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UC · Unidade de Competência · UC04097

Sebenta · Montar e executar soldadura TIG, ângulo em chapa (UC04097)

Processo 141, elétrodo de tungsténio, árgon e misturas, corrente DC/AC, posições PA, PB, PC e PF
50h · 4.5 pontos crédito Curso: T. Fabrico de Componentes ↗ Referencial oficial SNQ
Índice

Introdução

Esta sebenta ensina a montar e executar soldadura TIG (processo 141, também chamado GTAW) em juntas de ângulo, sobre chapa, nas quatro posições exigidas pelo referencial: PA, PB, PC e PF. O TIG é o processo de soldadura por arco elétrico mais preciso dos três que se ensinam neste curso: usa um elétrodo de tungsténio não consumível e um gás inerte (árgon, ou árgon com hélio) para proteger o arco e o banho de fusão, sem escória e sem fumos densos.

É um processo diferente do SER (elétrodo revestido, com escória a proteger o cordão) e do MAG/FF (fio contínuo com proteção gasosa ativa ou fluxo interno). No TIG, o elétrodo não se funde; quem alimenta metal de adição é a vareta, introduzida manualmente na poça, mão livre da tocha. É esta separação entre "o que faz o arco" (o elétrodo de tungsténio) e "o que enche a junta" (a vareta) que dá ao TIG o controlo fino que o torna a escolha certa para trabalho de precisão, chapa fina e ligas mais exigentes como o alumínio.

Objetivos de aprendizagem (referencial): analisar as especificações do procedimento de soldadura (EPS) e a documentação técnica; estabelecer a sequência de operações no posto de trabalho; e executar juntas soldadas TIG de ângulo (junta em T e junta de canto) e linhas de fusão sobre chapa, nas posições PA, PB, PC e PF, com técnica de mono passe e de multipasse, cumprindo as normas e critérios de aceitação aplicáveis.

1. O processo TIG (141) e o seu princípio

TIG é a sigla inglesa de Tungsten Inert Gas; a norma europeia chama-lhe GTAW (Gas Tungsten Arc Welding) e classifica-o como processo 141. O arco elétrico estabelece-se entre um elétrodo de tungsténio não consumível e a peça, dentro de uma atmosfera de gás inerte que expulsa o ar e impede a oxidação do banho.

Como funciona, passo a passo

  1. A fonte de energia gera o arco entre a ponta do elétrodo e a peça.
  2. Um gás de proteção (árgon, ou árgon+hélio) sai pelo bocal da tocha e envolve o arco e o banho de fusão.
  3. O calor do arco funde a peça, formando a poça de fusão.
  4. Quando é preciso material extra, o soldador introduz manualmente uma vareta de adição na poça, com a outra mão.
  5. O elétrodo nunca se consome: mantém sempre a mesma geometria, ao contrário do elétrodo do SER ou do fio do MAG.

Porque escolher o TIG

2. Equipamento TIG

Uma instalação TIG tem quatro grandes componentes:

Componente Função
Fonte de energia gera e regula a corrente (DC ou AC), com módulo de alta frequência e controlo de rampas
Tocha TIG suporta o elétrodo de tungsténio, conduz o gás de proteção e a corrente
Garrafa de gás + regulador/caudalímetro fornece o gás inerte ao caudal certo
Comando (pedal ou botão na tocha) regula a corrente em tempo real, durante a soldadura

A tocha aperta o elétrodo numa pinça (colete), dentro de um bocal cerâmico que canaliza o gás em torno do arco. Tochas mais exigentes (correntes altas) são refrigeradas a água; as ligeiras são refrigeradas apenas pelo próprio gás e pelo ar.

O pedal de comando é típico da soldadura de aço e inox: o soldador regula a corrente com o pé, sem largar a tocha nem a vareta. Em alumínio, é comum usar um botão na própria tocha.

Exemplo resolvido: identificar o equipamento numa fonte TIG

Perante uma fonte de soldadura TIG na oficina, identifica-se:

  1. Seletor de corrente: DC (para aço/inox) ou AC (para alumínio).
  2. Regulação da corrente de soldadura (amperagem).
  3. Controlo de rampas: subida (upslope) e descida (downslope) da corrente.
  4. Pré-gás e pós-gás: tempos de purga antes e depois do arco.
  5. Modo pulsado: ligar/desligar e frequência da pulsação.
  6. Entrada da tocha e ligação do gás.

3. O elétrodo de tungsténio

O elétrodo de tungsténio é não consumível: dá o arco, mas não se funde nem entra na junta. A sua composição e a sua ponta são decisivas para a qualidade da soldadura.

Tipos e código de cores (EN ISO 6848)

A norma EN ISO 6848 classifica os elétrodos de tungsténio por composição e atribui-lhes uma cor identificativa na ponta, para não se trocarem na oficina:

Tipo Composição Cor Uso típico
WP tungsténio puro verde AC em alumínio, arco estável, menor duração da ponta
WT20 tungsténio + tório vermelho DC em aço/inox, boa duração, arranque fácil
WC20 tungsténio + cério cinzento DC em aço/inox, alternativa ao toriado, sem radioatividade
WL15/WL20 tungsténio + lantânio ouro/azul DC em aço/inox, boa durabilidade, sem radioatividade
WZ8 tungsténio + zircónio branco AC em alumínio, boa estabilidade em CA

Regra prática: elétrodos toriados/cerados/lantanados para corrente contínua (aço, inox), elétrodos puros ou zirconiados para corrente alternada (alumínio). O código de cor evita confundir um elétrodo pensado para DC com um pensado para AC.

Afiamento da ponta e o efeito na penetração

A geometria da ponta condiciona a forma do arco e, por isso, a penetração e a largura do cordão:

O afiamento faz-se numa mó dedicada só a tungsténio (nunca partilhada com aço, sob pena de contaminação), com riscos longitudinais (no sentido do comprimento do elétrodo), nunca transversais: riscos transversais instabilizam o arco.

Exemplo resolvido: escolher o elétrodo e a ponta para uma junta em T em aço

Junta: T em aço carbono, chapa fina, posição PA, corrente contínua.

  1. Material: aço, logo corrente DC (polaridade direta).
  2. Elétrodo recomendado: WL15/WL20 (lantanado) ou WC20 (cerado); boa durabilidade em DC, sem radioatividade.
  3. Ponta: afiada (cerca de 30º), porque a corrente é baixa a moderada e interessa boa penetração numa chapa fina.
  4. Afiar na mó de tungsténio, com riscos longitudinais.

4. Gases de proteção: árgon e misturas árgon+hélio

O gás de proteção expulsa o ar da zona do arco e do banho, impedindo a oxidação do metal fundido e do próprio elétrodo. A norma EN ISO 14175 classifica os gases e misturas para soldadura por arco.

Árgon puro

O árgon (Ar) é o gás mais usado em TIG: inerte, mais denso do que o ar (protege bem em posições planas), e barato. Dá um arco estável e fácil de controlar, bom para chapa fina e para o soldador iniciante.

Misturas árgon + hélio

O hélio (He) transmite mais calor ao arco do que o árgon. Uma mistura árgon+hélio (por exemplo 75% Ar / 25% He, ou mais rico em hélio) usa-se quando é preciso:

O hélio é mais caro e o arco fica menos estável do que em árgon puro: usa-se a mistura só quando a penetração ou a espessura o justificam.

Caudal de gás e proteção do banho

O caudal (litros por minuto) tem de ser suficiente para expulsar o ar sem criar turbulência que arraste ar para dentro da proteção:

Situação Caudal típico
Bocal pequeno, chapa fina 5 a 8 l/min
Bocal médio, uso corrente 8 a 12 l/min
Bocal grande, corrente alta 12 a 16 l/min

Exemplo resolvido: diagnosticar um cordão baço numa junta de canto

Sintoma: cordão TIG em aço inoxidável, junta de canto, com aspeto acastanhado e baço em vez de brilhante.

  1. Causa mais provável: proteção gasosa insuficiente (o inox reage muito ao oxigénio residual).
  2. Verificar o caudal no caudalímetro: se estiver abaixo do recomendado para o bocal, aumentar.
  3. Verificar o bocal: sujo, amolgado ou demasiado afastado da peça reduz a cobertura.
  4. Verificar correntes de ar na oficina (porta aberta, ventoinha): dispersam o gás antes de proteger o banho.
  5. Confirmar o pós-gás: se for curto de mais, o elétrodo e o banho ainda quentes oxidam ao arrefecer sem proteção.

5. Corrente e polaridade: DC no aço, AC no alumínio

A escolha da corrente é uma das decisões mais importantes em TIG, e depende do material.

Corrente contínua com polaridade direta (DCEN)

Para aço e aço inoxidável, usa-se corrente contínua com polaridade direta (elétrodo ao negativo, DCEN): o elétrodo aquece menos, o que permite usar elétrodos mais finos com correntes mais altas, e concentra o calor na peça, dando boa penetração.

Corrente alternada (AC) no alumínio

Para alumínio (e magnésio), usa-se corrente alternada (AC). A razão é específica deste material: o alumínio forma à superfície uma camada de óxido de alumínio (alumina), com um ponto de fusão muito mais alto do que o próprio metal, que impede o arco de fundir o metal por baixo.

DC (polaridade direta) AC
Material típico aço, inox alumínio, magnésio
Efeito de limpeza da alumina não sim (decapagem catódica)
Penetração boa, concentrada na peça equilibrada entre limpeza e penetração

Arranque por alta frequência

O arco TIG não se inicia por contacto (arrastaria tungsténio para a peça, contaminando-a). O arranque por alta frequência (HF) gera uma faísca de alta tensão que ioniza o gás e estabelece o arco sem tocar a peça, mantendo a ponta do elétrodo intacta.

Corrente pulsada

O modo pulsado alterna uma corrente de pico (funde) com uma corrente de base (mais baixa, arrefece a poça), a uma frequência regulável. Vantagens: menor aporte térmico global, útil em chapa fina e para reduzir distorções, e melhor controlo da poça no multipasse.

Rampa de descida e pós-gás

6. Vareta de adição e técnica operatória (mono passe e multipasse)

A vareta de adição fornece o metal extra que enche a junta; é escolhida por composição compatível com o material base e classificada pela EN ISO 636 (varetas e arames para soldadura por fusão de aços). Ao contrário do elétrodo (que não se consome), a vareta funde-se na poça.

Técnica de introdução manual

  1. A tocha (na mão dominante) mantém o arco e a poça de fusão.
  2. A vareta (na outra mão) entra na poça, nunca diretamente no arco, num ângulo suave.
  3. O soldador alimenta pequenas porções de vareta à medida que avança, num ritmo coordenado com o deslocamento da tocha.
  4. A vareta nunca sai da proteção do gás enquanto está quente, para não oxidar.

Mono passe vs multipasse

7. Documentação técnica e preparação da junta

A soldadura profissional começa sempre na documentação técnica: o desenho técnico define a geometria da peça e a EPS (Especificação do Procedimento de Soldadura) define exatamente como soldar, corrente, gás, caudal, vareta, posição, sequência.

Ler uma EPS

Uma EPS típica indica, entre outros dados: o processo (141/TIG), o material base, o material de adição e a sua norma (EN ISO 636), o gás de proteção e a norma (EN ISO 14175), a gama de corrente, o tipo de elétrodo de tungsténio (EN ISO 6848), a posição de soldadura (EN ISO 6947) e o número de passes.

Tipos de junta desta UC

Junta Descrição Posições no referencial
Linha de fusão fusão simples sobre chapa, sem adição de outra peça, espessura ilimitada PA, PC, PF
Junta em T duas chapas perpendiculares, cordão de ângulo em ambos os lados do "T" PA, PB, PF (t>1)
Junta de canto (exterior) duas chapas encontram-se num ângulo exterior, com penetração total PA, PC, PF (t>1)

Preparação da junta

8. Posições de soldadura: PA, PB, PC e PF

A norma EN ISO 6947 define as posições de soldadura pela orientação da junta e do cordão no espaço. Esta UC exige o domínio das quatro:

Posição Nome Descrição
PA ao baixo (plana) junta horizontal, soldadura de cima para baixo, cordão na horizontal; posição mais fácil, a poça é ajudada pela gravidade
PB horizontal (ao baixo, filete) junta horizontal, mas o cordão de ângulo forma um filete inclinado (tipicamente numa junta em T horizontal); a gravidade puxa a poça para o lado inferior, exige compensar a inclinação da tocha
PC horizontal (parede vertical) soldadura sobre uma superfície vertical, com o cordão a deslocar-se na horizontal; a poça tende a escorrer para baixo, exige controlo de corrente e de ritmo
PF vertical ascendente soldadura numa superfície vertical, cordão de baixo para cima; a poça é sustentada "contra" a gravidade, exige boa técnica de vareta e corrente controlada, muitas vezes pulsada

A PC é a posição particular desta UC, que não aparece nas UCs irmãs de SER e de MAG deste curso: exige atenção especial porque combina a orientação vertical da peça com o deslocamento horizontal do cordão, uma combinação que só se domina com prática guiada.

Exemplo resolvido: adaptar os parâmetros da posição PA para a posição PF

Junta em T, aço, mudança de PA para PF na mesma espessura.

  1. Em PA, a gravidade ajuda: pode usar-se corrente mais alta e velocidade de avanço regular.
  2. Em PF, a poça tende a escorrer com o próprio peso: reduz-se ligeiramente a corrente (ou usa-se corrente pulsada) para controlar o volume de metal líquido em cada instante.
  3. A alimentação da vareta faz-se em passos mais curtos e frequentes, evitando acumular demasiado metal líquido de uma vez.
  4. A velocidade de avanço é, em geral, mais lenta em PF, precisamente para dar tempo ao arrefecimento parcial da poça entre alimentações.

9. Simbologia de soldadura

A simbologia de soldadura normalizada comunica, num desenho técnico, o tipo de junta, o processo e as dimensões do cordão sem descrições escritas:

Ler corretamente a simbologia evita executar o cordão do lado errado da junta, ou com a dimensão errada.

10. Imperfeições típicas do TIG e critérios de aceitação (EN ISO 5817)

O TIG tem imperfeições próprias, diferentes das do SER (escória inclusa) e do MAG (projeções, falta de fusão por técnica de avanço rápido).

Imperfeições típicas

Critérios de aceitação: EN ISO 5817

A norma EN ISO 5817 define níveis de qualidade para soldaduras por fusão em aço (B, C, D, do mais exigente ao menos exigente), estabelecendo os limites aceitáveis para cada tipo de imperfeição (dimensão máxima de poros, de inclusões, de mordeduras, etc.). A EPS indica qual o nível de qualidade exigido para cada trabalho, e é contra esse nível que se faz a inspeção visual.

11. Inspeção visual, manutenção e qualificação do soldador

Inspeção visual

O controlo visual é o primeiro (e muitas vezes único) nível de inspeção disponível na oficina: verifica-se o aspeto do cordão (regularidade, cor, ausência de poros à superfície, mordeduras), a geometria da perna do filete, e compara-se com os critérios da EN ISO 5817 indicados na EPS.

Manutenção do equipamento

Qualificação do soldador: EN ISO 9606-1

A norma EN ISO 9606-1 define os ensaios e os requisitos para qualificar soldadores em soldadura por fusão de aços, incluindo o processo 141/TIG, por posição, tipo de junta e espessura. Um soldador qualificado segundo esta norma está certificado a soldar dentro do intervalo (posição, espessura, material) coberto pelo seu ensaio.

12. Segurança, saúde e ambiente

Erros comuns

Glossário

Síntese

O TIG (processo 141) usa um elétrodo de tungsténio não consumível (EN ISO 6848, com código de cores por tipo) e um gás inerte (árgon, ou árgon+hélio, EN ISO 14175) para proteger o arco e o banho, com metal de adição fornecido por vareta introduzida manualmente (EN ISO 636). A corrente é DC (polaridade direta) em aço e inox, e AC em alumínio, para aproveitar a decapagem catódica da alumina; o arranque faz-se por alta frequência, com corrente pulsada, rampa de descida e pós-gás a evitar defeitos no início e no fim do cordão. Domina-se a técnica nas quatro posições do referencial, PA, PB, PC e PF (EN ISO 6947), em juntas de linha de fusão, em T e de canto, com mono passe ou multipasse, seguindo sempre a EPS. A inspeção visual confronta o resultado com os níveis da EN ISO 5817, e a qualificação do soldador segue a EN ISO 9606-1.

Exercícios resolvidos

1. Um soldador vai soldar uma junta em T em alumínio. Que corrente deve escolher e porquê?

Resolução: corrente alternada (AC). O alumínio forma uma camada de óxido de alumínio (alumina) com ponto de fusão muito superior ao do metal; num dos semiciclos da AC ocorre a decapagem catódica, que quebra essa camada, permitindo ao outro semiciclo fundir o metal com penetração adequada. Em DC, a alumina impediria a fusão correta.

2. Um cordão TIG em inox sai baço e com poros à superfície. Aponta duas causas prováveis e a correção.

Resolução: (1) caudal de gás insuficiente ou bocal danificado: verificar e ajustar o caudalímetro (tipicamente 8 a 12 l/min) e o estado do bocal; (2) pós-gás demasiado curto: aumentar o tempo de pós-gás para o elétrodo e o banho arrefecerem protegidos. Correntes de ar na oficina também dispersam a proteção e devem ser eliminadas.

3. Que elétrodo de tungsténio (tipo e cor) escolherias para soldar aço inoxidável em DC, e que ponta lhe darias para chapa fina?

Resolução: um elétrodo lantanado (WL15/WL20, ouro ou azul) ou cerado (WC20, cinzento), adequados a DC e sem radioatividade. Para chapa fina, ponta afiada (cerca de 30º), que concentra o arco e dá boa penetração com corrente baixa.

4. Distingue as posições PB e PC, e diz porque a PC é mais exigente do que a PA.

Resolução: PB é uma junta horizontal com o cordão de ângulo a formar um filete inclinado (por exemplo, uma junta em T horizontal); PC é soldadura sobre uma superfície vertical, com o cordão a deslocar-se na horizontal. A PC é mais exigente do que a PA porque a poça, sobre uma parede vertical, tende a escorrer para baixo, obrigando a um controlo mais fino da corrente e do ritmo de avanço do que na posição plana (PA), onde a gravidade ajuda a manter a poça no lugar.

5. Um fragmento do elétrodo cai na poça durante a soldadura. Que defeito é este, qual a causa mais provável, e como se evita?

Resolução: é uma inclusão de tungsténio. A causa mais provável é o contacto acidental do elétrodo com a poça ou com a vareta, ou uma corrente excessiva para o diâmetro/tipo de elétrodo (que degrada e destaca a ponta). Evita-se mantendo a distância correta entre elétrodo e peça, ajustando a corrente ao diâmetro do elétrodo, e tendo cuidado ao aproximar a vareta da poça sem tocar no elétrodo.

6. Explica a função da rampa de descida (downslope) no final de um cordão TIG.

Resolução: a rampa de descida reduz a corrente gradualmente no final do cordão, em vez de a cortar de repente. Isto evita a formação de uma cratera final (um vazio ou fenda na poça ainda líquida quando o arco se apaga), permitindo que a poça solidifique de forma controlada e sem defeito.