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UC · Unidade de Competência · UC05426

Sebenta · Executar moldes simples (UC05426)

Do desenho técnico ao molde montado, saídas, contrações e sobre-espessuras de maquinagem
50h · 4.5 pontos crédito Curso: T. Projeto de Moldes e Mod ↗ Referencial oficial SNQ
Índice

Introdução

Esta sebenta cobre a UC "Executar moldes simples", do curso Técnico/a de Projeto de Moldes e Modelos - Fundição. Aqui aprende-se a construir, em madeira e em resina, o molde (ou modelo) que dá forma, na areia, à cavidade onde o metal fundido vai ser vazado. É uma UC de bancada: desenho técnico, projeto, traçagem, maquinação, montagem e controlo dimensional, tudo aplicado à peça central de qualquer fundição em areia.

O fio condutor são as cinco realizações do referencial oficial: analisar o desenho técnico da peça a fundir, elaborar o projeto do molde, desenhar no material as dimensões e as partes que o constituem, executar cada um dos constituintes e, por fim, efetuar a montagem de todos eles. Estas cinco etapas repetem-se em qualquer molde, do mais simples ao mais complexo, e estruturam esta sebenta.

Objetivos de aprendizagem (referencial): interpretar o desenho técnico da peça a fundir; selecionar o material e o tipo de ligação adequados; manusear as ferramentas de desenho e operar máquinas e ferramentas de trabalhar madeira; aplicar saídas, contrações e sobre-espessuras de maquinagem; operar os instrumentos de controlo metrológico e verificar a conformidade das medidas; e cumprir as normas de segurança e saúde no trabalho, de proteção individual, de gestão de resíduos, de proteção ambiental e da qualidade.

1. Do desenho técnico ao molde

Antes de qualquer corte, o técnico analisa o desenho técnico da peça que vai ser fundida. Não se lê o desenho da peça acabada como se fosse o desenho do molde: o molde é sempre maior, porque tem de somar a contração do metal e a sobre-espessura de maquinagem (ver capítulo 5).

Na análise do desenho, identificam-se:

A cadeia da fundição em areia

O molde é uma etapa dentro de um processo maior:

Desenho técnico  Projeto do molde  Molde (em madeira/resina)
    Moldação em areia  Vazamento do metal  Peça fundida

O molde não é a peça final: é o positivo a partir do qual se obtém, em areia compactada, o negativo (a cavidade) onde o metal líquido é vazado. Um erro no molde não se corrige depois: aparece, sempre, na peça fundida.

Exemplo resolvido · ler um desenho técnico simples

O desenho de um bloco de apoio indica: comprimento 500 mm, material ferro fundido, uma face a maquinar.

  1. A cota de 500 mm é a medida da peça final, depois de fundida e maquinada.
  2. O material (ferro fundido) diz ao técnico que fator de contração aplicar (aproximadamente 1%).
  3. A indicação "uma face a maquinar" avisa que essa face vai precisar de sobre-espessura no molde.
  4. Só depois de identificar estes três dados é que se pode calcular a medida a marcar no molde (ver capítulo 5).

2. Tecnologia de fundição em areia

A moldação em areia é o processo de fundição mais comum para peças de ferro, aço, alumínio e bronze, e é o processo para o qual os moldes desta UC são construídos.

As etapas do processo

  1. O modelo é prensado em areia compactada, dentro de uma caixa de moldação.
  2. Retira-se o modelo com cuidado, deixando a cavidade com a forma da peça.
  3. Colocam-se, quando necessário, machos de areia para formar furos e reentrâncias internas.
  4. Executam-se os canais de vazamento e a mazarota (reserva de metal líquido que compensa a contração durante o arrefecimento).
  5. O metal fundido é vazado na cavidade, arrefece e solidifica.
  6. A areia é desmoldada e a peça é limpa e, se aplicável, maquinada.

O papel do modelo

O modelo tem de ser extraível da areia sem a danificar, o que exige saídas em todas as paredes verticais (capítulo 5). As zonas correspondentes a furos internos recebem assentos de macho, que posicionam corretamente a caixa de macho dentro da moldação. E, porque o mesmo modelo é usado dezenas ou centenas de vezes, um modelo bem acabado poupa horas de retrabalho e de maquinagem ao longo de toda a série de peças.

3. Desenho e projeto do molde

A segunda realização do referencial é elaborar o projeto de moldes: decidir, antes de tocar em qualquer material, como o molde vai ser construído.

O que o projeto define

Tipos de modelo

Tipo de modelo Quando usar Constituintes
Simples (inteiro) peças com uma face plana que serve de plano de partição 1 peça
Bipartido peças com forma em ambos os lados do plano de partição 2 metades + pinos guia
Com caixa de macho peças com furos ou reentrâncias internas modelo + caixa(s) de macho

O modelo bipartido é o mais comum em peças mecânicas: uma metade fica alojada na caixa inferior da moldação, a outra na superior, e os pinos guia garantem que as duas metades alinham sempre da mesma forma, molde após molde.

Exemplo resolvido · escolher o tipo de modelo

Uma peça em forma de casquilho, com um furo passante ao centro e forma simétrica dos dois lados de um plano intermédio, precisa de:

  1. Um modelo bipartido, porque tem forma em ambos os lados do plano de partição.
  2. Uma caixa de macho, porque o furo passante não pode ser formado apenas pela areia da moldação exterior.
  3. Pinos guia, para alinhar as duas metades do modelo em cada moldação.

4. Materiais: madeiras e resinas

A escolha do material do molde é uma decisão técnica e económica, feita logo no projeto.

Madeiras

Madeira Características Uso típico
Tília / pinho leve, fácil de trabalhar, económica modelos simples, série curta
Faia densa, resistente ao desgaste modelos de uso frequente
Contraplacado estável, pouco empeno painéis e placas-base
MDF homogéneo, lixa muito bem superfícies de acabamento fino

A madeira absorve humidade e pode empenar; por isso precisa de ser selada com verniz ou tinta (capítulo 11).

Resinas

As resinas (epóxi, poliéster, muitas vezes reforçadas com fibra de vidro) usam-se quando se precisa de mais durabilidade ou mais rigor dimensional. Não empenam com a humidade, suportam muitos mais ciclos de moldação e permitem detalhes finos com pouco trabalho de acabamento; em contrapartida, custam mais e exigem mistura e cura controladas (proporções, tempo, temperatura).

Selecionar o material

  1. Confirmar o número de peças a produzir com aquele molde.
  2. Avaliar a complexidade e o detalhe exigidos pelo desenho.
  3. Verificar o prazo e o orçamento disponíveis.
  4. Decidir: séries curtas e protótipos, madeira; séries longas ou detalhe fino, resina.

5. Saídas, contrações e sobre-espessuras de maquinagem

Este é o capítulo com mais cálculo da UC, e o que mais separa um molde bem executado de um molde que produz peças fora de cota.

Saídas

Uma saída (ângulo de desmoldação) é a inclinação dada às paredes verticais do modelo para que este saia da areia sem a arrastar nem a danificar. Sem saída, uma parede vertical arrasta a areia ao ser extraída e destrói a cavidade. O valor típico é 1° a 3°, consoante a altura da parede e o tipo de areia, e aplica-se em todas as superfícies que ficam perpendiculares ao sentido de extração.

Exemplo resolvido · calcular uma saída

Uma parede vertical do modelo tem 80 mm de altura e leva uma saída de 1,5°.

Deslocamento na base = 80 × tan(1,5°) ≈ 80 × 0,0262 ≈ 2,1 mm

A parede fica 2,1 mm mais larga na base do que no topo, o suficiente para libertar a areia sem esforço na extração.

Contração dos materiais

Os metais contraem ao arrefecer, do estado líquido até à temperatura ambiente. O modelo tem de ser feito maior do que a peça final, por um fator de contração linear típico do metal:

Metal Contração linear típica
Ferro fundido cinzento ≈ 1% (10 mm/m)
Aço fundido ≈ 2% (20 mm/m)
Alumínio ≈ 1,3% (13 mm/m)
Bronze / latão ≈ 1,5% (15 mm/m)

Estes valores são típicos: cada fundição tem a sua própria régua de contração, já graduada com a escala ampliada, e o técnico deve confirmar sempre o valor com a régua ou a tabela da oficina.

Exemplo resolvido · aplicar a contração

Uma peça em ferro fundido precisa de 500 mm de comprimento final. Contração de 1%:

Medida do modelo = 500 × 1,01 = 505 mm

Sobre-espessuras de maquinagem

Nas superfícies que vão ser maquinadas depois da fundição, deixa-se material extra: a sobre-espessura de maquinagem, tipicamente 2 a 4 mm por superfície, consoante a dimensão da peça e o processo de maquinagem seguinte. Aplica-se depois de somar a contração, e só nas superfícies que o desenho indica como maquinadas; as restantes ficam ao natural, em bruto de fundição.

Exemplo resolvido · combinar contração e sobre-espessura

Peça em aço, cota final 200 mm, com uma face a maquinar (sobre-espessura de 3 mm):

  1. Contração (2%): 200 × 1,02 = 204 mm
  2. Sobre-espessura (3 mm nessa face): 204 + 3 = 207 mm

A medida final a marcar no modelo é 207 mm. Se a mesma peça fosse em ferro fundido, o cálculo seria 200 × 1,01 + 3 = 205 mm.

6. Equipamentos e ferramentas de carpintaria

Máquinas e ferramentas

A execução dos constituintes do molde recorre ao equipamento típico de uma oficina de modelos:

O manual do fabricante e as normas de segurança condicionam como cada equipamento é operado, e não são opcionais.

Ferramentas de desenho e de traçagem

Estas mesmas ferramentas voltam a ser usadas no capítulo 10, agora para verificar em vez de marcar.

7. Traçagem: marcar as dimensões no material

A terceira realização do referencial é desenhar no material as dimensões do molde e as partes que o constituem: passar o projeto do papel para a peça de madeira ou resina, já com a contração e a sobre-espessura aplicadas.

Procedimento

  1. Escolher a face de referência de cada constituinte.
  2. Marcar as cotas principais com metro e esquadro.
  3. Traçar o plano de partição e as linhas de centro com o graminho.
  4. Marcar a posição de furos, pinos guia e caixas de macho.
  5. Rever todas as marcações contra o desenho antes de cortar.

A traçagem é o último ponto de controlo antes de o material ser irreversivelmente cortado: um erro apanhado aqui custa minutos, um erro apanhado depois de cortar custa a peça inteira.

Exemplo resolvido · traçar um constituinte bipartido

Constituinte de um modelo bipartido, com plano de partição a meio da peça, cota final 505 mm (já com contração de ferro fundido aplicada):

  1. Marca-se a linha de centro ao longo do comprimento, com o graminho apoiado na face de referência.
  2. Marca-se o plano de partição, perpendicular à linha de centro, com o esquadro.
  3. Marcam-se as posições dos dois pinos guia, a 20 mm de cada topo, dispostas de forma assimétrica entre si para impedir a montagem ao contrário.
  4. Confere-se cada marcação com o desenho técnico antes de qualquer corte.

8. Executar os constituintes do molde

A quarta realização do referencial: transformar o material traçado em cada uma das peças (constituintes) do molde.

Sequência de execução

Cortar em bruto → Desbastar (garlopa + desengrosso) → Furar
   → Ajustar saídas → Lixar → Verificar dimensões

Nunca se inverte desbaste e furação: furar antes de a face estar plana desalinha o furo em relação ao resto da peça. O critério de desempenho da UC exige cumprir os procedimentos na execução dos constituintes: a ordem e o rigor de cada etapa não são negociáveis.

9. Ligações e montagem

A quinta realização do referencial é efetuar a montagem de todos os constituintes. Antes de montar, escolhe-se o tipo de ligação certo para cada junção.

Selecionar o tipo de ligação

Ligação Quando usar
Pinos guia alinhar sempre da mesma forma as duas metades de um modelo bipartido
Parafusos ligações que precisam de ser desmontadas para manutenção
Pregos fixações definitivas em madeira, sem necessidade de desmontar
Colas (branca, contacto, epóxi) juntas fixas, madeira-madeira ou madeira-resina

A escolha certa depende de a ligação precisar de ser desmontada e do material dos constituintes a ligar. Um erro frequente é colar duas metades de um modelo bipartido que precisam de se separar para desmoldar.

Montar e alinhar o molde completo

  1. Confirmar que cada constituinte já passou no controlo dimensional isolado.
  2. Posicionar os constituintes segundo o plano de partição definido no projeto.
  3. Inserir os pinos guia e confirmar o alinhamento entre as duas metades.
  4. Aplicar as ligações definitivas (parafusos, colas ou pregos) na sequência correta.
  5. Verificar de novo o conjunto montado antes de o entregar à moldação.

A montagem é a etapa final: um molde bem executado peça a peça, mas mal alinhado na montagem, continua a produzir peças fundidas fora de cota.

10. Controlo metrológico

O controlo metrológico acompanha todo o processo, da traçagem à montagem final, com os mesmos instrumentos usados para marcar: metro e fita métrica, paquímetro, compassos, esquadros e graminhos. Verificar não é opcional: é o critério de desempenho que garante a conformidade dimensional do molde com o desenho técnico.

O paquímetro

O paquímetro mede comprimentos, diâmetros interiores/exteriores e profundidades, com resolução típica de 0,05 mm. Existe em versão analógica (escala com nónio) e digital (leitura direta no visor). Procedimento: limpar as faces de medição, encostar sem forçar, ler a escala fixa mais o nónio (ou o visor digital).

Exemplo resolvido · ler o paquímetro e verificar a conformidade

A escala fixa mostra 34 mm antes do zero do nónio, e a sétima marca do nónio coincide com uma marca da escala fixa.

  1. Valor da escala fixa: 34 mm.
  2. Valor do nónio: 7 × 0,05 = 0,35 mm.
  3. Medida final: 34 + 0,35 = 34,35 mm.

O desenho técnico do constituinte pede 34,30 mm ± 0,20 mm, entre 34,10 e 34,50 mm. Como 34,35 mm está dentro do intervalo, o constituinte está conforme.

11. Acabamento: massas, tintas e vernizes

Massas de reparação

Antes de pintar ou envernizar, corrigem-se pequenas imperfeições da madeira com massa de reparação: preenche poros, fendas e pequenos defeitos de superfície. Aplica-se em camada fina, deixa-se secar e lixa-se rente à superfície. Uma superfície com poros por tapar absorve tinta de forma irregular e fica com um acabamento inconsistente, que se transfere depois para a peça fundida.

Tintas e vernizes

A camada final de tinta ou verniz protege o modelo e facilita o trabalho de moldação:

12. Segurança, resíduos e ambiente

Normas de segurança e EPI

EPI Protege de
Óculos de proteção aparas e partículas projetadas
Protetor auricular ruído das máquinas
Máscara/respirador pó de madeira e vapores de resina
Calçado de segurança quedas de peças e ferramentas

Operar sempre de acordo com as instruções do manual do fabricante de cada equipamento, nunca remover resguardos de proteção, e ler a ficha de segurança de qualquer resina ou cola antes de a usar: as resinas trazem riscos diferentes da madeira, sobretudo vapores e contacto com a pele.

Gestão de resíduos e proteção ambiental

Cumprir estas normas é uma das atitudes centrais da UC: responsabilidade e respeito pelas regras e normas definidas.

Normas da qualidade

A cadeia completa, analisar, projetar, traçar, executar e montar, é em si mesma um processo de garantia da qualidade: cumprir as normas é o resultado natural de fazer bem cada uma das cinco etapas.

Erros comuns

Glossário

Síntese

Executar um molde simples segue sempre as cinco realizações do referencial: analisar o desenho técnico da peça a fundir → elaborar o projeto do molde (plano de partição, tipo de modelo, caixas de macho) → desenhar no material as dimensões e as partes, já com a contração e a sobre-espessura aplicadas → executar cada constituinte (cortar, desbastar, furar, ajustar saídas, lixar) → efetuar a montagem de todos os constituintes, com a ligação certa em cada junção. O controlo metrológico acompanha todo o processo, e a segurança (EPI, normas do fabricante), a gestão de resíduos (sobretudo os de resina, perigosos) e as normas da qualidade atravessam cada etapa, da leitura do primeiro desenho ao molde montado e pronto para a moldação.

Exercícios resolvidos

1. Uma peça final em alumínio precisa de 300 mm de comprimento. Que medida se marca no modelo, considerando uma contração de 1,3%?

Resolução: 300 × 1,013 = 303,9 mm. É esta a medida a marcar no modelo, não os 300 mm da peça final.

2. Um constituinte em aço tem cota final de 150 mm e uma face a maquinar, com sobre-espessura de 2 mm. Qual a medida final do modelo?

Resolução: contração do aço (2%): 150 × 1,02 = 153 mm. Sobre-espessura de 2 mm na face maquinada: 153 + 2 = 155 mm. A medida a marcar é 155 mm.

3. Porque é que uma parede vertical de um modelo sem saída não pode ser extraída da areia sem danos?

Resolução: sem inclinação, a parede vertical raspa e arrasta a areia compactada ao longo de toda a extração, destruindo a cavidade. A saída (1° a 3°) cria uma folga progressiva que permite retirar o modelo sem atrito contra a areia.

4. Um técnico cola definitivamente as duas metades de um modelo bipartido de um casquilho. Que erro cometeu e qual a consequência?

Resolução: as duas metades de um modelo bipartido têm de se poder separar para permitir a extração da areia. Ao colá-las de forma definitiva, o molde deixa de poder ser desmoldado, tornando-se inutilizável. Deveria ter usado pinos guia para alinhar e, se necessário, parafusos amovíveis.

5. A escala fixa de um paquímetro mostra 12 mm antes do zero do nónio, e a quarta marca do nónio coincide com a escala fixa (resolução 0,05 mm). O desenho pede 12,20 mm ± 0,10 mm. O constituinte está conforme?

Resolução: valor do nónio: 4 × 0,05 = 0,20 mm. Medida final: 12 + 0,20 = 12,20 mm. O intervalo aceitável é 12,10 a 12,30 mm; como 12,20 mm está dentro, o constituinte está conforme.

6. Que tipo de modelo e que constituinte adicional são necessários para uma peça com um furo passante ao centro?

Resolução: um modelo bipartido (para permitir extração e simetria) e uma caixa de macho (para formar o furo passante em areia, já que a moldação exterior sozinha não consegue formar reentrâncias internas fechadas).

7. Que resíduos gerados na execução de um molde exigem tratamento como resíduos perigosos, e porquê?

Resolução: os resíduos de resina (embalagens, restos de mistura e catalisador), porque contêm substâncias químicas que podem ser tóxicas ou inflamáveis. Ao contrário do serrim e das aparas de madeira, nunca podem ser misturados com o lixo comum e seguem as normas de gestão de resíduos perigosos.