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UC · Unidade de Competência · UC03883

Sebenta · Implementar circuitos conversores e inversores (UC03883)

Conversores CC-CC, inversores CC-CA e conversores CA-CA, do princípio ao cálculo e à bancada
25h · 2.25 pontos crédito Curso: T. Eletrónica ↗ Referencial oficial SNQ
Índice

Introdução

Praticamente nenhum equipamento elétrico usa a energia exatamente como ela chega. Um telemóvel precisa de 5 V contínuos, a rede portuguesa dá 230 V alternados a 50 Hz. Um motor industrial precisa de velocidade ajustável, a rede dá frequência fixa. É esse desajuste que os circuitos conversores e inversores resolvem: mudam o valor da tensão, o tipo de corrente (contínua ou alternada) ou a frequência, sempre com o máximo de rendimento possível.

Esta sebenta cobre as três grandes famílias que um técnico de eletrónica e automação precisa de dominar: os conversores CC-CC (Buck, Boost, Buck-Boost, Ćuk), os inversores CC-CA (fonte de tensão e fonte de corrente, com controlo PWM) e os conversores CA-CA (controlo de fase e conversão indireta). Em qualquer uma delas, o percurso é o mesmo: entender o princípio, calcular os parâmetros, desenhar e simular o circuito, e por fim montar e medir na bancada.

Objetivos de aprendizagem (referencial): desenvolver um circuito conversor CC-CC; desenvolver um circuito inversor CC-CA; desenvolver e executar um conversor CA-CA. No fim desta UC deves conseguir distinguir conversores e inversores, reconhecer os componentes e a sua função, interpretar esquemas elétricos e eletrónicos, desenhar e simular os três tipos de circuito com parâmetros de eficiência, distorção e potência definidos, montar um conversor CA-CA com controlo de fase para ajustar a velocidade de um motor, e utilizar corretamente software de simulação, osciloscópio e multímetro.

1. Sistemas de conversão de energia

Um sistema de conversão de energia é qualquer circuito que recebe energia elétrica numa forma e a entrega noutra forma, mudando tensão, tipo de corrente ou frequência. Três famílias organizam todo o campo:

Família Entrada Saída Exemplo típico
CC-CC contínua contínua, valor diferente carregador USB, fonte de PC
CC-CA (inversor) contínua alternada inversor solar, UPS
CA-CA alternada alternada, valor/frequência diferente dimmer, variador de motor

O retificador (CA-CC), embora não seja o foco central desta UC, aparece frequentemente como bloco de entrada de inversores e de fontes: muitos equipamentos ligam-se à rede, retificam, e só depois convertem outra vez.

Antes de projetar qualquer circuito de conversão, identifica sempre: que tipo de corrente entra, que tipo de corrente deve sair, e que valor de tensão é exigido pela carga. É a pergunta que resolve 90% da escolha de topologia.

Todos os conversores estudados nesta UC partilham o mesmo princípio operacional: comutar energia a alta frequência através de semicondutores (MOSFET, IGBT, TRIAC) que se comportam como interruptores quase ideais, em vez de dissipar a diferença de tensão em calor como um regulador linear. É essa comutação que permite rendimentos de 85 a 95%, contra os 40 a 60% de uma solução linear equivalente.

2. Fundamentos de eletricidade e eletrónica: corrente, tensão, potência, CC e CA

Três grandezas sustentam todos os cálculos desta UC:

Em corrente contínua (CC), tensão e corrente são constantes no tempo (idealmente): é o regime das baterias, dos painéis solares e da maioria dos circuitos eletrónicos internos. Em corrente alternada (CA), tensão e corrente variam periodicamente, tipicamente em onda sinusoidal, como a da rede elétrica portuguesa a 230 V e 50 Hz.

O valor eficaz (RMS)

Numa onda alternada, o valor que importa para efeitos de potência não é o valor de pico, mas o valor eficaz ou RMS (Root Mean Square): o valor de uma tensão contínua equivalente que produziria o mesmo efeito de aquecimento numa resistência. Para uma sinusoide pura:

V_RMS = V_pico / √2 ≈ 0,707 × V_pico

Exemplo resolvido

A rede portuguesa tem V_RMS = 230 V. Qual o valor de pico da onda?

V_pico = V_RMS × √2 = 230 × 1,414 ≈ 325 V

É este valor de pico, e não os 230 V, que qualquer semicondutor ligado diretamente à rede precisa de suportar com margem de segurança.

3. Conversores e inversores: visão geral e campos de aplicação

Aplicação Conversor típico
Carregador de telemóvel/portátil CC-CC (Buck)
Fonte de alimentação de PC (ATX) CC-CC múltiplo
Painel solar → bateria CC-CC (Buck-Boost/MPPT)
Painel solar/bateria → rede Inversor CC-CA
UPS (alimentação ininterrupta) Inversor CC-CA
Variador de velocidade de motor industrial CA-CA indireto (VFD)
Regulador de luminosidade (dimmer) CA-CA direto (controlo de fase)

Uma fonte de alimentação de computador (ATX) recebe 230 V CA, retifica-a internamente, e depois usa vários conversores CC-CC (normalmente topologias derivadas do Buck) para gerar os +12 V, +5 V e +3,3 V que a placa-mãe e os discos precisam. É um sistema com três das famílias estudadas a trabalhar em conjunto.

4. Conversores CC-CC: o conversor Buck (step-down)

O conversor Buck reduz uma tensão contínua de entrada para uma tensão contínua de saída mais baixa. É a topologia CC-CC mais usada, base de praticamente todos os reguladores comutados comerciais (LM2596, MC34063 e semelhantes).

Componentes e princípio de funcionamento

Duty cycle

A relação entre entrada e saída, em modo de condução contínua, depende do duty cycle (D), a fração do período em que o interruptor está fechado:

Vout = D × Vin, logo D = Vout / Vin

Exemplo resolvido passo a passo

Uma fonte de 12 V CC alimenta um circuito que precisa de 5 V.

  1. D = Vout / Vin = 5 / 12 ≈ 0,417 (41,7%).
  2. Frequência de comutação f = 100 kHz, período T = 1/f = 10 µs.
  3. Tempo em condução: t_on = D × T = 0,417 × 10 µs ≈ 4,17 µs.
  4. Tempo em corte: t_off = T - t_on ≈ 5,83 µs.

5. Conversores CC-CC: Boost, Buck-Boost e Ćuk

Conversor Boost (step-up)

O Boost eleva a tensão de entrada. A topologia troca a posição da bobina em relação ao Buck: com o interruptor fechado, a bobina acumula energia diretamente da fonte; com o interruptor aberto, essa energia soma-se à da fonte e é entregue à carga a uma tensão mais alta, através do díodo.

Vout = Vin / (1 - D)

Exemplo resolvido passo a passo

Uma bateria de 3,7 V (uma célula Li-ion) alimenta um circuito USB a 5 V.

  1. 5 = 3,7 / (1 - D) → (1 - D) = 3,7 / 5 = 0,74.
  2. D = 1 - 0,74 = 0,26 (26%).
  3. Com corrente de saída de 500 mA e rendimento η ≈ 90%: Pout = Vout × Iout = 5 × 0,5 = 2,5 W.
  4. Pin = Pout / η = 2,5 / 0,9 ≈ 2,78 W.
  5. Corrente de entrada: Iin = Pin / Vin = 2,78 / 3,7 ≈ 0,75 A.

Nota importante: no Boost, a corrente de entrada é sempre maior que a corrente de saída, porque a fonte trabalha a tensão mais baixa e a potência tem de se conservar (menos as perdas).

Conversor Buck-Boost

O Buck-Boost pode elevar ou reduzir a tensão consoante o duty cycle, mas inverte a polaridade da saída:

Vout = -D / (1 - D) × Vin

Com Vin = 12 V e D = 0,6: Vout = -0,6/0,4 × 12 = -18 V (18 V com polaridade invertida em relação à massa de entrada).

Conversor Ćuk

O Ćuk tem a mesma relação de tensões que o Buck-Boost, também inversor de polaridade, mas usa transferência de energia por condensador entre dois indutores (um à entrada, um à saída), o que dá correntes de entrada e de saída mais contínuas, com menos ruído eletromagnético. É mais complexo de projetar, mas preferido em aplicações sensíveis a ruído, como sistemas fotovoltaicos.

Tabela-resumo das quatro topologias

Topologia Relação Vout/Vin Inverte polaridade Uso típico
Buck D não reduzir tensão (12V → 5V)
Boost 1/(1-D) não elevar tensão (3,7V → 5V)
Buck-Boost -D/(1-D) sim tensão simétrica, alimentar op-amps
Ćuk -D/(1-D) sim igual ao Buck-Boost, menos ruído

6. Componentes passivos em conversores: indutores e condensadores

Dimensionar a bobina

A bobina armazena energia magnética e define a ondulação de corrente. No Buck:

ΔIL = (Vin - Vout) × D / (f × L)

Exemplo resolvido passo a passo

Buck com Vin = 12 V, Vout = 5 V, D ≈ 0,417, f = 100 kHz, bobina L = 22 µH.

ΔIL = (12 - 5) × 0,417 / (100 000 × 0,000022) = 2,92 / 2,2 ≈ 1,33 A

Regra prática de projeto: dimensionar a bobina para uma ondulação entre 20 e 40% da corrente média de saída. Uma bobina maior reduz a ondulação, mas aumenta o volume e o custo. É igualmente essencial verificar, no datasheet, a corrente de saturação: acima dela, a bobina perde a capacidade de armazenar energia de forma linear e o conversor deixa de funcionar como previsto.

Dimensionar o condensador de saída

O condensador filtra a ondulação de tensão resultante da ondulação de corrente na bobina:

ΔVout ≈ ΔIL / (8 × f × C)

Exemplo resolvido passo a passo

Com ΔIL = 1,33 A, f = 100 kHz, C = 100 µF:

ΔVout ≈ 1,33 / (8 × 100 000 × 0,0001) = 1,33 / 80 ≈ 16,6 mV

A resistência série equivalente (ESR) do condensador degrada a ondulação real e gera calor. Em conversores de alta frequência, usar sempre condensadores de baixo ESR (cerâmicos, ou eletrolíticos de polímero), nunca eletrolíticos genéricos de baixa qualidade.

7. Conversores CA-CA: diretos e indiretos, controlo de fase e conversores de matriz

Conversores CA-CA diretos

Mudam o valor eficaz e/ou a frequência de uma tensão alternada sem passar por uma etapa intermédia em CC.

Controlo de fase, em detalhe

O ângulo de disparo α define o instante, dentro de cada semiciclo, em que o TRIAC entra em condução:

O circuito de disparo típico usa uma rede RC com um DIAC (ex.: DB3) ligado à gate do TRIAC (ex.: BT136); em aplicações mais precisas, um microcontrolador com deteção de passagem por zero controla o instante de disparo com um opto-TRIAC (ex.: MOC3021) para isolamento galvânico.

Um TRIAC não desliga por comando: só deixa de conduzir quando a corrente que o atravessa passa naturalmente por zero. É um erro comum assumir que se pode "cortar" a condução a meio do semiciclo por um sinal de controlo.

Conversores CA-CA indiretos

Passam por uma etapa intermédia em CC:

CA de entrada → Retificador → barramento CC (filtrado) → Inversor → CA de saída (V e f ajustáveis)

É a base dos variadores de velocidade (VFD) industriais: retifica a rede, filtra num condensador de barramento, e o inversor (Bloco 11 do referencial, ver capítulo 9) gera uma nova onda CA por PWM, com tensão e frequência controladas de forma independente. É mais flexível que o controlo de fase direto, mas com mais etapas e, por isso, mais perdas.

8. Aplicações de conversores CA-CA: controlo de velocidade de motores e qualidade de energia

Exemplo resolvido: escolher a solução certa

Uma serralharia precisa de reduzir a velocidade de um motor universal de 230 V de um esmeril portátil e, noutra máquina, ajustar a velocidade de um motor trifásico de indução de uma bomba.

  1. Esmeril (motor universal, monofásico): controlo de fase com TRIAC é suficiente e económico.
  2. Bomba (motor trifásico de indução): controlo de fase não garante binário estável a baixa velocidade; a solução correta é um VFD (CA-CA indireto).

9. Inversores CC-CA: fonte de tensão e fonte de corrente

Inversor de fonte de tensão (VSI)

O VSI (Voltage Source Inverter) é alimentado por uma fonte CC de baixa impedância (bateria, condensador de barramento) e impõe a forma de onda de tensão à saída, deixando a corrente livre, definida pela carga.

Nunca ligar em condução simultânea os dois interruptores do mesmo braço da ponte: cria-se um curto-circuito direto na fonte CC, o chamado shoot-through. O circuito de controlo deve garantir sempre um tempo morto (dead time) entre desligar um interruptor e ligar o seu par.

Inversor de fonte de corrente (CSI)

O CSI (Current Source Inverter) é alimentado através de uma bobina série de grande valor, que mantém a corrente praticamente constante, impondo a forma de onda de corrente e deixando a tensão livre, definida pela carga.

VSI (fonte de tensão) CSI (fonte de corrente)
Elemento de entrada condensador de barramento bobina série
Grandeza imposta tensão corrente
Uso mais comum esmagadora maioria das aplicações atuais acionamentos de muito alta potência

10. PWM e técnicas de controlo

A modulação por largura de pulso (PWM, Pulse Width Modulation) é a técnica que permite a um inversor sintetizar uma onda CA sinusoidal a partir de comutações rápidas entre os níveis CC disponíveis.

Princípio

  1. Compara-se uma onda de referência sinusoidal, à frequência que se pretende gerar (ex.: 50 Hz), com uma onda triangular de alta frequência, a portadora (ex.: 10 kHz).
  2. Quando a referência é maior que a portadora, o interruptor liga; quando é menor, desliga.
  3. O resultado é uma sequência de pulsos de largura variável que, filtrada pela indutância da carga (ou por um filtro LC de saída), se aproxima de uma sinusoide.

Índice de modulação: ma = V_ref,pico / V_portadora,pico

Com ma = 1, a portadora e a referência têm a mesma amplitude de pico; acima disso entra-se em sobremodulação, a onda distorce e surgem mais harmónicas de baixa ordem.

Distorção Harmónica Total (THD)

A THD mede o quanto a onda de saída se desvia de uma sinusoide pura. Reduz-se a THD:

Exemplo resolvido

Um inversor solar apresenta THD de 8% na saída, medida no simulador. A norma de ligação à rede pública exige THD abaixo de 5%. Solução: acrescentar um filtro LC de saída dimensionado para atenuar as harmónicas dominantes em torno da frequência de comutação, reduzindo a THD para 2 a 3%, dentro da especificação.

11. Aplicações de inversores: energia renovável e controlo de motores

Uma instalação solar residencial típica em Portugal tem entre 3 e 6 kWp de painéis e um inversor monofásico ou trifásico dimensionado para essa potência, com eficiência de conversão tipicamente entre 95 e 98%.

12. Instrumentação e simulação: osciloscópio, multímetro e software

Multímetro

Osciloscópio

  1. Selecionar e compensar a sonda (atenuação 1x ou 10x).
  2. Ligar a massa da sonda a um ponto de referência seguro do circuito.
  3. Ajustar a escala vertical (V/div) e horizontal (tempo/div) à frequência esperada.
  4. Usar o trigger para estabilizar a imagem no flanco de comutação.
  5. Medir ondulação de saída, tempo de subida, duty cycle e frequência diretamente no ecrã.

Software de desenho e simulação

Antes de montar fisicamente, valida-se o circuito em software (LTspice, Multisim, Proteus, Tinkercad Circuits):

  1. Desenhar o esquema com os componentes corretos (interruptor, díodo, L, C, carga).
  2. Definir os parâmetros de comutação (frequência, duty cycle) na fonte de controlo.
  3. Correr a simulação transitória e observar a forma de onda de saída.
  4. Medir, com sondas virtuais, a ondulação, o valor médio e a eficiência estimada.
  5. Ajustar componentes até cumprir as especificações (tensão, ondulação, THD, potência).

Erros comuns

Glossário

Síntese

Converter energia elétrica é mudar tensão, tipo de corrente ou frequência com o máximo de rendimento, através de comutação a alta frequência em vez de dissipação. Nos conversores CC-CC, o Buck reduz, o Boost eleva, o Buck-Boost e o Ćuk invertem a polaridade e podem subir ou descer, todos calculados a partir do duty cycle e dimensionados pela ondulação de corrente na bobina e de tensão no condensador. Nos inversores CC-CA, a ponte em H (VSI, a topologia dominante) sintetiza a onda alternada por PWM, controlada pelo índice de modulação e avaliada pela THD. Nos conversores CA-CA, o controlo de fase com TRIAC serve aplicações diretas e simples, enquanto o VFD (retificador + inversor) controla motores trifásicos com tensão e frequência ajustáveis em conjunto. Em todos os casos, o percurso profissional é o mesmo: calcular, desenhar e simular em software, montar na bancada, e verificar com osciloscópio e multímetro True RMS que o circuito cumpre as especificações definidas.

Exercícios resolvidos

1. Um conversor Buck tem Vin = 24 V e precisa de entregar Vout = 9 V. Qual o duty cycle?

Resolução: D = Vout/Vin = 9/24 = 0,375 (37,5%).

2. Um conversor Boost tem Vin = 5 V e duty cycle D = 0,5. Qual a tensão de saída?

Resolução: Vout = Vin/(1-D) = 5/(1-0,5) = 5/0,5 = 10 V.

3. Um Buck-Boost tem Vin = 15 V e D = 0,4. Qual a tensão de saída, em módulo e sinal?

Resolução: Vout = -D/(1-D) × Vin = -0,4/0,6 × 15 = -0,667 × 15 ≈ -10 V (10 V com polaridade invertida).

4. Um técnico mede a saída de um inversor PWM com um multímetro comum (não True RMS) e obtém um valor muito diferente do calculado. Qual a explicação mais provável?

Resolução: um multímetro comum calcula o valor RMS assumindo uma onda sinusoidal pura; a saída PWM tem uma forma de onda em pulsos, não sinusoidal, pelo que a leitura é incorreta. É preciso um multímetro True RMS, que calcula o valor eficaz real independentemente da forma de onda.

5. Que topologia CA-CA se deve usar para ajustar a velocidade de um motor trifásico industrial de uma bomba, e porquê?

Resolução: um VFD (conversor CA-CA indireto: retificador + inversor). O controlo de fase direto não garante binário estável em toda a gama de velocidades de um motor trifásico; o VFD ajusta tensão e frequência em conjunto, controlando velocidade e binário de forma eficiente.

6. Um TRIAC de um dimmer não apaga quando o sinal de controlo é removido a meio do semiciclo. É avaria?

Resolução: não é necessariamente avaria. Um TRIAC só deixa de conduzir quando a corrente que o atravessa passa naturalmente por zero (comutação natural); não pode ser desligado por comando a meio da condução. É um comportamento normal do componente.