11. Configurar os serviços da Internet
  12. Normas, regulamentos e segurança na instalação de redes

Bloco 1 · Redes de dados: tipos, características e topologias

Tipos de rede por extensão

  • PAN: alguns metros (Bluetooth entre telemóvel e auriculares).
  • LAN: um edifício ou campus (a rede de uma escola).
  • MAN: uma cidade (rede municipal entre edifícios públicos).
  • WAN: regional a mundial (a Internet, ou uma empresa com filiais em vários países).

Esta UC trabalha sobretudo a LAN e a sua ligação à WAN (Internet).

Topologias físicas

Topologia Vantagem Desvantagem
Barramento Barata e simples Uma quebra derruba tudo
Estrela Falha isolada a um cabo Depende do ponto central
Anel Tráfego regular Uma quebra interrompe o anel
Malha Muito tolerante a falhas Cara e complexa
Árvore (híbrida) Escalável Falha no backbone afeta vários grupos

A estrela, com switches ligados por um backbone, é a mais usada em escolas e escritórios.

Características, mapas físicos e lógicos

  • Largura de banda, débito real, latência, fiabilidade, escalabilidade, segurança.
  • Mapa físico: onde estão os cabos, tomadas e equipamentos.
  • Mapa lógico: como os endereços IP e as sub-redes estão organizados.

Os dois mapas respondem a perguntas diferentes e devem ser mantidos sempre atualizados.

Bloco 2 · Elementos de rede: equipamentos ativos e passivos

Equipamento passivo

  • Cabo UTP (cat 5e, 6, 6a) e fibra ótica (monomodo, multimodo).
  • Conectores RJ45 e conectores de fibra (SC, LC).
  • Patch panels, tomadas de parede, bastidores (racks) e calhas técnicas.

O equipamento passivo não processa o sinal, apenas o conduz.

Equipamento ativo

  • Switch: liga vários equipamentos, encaminha por endereço MAC (camada 2).
  • Router: liga redes diferentes, encaminha por endereço IP (camada 3).
  • Ponto de acesso: liga equipamento sem fios à rede cablada.
  • Firewall, servidor, placa de rede (NIC).

O PoE alimenta equipamento (câmaras, access points) pelo próprio cabo de rede.

Bloco 3 · O modelo OSI

As sete camadas OSI

Camada Nome Exemplos
7 Aplicação HTTP, FTP, SMTP, DNS
6 Apresentação SSL/TLS, codificação
5 Sessão RPC, NetBIOS
4 Transporte TCP, UDP
3 Rede IP, ICMP, routers
2 Ligação de dados Ethernet, Wi-Fi, switches
1 Física Cabos, fibra, sinais rádio

Encapsulamento e equipamento por camada

  • Encapsulamento: cada camada acrescenta o seu cabeçalho ao descer.
  • Dados → segmento (TCP/UDP) → pacote (IP) → trama (Ethernet) → bits.
  • Switch = camada 2. Router = camada 3. Repetidor/hub = camada 1.

Diagnóstico por camadas

Cabo ligado e luzes acesas (camada 1) + ping na rede local funciona (camada 2) + ping fora da rede falha → problema na camada 3 (rede), normalmente o gateway.

Bloco 4 · O modelo TCP/IP

As quatro camadas TCP/IP

Camada TCP/IP Corresponde no OSI Protocolos
Aplicação Aplicação, Apresentação, Sessão HTTP, HTTPS, FTP, SMTP, DNS
Transporte Transporte TCP, UDP
Internet Rede IP, ICMP
Acesso à rede Ligação de dados, Física Ethernet, Wi-Fi

É este modelo que se usa, na prática, para configurar parâmetros de rede.

TCP/IP em ação

Um pedido HTTPS: aplicação gera o pedido cifrado; transporte (TCP) numera e liga na porta 443; Internet (IP) encapsula com endereços de origem e destino; acesso à rede transmite fisicamente a trama.

Bloco 5 · Endereçamento IP, redes e sub-redes

Endereços IPv4, privados e públicos

  • Endereço IPv4: 32 bits, quatro octetos (192.168.1.10).
  • Privados (RFC 1918): 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16.
  • Públicos: únicos na Internet, ligados à LAN por NAT.

Máscara de sub-rede e CIDR

Máscara CIDR Anfitriões utilizáveis
255.255.255.0 /24 254
255.255.255.128 /25 126
255.255.255.192 /26 62
255.255.255.224 /27 30

Fórmula: anfitriões = 2 elevado aos bits de anfitrião, menos 2.

Exemplo: dividir 192.168.10.0/24 em 4 sub-redes

Pedem-se 2 bits (/24 → /26): quatro blocos de 64 endereços cada.

Sub-rede Rede Broadcast
Direção .0/26 .63
Administrativo .64/26 .127
Salas de aula .128/26 .191
Laboratórios .192/26 .255

Bloco 6 · Protocolos de rede: TCP, UDP e protocolos aplicacionais

TCP vs UDP

TCP UDP
Ligação Com ligação (handshake) Sem ligação
Fiabilidade Confirma e reenvia Sem confirmação
Velocidade Mais lento Mais rápido
Uso Web, correio, ficheiros DNS, voz e vídeo

Protocolos aplicacionais e portas

Protocolo Porta Função
HTTP / HTTPS 80 / 443 Web, sem e com cifragem
FTP 20 e 21 Transferência de ficheiros
SMTP 25 / 587 Envio de correio
DNS 53 Resolução de nomes
SSL/TLS sobre outras portas Cifragem da ligação

Bloco 7 · Configurar os parâmetros dos protocolos de rede

Os quatro parâmetros essenciais

  • Endereço IP: identifica o equipamento.
  • Máscara de sub-rede: separa rede e anfitrião.
  • Gateway predefinido: saída para fora da rede local.
  • Servidores DNS: traduzem nomes em endereços IP.

Sem qualquer um destes, algo falha, na própria rede, na Internet ou na resolução de nomes.

Estático, DHCP e configuração prática

  • Estático: manual, para servidores e equipamento fixo.
  • DHCP: automático, para a maioria dos postos de trabalho.
  • Windows (PowerShell): New-NetIPAddress, Set-DnsClientServerAddress.
  • Linux: nmcli, ou netplan em Ubuntu Server.

Verificar a configuração

Comando O que verifica
ipconfig /all / ip addr Parâmetros atribuídos
ping <gateway> Ligação à rede local
ping 8.8.8.8 Ligação à Internet
nslookup <nome> Resolução DNS
tracert / traceroute Caminho salto a salto

Bloco 8 · Configurar o encaminhamento e a gestão dos protocolos

Tabela de encaminhamento e rotas

  • Tabela de encaminhamento: "para chegar a X, envia por aqui".
  • Rota predefinida (0.0.0.0/0): usada quando nenhuma rota específica corresponde.
  • Estático: manual (New-NetRoute, ip route add).
  • Dinâmico: RIP, OSPF, recalculado automaticamente.

Ativar o encaminhamento

  • Windows Server: função RRAS, ativar encaminhamento IPv4.
  • Linux: net.ipv4.ip_forward=1.
  • NAT: tradução de endereços privados para um único público.
  • Uma rota bem definida não funciona sem o encaminhamento ativado.

Bloco 9 · Configurar os serviços de rede: domínio, grupos e utilizadores

Grupo de trabalho vs domínio

  • Grupo de trabalho: descentralizado, cada equipamento com a sua lista de utilizadores.
  • Domínio: centralizado, um controlador de domínio (AD DS) gere tudo.
  • O domínio escala; o grupo de trabalho não, a partir de uma dezena de postos.

Instalar o AD DS e organizar o domínio

  • Instalar a função AD DS e promover o servidor a controlador de domínio.
  • Criar unidades organizacionais (OU): Alunos, Docentes, Administrativo.
  • Criar grupos e utilizadores, atribuindo permissões sempre a grupos.
  • DHCP, partilha de ficheiros e impressoras: outros serviços de rede centrais.

Perfis e políticas de grupo

  • Perfil móvel: segue o utilizador entre postos de trabalho do domínio.
  • Perfil obrigatório: reinicia sempre do mesmo estado.
  • GPO: aplica definições centralmente a uma OU (bloqueio de ecrã, restrições de software).

Bloco 10 · RGPD e gestão de utilizadores

Princípios do RGPD

  • Minimização: só os dados estritamente necessários.
  • Limitação da finalidade: só para o fim para que foram recolhidos.
  • Integridade e confidencialidade: permissões corretas, dados protegidos.
  • Limitação da conservação: desativar contas assim que a pessoa sai.

Boas práticas e violações de dados

  • Menor privilégio, ciclo de vida da conta, registo de acessos (logging).
  • Violação de dados: notificar a CNPD em 72 horas, quando há risco.
  • DPO: acompanha a conformidade em organizações maiores.

Bloco 11 · Configurar os serviços da Internet

Servidor Web e FTP

  • Web: IIS (Windows) ou Apache/Nginx (Linux), porta 80/443, vinculação (binding).
  • FTP: portas 20 e 21, modo passivo preferido, isolamento de utilizador.
  • Preferir FTPS ou SFTP a FTP tradicional, sem cifragem.

DNS e correio eletrónico

  • DNS: zonas de pesquisa direta (registos A, CNAME, MX) e inversa (PTR).
  • Correio: SMTP envia, POP3/IMAP recebem; registo MX obrigatório.
  • Nunca deixar o servidor em relay aberto; usar SPF/DKIM contra falsificação.

SSL/TLS e certificados

  • Certificado liga uma chave pública a uma identidade, assinado por uma CA.
  • Autoassinado: gera aviso no browser, só para testes internos.
  • CSR → CA → certificado → vinculação HTTPS na porta 443.
  • Usar sempre TLS 1.2/1.3; renovar antes da expiração.

Bloco 12 · Normas, regulamentos e segurança na instalação de redes

Cablagem estruturada e segurança no trabalho

  • Norma ANSI/TIA-568 (antes TIA/EIA-568): categorias de cabo, distâncias, etiquetagem.
  • Segurança elétrica, trabalhos em altura, EPI adequado.
  • Sinalizar zonas de obra, nunca obstruir saídas de emergência.

Segurança sem fios e checklist final

  • WPA2/WPA3 sempre; nunca redes abertas para tráfego interno.
  • Rede de visitantes isolada da rede interna.
  • Checklist final: cablagem certificada, parâmetros testados, serviços validados, credenciais por defeito alteradas, documentação entregue.

Recapitulando

  • Redes, topologias e equipamentos: a base para qualquer configuração.
  • OSI e TCP/IP: os modelos que explicam como os dados viajam.
  • Endereçamento IP e sub-redes: a matemática por trás de qualquer configuração.
  • Parâmetros de protocolo e encaminhamento: o que faz uma rede funcionar de facto.
  • Serviços de rede (domínio, utilizadores) e serviços da Internet (Web, FTP, correio, DNS, SSL/TLS).
  • RGPD, normas e segurança, presentes em todas as fases.

Próximo: fichas e projeto, configurar protocolos e serviços de rede numa organização real.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a distinção é sempre pela extensão geográfica, nunca pelo número de equipamentos. - erro comum/pergunta: confundir MAN com WAN. MAN é sempre dentro de uma cidade; WAN não tem limite geográfico. - exemplo/analogia: PAN, LAN, MAN, WAN são como quarto, casa, bairro, país: círculos cada vez maiores.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a topologia em estrela isola falhas; é por isso que domina hoje. - erro comum/pergunta: achar que a topologia em anel ainda é comum. É hoje rara, sobretudo em redes de fibra industrial. - exemplo/analogia: a topologia em estrela é como uma central telefónica antiga, tudo passa por um ponto central que decide o encaminhamento.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: débito real é sempre inferior à largura de banda nominal. - erro comum/pergunta: confundir largura de banda com débito real. A largura de banda é o limite teórico; o débito é o que se consegue de facto. - exemplo/analogia: o mapa físico é a planta do edifício; o mapa lógico é o organograma dos departamentos.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: passivo não precisa de alimentação elétrica, ativo precisa. - erro comum/pergunta: achar que um patch panel "faz alguma coisa" ao sinal. Só organiza fisicamente as ligações. - exemplo/analogia: o cabo é como uma tubagem de água, conduz mas não decide para onde a água vai.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: switch trabalha por MAC, router trabalha por IP. É a distinção mais testada. - erro comum/pergunta: confundir hub com switch. O hub repete por todas as portas; o switch aprende e envia só à porta certa. - exemplo/analogia: o switch é como um porteiro que sabe exatamente a que andar entregar cada encomenda; o hub grita a encomenda por todo o prédio.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: decorar de cima para baixo ou de baixo para cima, mas sempre pela ordem certa. - erro comum/pergunta: trocar a ordem das camadas 5, 6 e 7. Usar o mnemónico ajuda a fixar. - exemplo/analogia: mnemónico "Ana Ana Sabe Tudo Rir Livre à Frente" para Aplicação, Apresentação, Sessão, Transporte, Rede, Ligação, Física.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: no recetor o processo é inverso, desencapsulamento, camada a camada. - erro comum/pergunta: chamar "pacote" a tudo. Segmento, pacote e trama são unidades diferentes, em camadas diferentes. - exemplo/analogia: encapsular é como pôr uma carta num envelope, depois esse envelope noutro maior, cada camada com a sua própria "morada".

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: diagnosticar sempre de baixo para cima, camada a camada. - erro comum/pergunta: saltar direto para "reiniciar tudo" sem perceber em que camada está o problema. - exemplo/analogia: é como testar uma torneira: primeiro vê-se se há água no prédio, depois no andar, depois na própria torneira.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: o TCP/IP junta três camadas OSI numa só, "Aplicação". - erro comum/pergunta: achar que o OSI "está errado" e o TCP/IP "está certo". São modelos com propósitos diferentes, ensino vs implementação real. - exemplo/analogia: usa-se a linguagem do OSI para explicar um problema, e o TCP/IP e os seus protocolos concretos para o resolver.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: seguir o percurso completo de um pedido ajuda a fixar as quatro camadas. - erro comum/pergunta: esquecer que a cifragem (TLS) acontece "dentro" da camada de aplicação no modelo TCP/IP. - exemplo/analogia: é como seguir uma encomenda desde a fábrica até à porta de casa, cada etapa tem a sua função.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: os três blocos privados têm de ser decorados, aparecem sempre em exame. - erro comum/pergunta: achar que um endereço privado "funciona" diretamente na Internet. Precisa sempre de NAT. - exemplo/analogia: o endereço privado é como um ramal interno de uma empresa; o NAT é a telefonista que liga esse ramal ao exterior.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: subtrair sempre 2 (rede e difusão), é o erro mais comum a corrigir. - erro comum/pergunta: esquecer de subtrair o endereço de rede e o de difusão do total de endereços. - exemplo/analogia: numa rua com 64 números, o primeiro e o último não são casas, são os limites da rua.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: número de sub-redes = 2 elevado ao número de bits pedidos. - erro comum/pergunta: dividir mal os blocos, sobrepondo gamas de endereços entre sub-redes. - exemplo/analogia: é como dividir um prédio de 256 números de porta em quatro andares iguais.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a escolha entre TCP e UDP depende do que é mais importante, fiabilidade ou rapidez. - erro comum/pergunta: achar que UDP é "pior" que TCP. É apenas mais adequado a outros cenários. - exemplo/analogia: TCP é uma carta registada com aviso de receção; UDP é um postal, mais rápido mas sem garantia.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: as portas de cada protocolo do referencial têm de ficar decoradas. - erro comum/pergunta: trocar a porta 80 com a 443, ou o 20 com o 21 no FTP. - exemplo/analogia: a porta é como o número de um apartamento, o endereço IP é o prédio, a porta identifica exatamente quem recebe.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: cada parâmetro em falta produz um sintoma diferente, é a base do diagnóstico. - erro comum/pergunta: configurar IP e máscara e esquecer o gateway ou o DNS. - exemplo/analogia: os quatro parâmetros são como morada, código postal, estrada de saída da cidade e lista telefónica.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: servidores e impressoras de rede levam sempre IP estático. - erro comum/pergunta: atribuir manualmente um endereço já dentro do âmbito do DHCP, criando um conflito. - exemplo/analogia: o DHCP é como um rececionista de hotel a atribuir quartos livres; o estático é uma suite reservada sempre para o mesmo hóspede.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a sequência de testes segue sempre a mesma ordem, local, Internet, DNS. - erro comum/pergunta: testar só o `ping` a um site por nome, sem separar se o problema é de ligação ou de DNS. - exemplo/analogia: são os quatro pontos de controlo de uma viagem, saída de casa, estrada, fronteira, GPS.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a rota predefinida é sempre a "última hipótese" na tabela. - erro comum/pergunta: confundir rota predefinida com gateway. O gateway é o próximo salto; a rota predefinida é a entrada da tabela que o usa. - exemplo/analogia: a tabela de encaminhamento é como um mapa de estradas com indicações "para ali, siga esta saída".

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: rota configurada + encaminhamento desativado = continua sem funcionar. - erro comum/pergunta: esquecer de ativar o encaminhamento depois de configurar as rotas. - exemplo/analogia: a rota é a placa de sinalização; o encaminhamento ativado é a estrada estar mesmo aberta ao trânsito.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a escolha entre workgroup e domínio depende da dimensão da organização. - erro comum/pergunta: tentar gerir permissões individualmente numa rede grande, em vez de migrar para domínio. - exemplo/analogia: workgroup é uma vizinhança sem administração central; domínio é um condomínio com uma única gestão.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: permissões vão sempre para grupos, nunca diretamente para utilizadores individuais. - erro comum/pergunta: criar utilizadores fora de qualquer OU, sem organização nenhuma. - exemplo/analogia: as OU são como as gavetas de um arquivo, cada categoria tem o seu lugar próprio.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: GPO aplica-se a OU, por isso a organização em OU é tão importante. - erro comum/pergunta: confundir perfil móvel com perfil obrigatório. Um guarda alterações, o outro não. - exemplo/analogia: o perfil móvel é como uma mala que viaja com o aluno; o perfil obrigatório é uma sala sempre arrumada da mesma forma.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a gestão de contas de utilizador é, na prática, aplicação direta do RGPD. - erro comum/pergunta: achar que o RGPD "é problema do departamento jurídico" e não do técnico de redes. - exemplo/analogia: cada conta de utilizador é uma chave; o RGPD diz quantas cópias fazer, a quem dar e quando as recolher.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: o prazo de 72 horas para notificar uma violação de dados é frequentemente testado. - erro comum/pergunta: só desativar contas semanas depois da saída de um funcionário. - exemplo/analogia: o menor privilégio é como dar apenas a chave da sala de que alguém precisa, não a chave de todo o edifício.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: FTP tradicional não cifra credenciais, é um risco de segurança conhecido. - erro comum/pergunta: usar FTP simples para transferir dados sensíveis pela Internet. - exemplo/analogia: FTP sem cifragem é como enviar uma carta sem envelope; FTPS/SFTP fecha o envelope.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: sem registo MX, nenhum outro servidor encontra o domínio para entregar correio. - erro comum/pergunta: esquecer de restringir o relay, transformando o servidor num emissor de spam. - exemplo/analogia: o registo MX é a morada oficial de correio de um domínio, sem ela nada chega.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: um certificado expirado é a causa mais comum de avisos de segurança inesperados. - erro comum/pergunta: publicar um site público com certificado autoassinado. - exemplo/analogia: o certificado é como um bilhete de identidade validado por uma entidade de confiança, o autoassinado é como escrever o próprio nome num papel.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: etiquetar cada tomada e cada porta do patch panel poupa horas em diagnósticos futuros. - erro comum/pergunta: misturar categorias de cabo diferentes numa mesma ligação, degradando o débito real. - exemplo/analogia: uma instalação bem etiquetada é como uma estante com livros por ordem, encontra-se tudo de imediato.

NOTAS DO PROFESSOR - enfatizar: a checklist final resume toda a UC, é um bom guião de revisão. - erro comum/pergunta: deixar palavras-passe de fábrica em equipamento ativo depois da instalação. - exemplo/analogia: a checklist final é como a lista de verificação antes de um voo descolar, nada fica ao acaso.