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UC · Unidade de Competência · UC05207

Sebenta · Executar a identificação, marcação e o registo de animais (UC05207)

SNIRA, marcação visual e eletrónica, contenção animal, bem-estar e livros genealógicos
50h · 4.5 pontos crédito Curso: T. Produção Agropecuária ↗ Referencial oficial SNQ
Índice

Introdução

Esta sebenta ensina a identificar, marcar e registar animais de produção de acordo com o sistema oficial português, o SNIRA, e com a legislação nacional e comunitária em vigor. É um trabalho que combina três componentes: a técnica de marcação em si (visual e eletrónica), a contenção do animal com respeito pelo seu bem-estar, e o registo e a comunicação da informação às entidades competentes.

O percurso segue a ordem natural do trabalho: primeiro avaliamos o sistema oficial de identificação e os seus requisitos legais; depois analisamos os livros genealógicos das espécies; a seguir aprendemos a implementar técnicas de contenção animal com base em princípios de bem-estar; e terminamos a registar e comunicar a identificação dos animais às entidades competentes, sempre com segurança, EPI e normas de qualidade presentes em cada etapa.

Objetivos de aprendizagem: avaliar o sistema oficial de identificação e marcação dos animais e os requisitos legais nacionais e comunitários; analisar os livros genealógicos das espécies animais; implementar técnicas de contenção animal; registar e comunicar a identificação dos animais às entidades competentes.

1. O sistema oficial de identificação animal: o SNIRA

O Sistema Nacional de Informação e Registo Animal (SNIRA) é o sistema oficial onde se regista a identificação, os movimentos e os efetivos das explorações pecuárias portuguesas. Foi criado pelo Decreto-Lei n.º 142/2006, de 27 de julho, e reparte-se por duas entidades:

O SNIRA junta, num só sistema, o que antes vivia disperso por livros de registo em papel. Conhecer este sistema e os requisitos legais nacionais e europeus que o sustentam é o ponto de partida de todo o trabalho de identificação.

Para que serve a rastreabilidade

A rastreabilidade é a capacidade de seguir um animal "do prado ao prato", do nascimento ao consumo:

Quem faz o quê

Entidade Papel
DGAV autoridade veterinária nacional; define as regras e a informação do SNIRA e fiscaliza o seu cumprimento
IFAP gere a base de dados do SNIRA (portal iDigital) e usa os mesmos dados no controlo das ajudas à produção pecuária
Associações de criadores gerem os livros genealógicos das respetivas raças
Produtor / técnico identifica, marca e comunica cada animal dentro do prazo legal

Exemplo resolvido · Localizar um foco de doença

Uma exploração de bovinos deteta um caso suspeito de doença contagiosa. Como é que a identificação e o registo ajudam a conter o foco?

  1. Perante a suspeita, o veterinário comunica de imediato aos serviços veterinários da DGAV, sem esperar pela confirmação, que é feita por análise laboratorial.
  2. A DGAV consulta o SNIRA e obtém, em minutos, a lista de todos os animais dessa exploração e os movimentos recentes (entradas e saídas).
  3. As explorações que receberam ou enviaram animais nos últimos dias são identificadas e podem ser inspecionadas ou colocadas sob vigilância.
  4. Sem um registo fiável e atualizado, este passo demoraria dias em vez de horas, e o foco poderia alastrar-se.

A rastreabilidade só funciona se cada identificação e cada movimento estiverem corretamente registados, no momento certo.

A identificação, marcação e registo de animais são obrigações definidas na legislação nacional e comunitária, que define os prazos para identificar, os tipos de marca aceites por espécie e a obrigatoriedade de identificação eletrónica.

Os diplomas principais

Diploma O que regula
Regulamento (UE) 2016/429 (Lei da Saúde Animal) quadro europeu da saúde animal, incluindo a obrigação de identificar e registar os animais
Regulamento Delegado (UE) 2019/2035 regras de identificação, rastreabilidade e registo dos animais terrestres
Regulamento de Execução (UE) 2021/520 meios de identificação, prazos máximos e comunicação às bases de dados
Regulamento de Execução (UE) 2021/963 identificação e registo dos equídeos
Decreto-Lei n.º 142/2006 cria o SNIRA em Portugal e reparte funções entre DGAV e IFAP (com alterações posteriores)

Prazos essenciais em Portugal

Espécie Identificar até Comunicar ao SNIRA
Bovinos 20 dias após o nascimento, sempre antes de sair da exploração até 7 dias após a identificação
Ovinos e caprinos 6 meses após o nascimento (9 meses em regime extensivo), sempre antes de sair da exploração até 7 dias após a identificação
Suínos antes de sair da exploração no prazo legal, confirmar na DGAV/IFAP
Equídeos no prazo fixado pelo Estado-Membro, nunca mais de 12 meses após o nascimento no prazo legal, confirmar na DGAV/IFAP

Nos bovinos, ovinos e caprinos, os movimentos e as mortes também se comunicam no prazo máximo de 7 dias. Como a legislação se atualiza com regularidade, o princípio de trabalho correto é: na dúvida sobre um prazo ou uma obrigação concreta, confirma-se sempre junto da DGAV ou do IFAP, nunca se assume "o que era antes".

Responsabilidades e requisitos

3. Identificação visual dos animais

A identificação visual é o tipo de marcação mais antigo e ainda hoje o mais comum:

Tipo de marca visual Descrição Uso típico
Brinco / etiqueta auricular marca na orelha, com código único bovinos, ovinos, caprinos
Tatuagem marca fixa na pele ou orelha suínos, coelhos
Ferro (marca a fogo ou a frio, com azoto líquido) marca permanente de criador ou de raça, não é meio oficial de identificação equinos de raça, bovinos extensivos
Tinta marca temporária identificação de curto prazo
Anéis, pulseiras, coleiras marca amovível conforme espécie e finalidade

Vantagens e limites

A marcação visual é fácil de ler à distância e barata, mas pode perder-se, desgastar-se com o tempo ou ser fraudada (trocada ou apagada). Por isso, a legislação define caso a caso quantos meios são exigidos: a dupla identificação convencional + eletrónica é obrigatória em ovinos e caprinos; nos bovinos exigem-se dois brincos auriculares com o mesmo código, podendo um deles ser eletrónico; nos suínos basta a marca da exploração; nos equídeos, microchip e documento de identificação. A marca a ferro tem impacto no bem-estar e não substitui a identificação oficial.

A aplicação de qualquer marca visual tem de ser feita com material e local adequados à espécie, minimizando dor e stress ao animal, respeitando as normas de proteção individual e de bem-estar animal.

Exemplo resolvido · Escolher a marca certa

Nasceu uma vintena de cordeiros numa exploração de ovinos. Que combinação de identificação aplicar?

  1. Consultar a legislação em vigor para ovinos: exige identificação individual, com brinco convencional e um segundo meio eletrónico (em Portugal, de preferência bolo ruminal com o mesmo código), até 6 meses após o nascimento (9 meses em extensivo) e sempre antes de saírem da exploração.
  2. Verificar se os cordeiros vão para abate em Portugal antes dos 12 meses: nesse caso podem seguir o regime simplificado, com um brinco com a marca da exploração de nascimento.
  3. Escolher o material adequado ao tamanho da orelha do cordeiro, evitando ferir cartilagem ou vasos sanguíneos.
  4. Registar o código de cada brinco no livro de registo da exploração no momento da aplicação e comunicar ao SNIRA até 7 dias após a identificação.

4. Identificação eletrónica dos animais

A identificação eletrónica usa um transponder que um leitor RFID interpreta sem contacto:

A obrigatoriedade de identificação eletrónica varia por espécie e segue sempre a legislação em vigor. Traz vantagens claras: leitura automática em explorações, feiras, mercados e matadouros, sem erro de transcrição manual, e maior rapidez na comunicação ao SNIRA.

Boa prática: o equipamento de leitura (leitor RFID) tem de estar calibrado e testado regularmente. Um leitor descalibrado gera leituras erradas ou falhadas, comprometendo todo o registo seguinte.

5. Identificação por espécie

Cada espécie tem um regime próprio de identificação, definido na legislação em vigor. A tabela seguinte resume os traços gerais:

Espécie Marca principal Traço distintivo
Bovinos dois brincos, um por orelha, mesmo código identificação individual, até 20 dias após o nascimento
Equídeos microchip + documento de identificação documento acompanha o animal a vida toda
Ovinos / caprinos brinco convencional + meio eletrónico (bolo ruminal) até 6 meses (9 em extensivo); regime simplificado para abate antes dos 12 meses
Suínos tatuagem ou brinco com o código da exploração identificação normalmente ao nível da exploração, antes de sair

Bovinos

A identificação é individual, com dois brincos (um em cada orelha), com o mesmo código, aplicados até 20 dias após o nascimento e sempre antes de o animal sair da exploração. Os dois brincos podem ser convencionais; a marcação eletrónica é facultativa. O nascimento comunica-se ao SNIRA até 7 dias após a identificação, e o mesmo prazo aplica-se aos movimentos e mortes. A pedido do produtor, a base de dados emite o documento de identificação do bovino (passaporte).

Equídeos

A identificação faz-se por microchip, acompanhada de um documento de identificação único e vitalício emitido por entidade competente, uma espécie de "passaporte" que acompanha o animal a vida toda. Este documento regista se o animal está, ou não, destinado a consumo humano, informação essencial para controlar quais medicamentos lhe podem ser administrados. O equídeo tem de ser identificado no prazo fixado pelo Estado-Membro, nunca mais de 12 meses após o nascimento (Regulamento de Execução (UE) 2021/963). Quando um equídeo muda de exploração, o novo detentor verifica se o microchip coincide com o documento.

Ovinos e caprinos

A identificação é individual, com um brinco convencional e um meio eletrónico com o mesmo código (em Portugal, de preferência o bolo ruminal), obrigatória para os animais nascidos desde 2010. Aplica-se até 6 meses após o nascimento (9 meses em regime extensivo), sempre antes de sair da exploração, e comunica-se ao SNIRA até 7 dias após a identificação. Os animais abatidos em Portugal antes dos 12 meses podem seguir um regime simplificado, com um brinco com a marca da exploração de nascimento. A rastreabilidade nestas espécies é particularmente relevante no controlo de doenças de disseminação rápida em rebanho.

Suínos

A identificação faz-se normalmente ao nível da exploração (tatuagem ou brinco com o código da exploração de origem), não sempre individual. O essencial é saber, com precisão, de onde vem e para onde vai cada lote. O registo de movimentos é tão importante como a marca aplicada ao animal.

6. Livros genealógicos e registo genealógico

Um livro genealógico é o registo oficial de uma raça, mantido por uma associação de criadores reconhecida pela DGAV. Saber analisá-lo é essencial para quem trabalha com animais de raça pura.

Principais raças autóctones portuguesas

Espécie Exemplos de raças com livro genealógico
Bovinos Mertolenga, Alentejana, Barrosã, Arouquesa, Maronesa
Ovinos Merino Branco, Churra Galega Bragançana, Serra da Estrela
Caprinos Serrana, Charnequeira, Bravia
Suínos Alentejano, Bísaro
Equinos Puro Sangue Lusitano, Garrano, Sorraia

Controlo de raças puras e rastreabilidade

Analisar e preencher registos genealógicos

  1. Analisar a estrutura do livro: as secções existentes, os requisitos de inscrição, os documentos exigidos.
  2. Verificar os dados de identificação, ascendência e desempenho de cada animal, antes de os aceitar.
  3. Preencher e manter atualizado o registo individual e o registo genealógico.
  4. Confirmar que a identificação oficial do animal (SNIRA) bate certo com o registo genealógico da associação.

Um erro no registo genealógico tem impacto direto na seleção de reprodutores e no valor comercial dos animais.

7. Técnicas de contenção animal

Nenhuma marca se aplica com segurança sem uma boa contenção animal. As técnicas mais usadas:

Técnica Descrição Uso típico
Manual posicionamento do corpo, ajuda de outra pessoa animais pequenos ou dóceis; no coelho, segurar a pele do dorso junto à nuca e apoiar os quartos traseiros, nunca levantar pelas orelhas
Cabrestos fixação pela cabeça bovinos, equídeos
Baias e troncos de contenção estruturas fixas que limitam o movimento bovinos em procedimentos de rotina
Gaiolas e caixas de contenção estruturas que limitam o movimento durante o maneio ou o transporte aves, pequenos ruminantes em corredores de maneio
Correntes e cordas fixação flexível várias espécies
Sedação e anestesia contenção química, decidida e administrada por médico veterinário procedimentos invasivos ou animais muito agitados

Implementar a contenção certa

Exemplo resolvido · Escolher a técnica de contenção

Um bezerro tem de ser identificado (aplicação de brincos) numa exploração de bovinos. Que técnica de contenção usar?

  1. Avaliar o porte e a idade: um bezerro é geralmente contido manualmente, com ajuda de outra pessoa a segurá-lo pela cabeça e pelo corpo.
  2. Se o efetivo for grande ou os animais mais agitados, usar um tronco de contenção dimensionado à raça.
  3. Aplicar os brincos com rapidez, evitando prolongar a contenção mais do que o necessário.
  4. Observar o animal durante e após o procedimento, confirmando que não há sinais de stress prolongado.
  5. Registar de imediato o código dos brincos aplicados.

8. Bem-estar animal: princípios e as cinco liberdades

O bem-estar animal na contenção e na marcação obedece a princípios simples: adequar sempre os procedimentos à espécie e à idade do animal; manusear com calma, evitando gritos e movimentos bruscos; e reconhecer que a formação e a experiência de quem contém reduzem diretamente o stress do animal. O bem-estar do animal e a segurança do trabalhador andam de mãos dadas: um animal calmo é também mais seguro para manusear.

As cinco liberdades

Um enquadramento internacional de referência para avaliar o bem-estar animal:

  1. Livre de fome e sede: acesso a água fresca e alimentação adequada.
  2. Livre de desconforto: abrigo e área de descanso apropriados.
  3. Livre de dor, lesão ou doença: prevenção e tratamento rápido.
  4. Livre para expressar comportamento normal: espaço e companhia da própria espécie.
  5. Livre de medo e angústia: condições que evitem sofrimento mental.

As cinco liberdades servem de checklist prática antes, durante e depois de qualquer procedimento de contenção ou marcação.

9. Comportamento animal

A etologia é o estudo do comportamento animal, essencial para prever reações e reduzir o stress na marcação e na contenção.

Avaliar o comportamento de um animal é uma aptidão prática: observar o comportamento normal da espécie antes de qualquer intervenção, reconhecer hierarquias e dinâmicas de grupo, e desconfiar de um animal que se comporta "fora do padrão", pois pode estar doente ou stressado.

10. Sinais de stress e desconforto

Reconhecer sinais de stress e desconforto é essencial para agir a tempo:

Sinal O que indica
Mudança na postura, vocalização ou respiração desconforto agudo
Recusa de alimento ou água stress ou doença
Comportamentos repetitivos (estereotipias) stress crónico
Tentativa de fuga ou agressividade fora do habitual medo ou dor

Agir perante o stress

  1. Interromper ou adaptar o procedimento assim que se reconhece o sinal.
  2. Reduzir estímulos: ruído, luz intensa, número de pessoas à volta do animal.
  3. Dar tempo de recuperação ao animal antes de retomar.
  4. Registar o incidente, para rever o procedimento no futuro e evitar repeti-lo.

11. Registar e comunicar a identificação

O ciclo fecha-se com o último passo, sem o qual o trabalho não está completo: registar e comunicar a identificação dos animais às entidades competentes.

Livros de registo

Os livros de registo podem ser individuais (um animal) ou coletivos (um lote ou toda a exploração). Registam nascimento, identificação, movimentos e mortes. Podem existir em papel ou em suporte informático, mas têm sempre de estar atualizados.

Comunicar ao SNIRA

Registar e comunicar a identificação dos animais às entidades competentes tem de acontecer dentro do prazo legal: nos bovinos, ovinos e caprinos, até 7 dias após a identificação, o movimento ou a morte. A comunicação faz-se na área reservada do portal do IFAP (iDigital), que gere a base de dados do SNIRA e usa os mesmos dados no controlo das ajudas. Quando entram animais vindos de outra exploração, estes já têm de vir identificados: cabe a quem os recebe verificar as marcas e os documentos e comunicar a entrada. Um atraso ou uma omissão é uma não conformidade, com impacto direto nos apoios e na rastreabilidade nacional.

Segurança, EPI, resíduos e qualidade

Todo este processo, do primeiro brinco à comunicação final, tem de respeitar:

Exemplo resolvido · Comunicar um nascimento

Nasceu um vitelo numa exploração de bovinos. Quais são os passos, do nascimento à comunicação?

  1. Identificar o vitelo com dois brincos, mesmo código, até 20 dias após o nascimento e sempre antes de sair da exploração.
  2. Registar de imediato no livro de registo da exploração: data de nascimento, código de identificação, mãe.
  3. Comunicar o nascimento ao SNIRA, no portal do IFAP, até 7 dias após a identificação.
  4. Guardar o comprovativo da comunicação, para efeitos de fiscalização e de controlo de apoios pelo IFAP.

Erros comuns

Glossário

Síntese

A identificação, marcação e registo de animais segue sempre a mesma lógica: avaliar o sistema oficial (SNIRA) e a legislação em vigor → escolher a marca certa, visual e/ou eletrónica, conforme a espécie → analisar os livros genealógicos quando aplicável → implementar a técnica de contenção adequada, com bem-estar e as cinco liberdades como referência → reconhecer e agir perante sinais de stress → registar e comunicar a identificação às entidades competentes, dentro do prazo, com segurança, EPI, gestão de resíduos e normas de qualidade presentes em todas as etapas. Domina este ciclo e sabes aplicá-lo a qualquer espécie de produção.

Exercícios resolvidos

1. Que sistema oficial regista a identificação, os movimentos e os efetivos das explorações em Portugal, e que entidade o gere?

Resolução: o SNIRA (Sistema Nacional de Informação e Registo Animal). A DGAV define as regras e fiscaliza; o IFAP gere a base de dados, onde se fazem as comunicações.

2. Um produtor identifica um lote de suínos com um brinco de exploração, mas não regista cada animal individualmente. Isto é um erro?

Resolução: normalmente não. A identificação de suínos é feita ao nível da exploração (código de origem), não é sempre individual como em bovinos. O essencial é saber a origem e o destino de cada lote.

3. Distingue o SNIRA de um livro genealógico.

Resolução: o SNIRA identifica e rastreia os animais a nível nacional (obrigação legal). O livro genealógico é mantido por uma associação de criadores e certifica raça pura e ascendência, para fins de seleção genética. São registos diferentes e complementares.

4. Durante a contenção de um cabrito, este começa a vocalizar de forma anormal e a debater-se fora do habitual. O que fazer?

Resolução: interromper ou adaptar o procedimento de imediato, reduzir estímulos (ruído, número de pessoas), dar tempo de recuperação ao animal e registar o incidente, para rever o procedimento no futuro.

5. Nomeia as cinco liberdades do bem-estar animal.

Resolução: livre de fome e sede; livre de desconforto; livre de dor, lesão ou doença; livre para expressar comportamento normal; livre de medo e angústia.

6. Um vitelo nasce numa exploração. Descreve a sequência correta, da identificação à comunicação oficial.

Resolução: identificar com dois brincos (mesmo código, um por orelha) até 20 dias após o nascimento e antes de sair da exploração → registar no livro de registo da exploração → comunicar ao SNIRA até 7 dias após a identificação → guardar o comprovativo da comunicação.