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UC · Unidade de Competência · UC00234

Sebenta · Reparar sistemas de carga e arranque (UC00234)

Bateria, alternador, regulador e motor de arranque — circuito, medição, diagnóstico, ensaio e reparação
—h · — pontos crédito Curso: T. Mecatr. Automóvel, T. Militar Naval ↗ Referencial oficial SNQ
Índice

Introdução

Esta sebenta ensina a verificar, diagnosticar, reparar e ensaiar os sistemas de carga e de arranque de um automóvel ligeiro. São dois sistemas elétricos que trabalham em conjunto e que estão na origem de uma grande fatia das entradas em oficina: "o carro não pega", "a bateria descarrega de um dia para o outro", "a luz da bateria acende em andamento". Por trás destas queixas simples há sempre a mesma cadeia — uma bateria que guarda energia, um alternador que a gera e recarrega, e um motor de arranque que faz girar o motor — ligados por cabos, fusíveis, relés e massas e, nos carros modernos, comandados pela eletrónica (a UCE e o sensor inteligente de bateria).

O objetivo não é decorar peças. É construir um método de diagnóstico: perante um sintoma, o técnico deve medir, comparar com o valor de referência do fabricante e concluir, em vez de trocar componentes à sorte. Trocar uma bateria boa porque o problema era uma massa suja custa dinheiro e credibilidade; trocar um alternador quando o culpado era um fusível é um erro que a medição evita. A eletricidade não se vê, mas mede-se — e quem mede bem, repara bem.

O percurso segue o de uma reparação real. Primeiro percebemos o papel do sistema elétrico e a bateria (química, grandezas, estados e ensaios). Depois estudamos o sistema de carga (o alternador por dentro, a retificação, a regulação de tensão e os alternadores inteligentes). Seguem-se o sistema de arranque (motor de arranque, solenoide, cremalheira), os circuitos elétricos e eletrónicos (Lei de Ohm, quedas de tensão, massas, redes LIN/CAN), a medição (multímetro, pinça amperimétrica, osciloscópio, scanner), o diagnóstico de avarias e, por fim, os ensaios de funcionamento, os valores de referência e as técnicas de reparação, com forte ênfase na segurança (a bateria liberta hidrogénio e o B+ dá arcos) e no registo/codificação.

Objetivos de aprendizagem (referencial UC00234):

Ao longo do texto há exemplos resolvidos passo a passo, tabelas de valores típicos, uma secção de erros comuns, um glossário, uma síntese e exercícios resolvidos. No fim deves conseguir pegar num carro que "não pega" ou que "descarrega", reconstruir a cadeia bateria → carga → arranque, medir cada elo e reparar com confiança e segurança.


1. O papel do sistema elétrico no automóvel

Um automóvel moderno é, em boa parte, um sistema elétrico e eletrónico sobre rodas. Da gestão do motor às luzes, do ABS ao ar condicionado, tudo precisa de energia elétrica e de uma tensão estável. Essa energia é fornecida por três blocos que têm de estar em equilíbrio:

A regra que orienta todo o diagnóstico é simples: a bateria arranca o carro; o alternador mantém o carro e recarrega a bateria. Se o carro pega mas depois vai "morrendo", suspeita-se da carga. Se o carro não pega mas a bateria está boa, suspeita-se do arranque ou das ligações. Muitas avarias "elétricas" acabam por ser, afinal, de ligações e massas — o "terceiro sistema" invisível que liga tudo.

Ideia-chave. Antes de acusar a bateria, o alternador ou o motor de arranque, garante que os cabos, bornes, fusíveis e massas estão sãos. É a causa mais barata e a mais esquecida.


2. A bateria: química, tipos e grandezas

2.1 O que é e como guarda energia

A bateria de arranque é, quase sempre, de chumbo-ácido. Tem 6 células ligadas em série; cada célula dá cerca de 2,1 V, o que soma ≈ 12,6 V numa bateria "de 12 V" carregada. Cada célula tem placas de chumbo (positivas e negativas) mergulhadas num eletrólito (ácido sulfúrico diluído em água).

A energia é guardada por uma reação química reversível:

Este ciclo repete-se milhares de vezes. Com o tempo, parte do sulfato cristaliza e deixa de reverter (sulfatação) — a bateria perde capacidade e acaba por não aguentar o arranque, sobretudo a frio.

2.2 Tipos de bateria

Tipo Características Onde se usa
Líquida (flooded) eletrólito líquido, mais barata carros sem start-stop
EFB flooded melhorada, mais ciclos start-stop de entrada
AGM eletrólito num separador de fibra, muito resistente a ciclos start-stop, muitos consumos

Regra prática: num carro com start-stop usa-se EFB ou AGM e a bateria nova tem de ser registada/codificada na gestão de energia. Montar uma bateria líquida comum num start-stop ou não a codificar leva a falhas de carga e à morte prematura da bateria.

2.3 Grandezas que tens de saber ler

Cuidado com a confusão SoC vs. SoH. Uma bateria pode estar carregada (SoC alto) e ainda assim estar velha (SoH baixo): mostra 12,6 V em repouso mas cai logo que se pede corrente ao arranque. Por isso a tensão sozinha não chega — é preciso a prova de carga.


3. Ensaios à bateria

Antes de olhar para o alternador ou o motor de arranque, garante que a bateria está boa. Uma bateria fraca "inventa" avarias por todo o carro.

3.1 Tensão em repouso (multímetro)

Com o carro parado há pelo menos 30 minutos (sem "tensão de superfície"), mede aos bornes:

Tensão em repouso Estado de carga (SoC)
12,6 – 12,7 V ~100%
12,4 V ~75%
12,2 V ~50%
12,0 V ~25%
< 12,0 V descarregada

Se estiver baixa, carrega e volta a medir — só se avalia uma bateria carregada.

3.2 Densidade do eletrólito (só nas líquidas)

Com um densímetro, uma bateria carregada dá ≈ 1,28 kg/L por célula. Se todas as células estão baixas de forma uniforme, a bateria está descarregada (carrega e reavalia). Se uma célula está muito abaixo das outras, essa célula está em curtobateria morta (não recupera).

3.3 Prova de carga (o teste do SoH)

Um tester eletrónico (por condutância) ou de descarga controlada aplica uma corrente próxima do CCA e vê se a tensão se mantém. É o melhor indicador do SoH. Um tester moderno dá diretamente CCA medido vs. CCA nominal e um veredicto (boa / carregar / substituir).

3.4 Teste de arranque real

Com o multímetro nos bornes, faz o motor arrancar e observa a tensão: numa bateria sã, a 20 °C, a tensão não deve cair abaixo de ~9,6 V durante o arranque. Quedas para 8 V ou menos indicam bateria fraca (ou consumo de arranque excessivo — ver capítulo 7).

Exemplo resolvido 1 — bateria "que não pega de manhã". Sintoma: de manhã, roda devagar; à tarde arranca bem. Repouso: 12,45 V (~75%). Prova de carga: CCA medido 310 A para 540 A nominais → SoH baixo. Arranque: cai a 8,9 V. Conclusão: bateria gasta (perde capacidade a frio); trocar por equivalente (Ah/CCA) e, se start-stop, codificar. Depois confirmar a carga (para descartar que a bateria morreu por subcarga do alternador).


4. O sistema de carga: alternador e regulador

4.1 O que faz

Enquanto o motor trabalha, o alternador (movido pela correia auxiliar) transforma energia mecânica em elétrica. Tem de alimentar todos os consumos ligados e dar o "extra" para recarregar a bateria daquilo que gastou no arranque. Se o alternador não chega para tudo, a diferença sai da bateria — que, dia após dia, descarrega.

4.2 Ligações principais

4.3 Sinal de carga saudável

Com o motor a trabalhar (ao ralenti alto, ~2000 rpm) e alguns consumos ligados, aos bornes da bateria deve ler-se 13,8 a 14,8 V. Valores abaixo de ~13,5 V de forma persistente indicam subcarga (bateria vai descarregando); acima de ~15 V indicam sobrecarga (regulador avariado → bateria "ferve", perde água, morre cedo). Nos alternadores inteligentes, a tensão varia de propósito — ver 4.6.

Atenção: a luz da bateria acesa em andamento raramente é "a bateria"; é quase sempre o sistema de carga (correia partida, alternador, regulador ou ligação D+).


5. Dentro do alternador

Perceber os componentes internos explica as avarias:

5.1 Avarias típicas e o que provocam

Componente Avaria Sintoma
Escovas / anéis desgaste carga intermitente, luz a piscar
Díodo em curto ou aberto ripple alto, subcarga, bateria descarrega
Regulador avariado sobrecarga (>15 V) ou subcarga
Rolamento gasto ruído, cheiro a queimado
Polia de roda livre bloqueada/solta ruído, correia a saltar, carga irregular

Um díodo avariado deixa passar "ondulação" (ripple AC) para o sistema: mede-se no osciloscópio ou na função AC do multímetro na saída do alternador — se houver AC significativa (> ~0,1 V), há díodo em falha.


6. Regulação de tensão e alternadores inteligentes

6.1 Regulação clássica

O alternador tende a gerar mais tensão quanto mais depressa roda e mais forte é o campo do rotor. Sem controlo, ao acelerar a tensão dispararia. O regulador resolve isto ajustando continuamente a corrente do rotor para manter a saída em torno de 14,4 V — sobe o campo quando há muita carga/baixas rotações, alivia-o quando há pouca carga/altas rotações.

6.2 Alternador inteligente (charge management)

Nos carros modernos, a UCE controla o alternador (por rede LIN/BSS) para poupar combustível e recuperar energia:

Consequência para o diagnóstico: num carro assim, ver 12,7 V aos bornes com o motor a trabalhar pode ser normal (o alternador está a aliviar de propósito). Não se conclui "alternador avariado" só pela tensão nos bornes — é preciso ler o live data (alvo de tensão, corrente do IBS) com o scanner e ver se o alternador obedece ao alvo pedido.


7. O sistema de arranque

7.1 Como funciona

Ao rodar a chave para "start" (ou premir o botão), com as condições de segurança satisfeitas (embraiagem/travão, ponto morto, imobilizador ok):

  1. Um sinal alimenta o solenoide do motor de arranque.
  2. O solenoide faz duas coisas ao mesmo tempo: empurra o pinhão (mecanismo de Bendix) para engrenar na cremalheira do volante do motor e fecha o contacto de potência que liga o motor de arranque ao B+ da bateria.
  3. O motor de arranque (elétrico, de alto consumo: 80–300 A) faz girar o motor de combustão até ele pegar.
  4. Quando o motor pega, o condutor solta a chave; o pinhão recua e desengrena.

7.2 Componentes

7.3 Sintomas e leitura

Sintoma Causa provável
"Clique" e não roda solenoide atua mas motor não gira: bateria fraca, massa má, motor de arranque gasto
Roda muito devagar bateria fraca ou queda de tensão nos cabos/massas
Não faz absolutamente nada fusível, relé, imobilizador, interruptor, ou condição de segurança
Ruído metálico / range pinhão ou cremalheira danificados, Bendix a patinar
Continua a rodar depois de pegar solenoide/relé colado

Exemplo resolvido 2 — "faz clique mas não pega". Bateria: repouso 12,6 V, prova de carga boa. Arranque: ao tentar, a tensão aos bornes só cai a 12,2 V (não desce) — o motor de arranque quase não puxa corrente. Mede-se a queda de tensão no cabo de massa motor↔carroçaria durante a tentativa: 1,4 V (devia ser < 0,2 V). Conclusão: má massa do motor (oxidada/solta). A bateria está boa e o motor de arranque também; a corrente não passa por causa da resistência da massa. Limpar e apertar a massa resolve — não trocar o motor de arranque.


8. Circuitos elétricos e eletrónicos automóvel

Todo o diagnóstico assenta em três ideias de eletricidade.

8.1 Lei de Ohm

U = R × I (tensão = resistência × corrente). Uma ligação suja ou uma massa má acrescenta resistência (R) ao circuito. Como o arranque puxa muita corrente (I), mesmo uma R pequena gera uma queda de tensão (U) grande, e o motor de arranque fica sem tensão para trabalhar (roda devagar).

8.2 Série, paralelo, fusíveis e relés

Os recetores ligam-se em paralelo (todos à mesma tensão). Fusíveis protegem contra excesso de corrente; relés deixam um sinal fraco comandar uma corrente forte (como no arranque). Um fusível queimado ou um relé avariado explicam muitos "não faz nada".

8.3 Queda de tensão — a medição-rainha

A queda de tensão mede-se com o circuito a funcionar (com corrente a passar), pondo as pontas do multímetro nos dois extremos do troço a testar. Mostra resistências parasitas que a medição de continuidade "em vazio" não revela. Valores de referência: < 0,5 V num percurso positivo, < 0,2 V numa massa. Acima disso, há corrosão/aperto a corrigir.

8.4 Massas (GND)

As massas são a causa nº 1 de avarias intermitentes e "impossíveis". Uma massa má faz o carro comportar-se de forma errática (luzes que oscilam, módulos que reiniciam). Verificar e limpar massas é dos gestos que mais resolve.

8.5 Redes LIN/CAN

O IBS, o alternador inteligente e a UCE comunicam por LIN (e a UCE liga à rede CAN). Se a comunicação falhar, a gestão de carga "cega" e o alternador pode não carregar ou carregar mal — daí a importância de ler DTC de comunicação e o live data.


9. Medição: equipamentos e ferramentas

Preparar os equipamentos (2ª realização do referencial) é meio caminho para um bom diagnóstico:

Ferramenta Mede Uso típico
Multímetro tensão, resistência, continuidade repouso, carga, quedas de tensão
Pinça amperimétrica DC corrente sem cortar o fio consumo de arranque, fuga parasita
Tester de bateria CCA/SoH saúde da bateria
Osciloscópio forma de onda ripple dos díodos, sinais de comando
Scanner / EOBD DTC, live data, codificação IBS, alvo de carga, registo de bateria
Carregador/estabilizador carrega/mantém preparar bateria, suporte em codificações

Preparação: ferramentas verificadas e calibradas, pontas em bom estado, EPI, e o veículo seguro (travão de mão, calços, ventilação). Ter à mão os valores de referência do fabricante (esquemas, tabelas) antes de começar.


10. Diagnóstico de avarias: o método

Um método fixo evita trocas às cegas:

  1. Ouvir o cliente e reproduzir o sintoma. "Não pega", "pega e morre", "descarrega parada", "luz acesa" apontam para sistemas diferentes.
  2. Inspeção visual (o óbvio): bornes (oxidação/aperto), tensão e estado da correia, fusíveis, cabos, massas, cheiros e ruídos.
  3. Bateria primeiro: repouso + prova de carga. Sem bateria sã, o resto não é fiável.
  4. Carga: tensão a trabalhar (13,8–14,8 V clássico; nos inteligentes, comparar com o alvo via scanner) e ripple.
  5. Arranque: tensão nos bornes durante o arranque (≥ 9,6 V), quedas de tensão no positivo e na massa, consumo com pinça.
  6. Descarga parada (fuga parasita): com tudo a "dormir", medir a corrente residual (< 30–50 mA); acima disso, procurar o consumidor (retirar fusíveis um a um).
  7. DTC/live data: ler avarias do sistema de carga, IBS, imobilizador e comunicação.
  8. Concluir com dados, comparar com a referência, reparar, e re-ensaiar.

Exemplo resolvido 3 — "a bateria descarrega sozinha durante a noite". Bateria e carga ok. Com o carro trancado e "adormecido" (≥ 30–40 min), mede-se a fuga parasita com pinça mA: 340 mA (devia ser < 50 mA). Retirando fusíveis um a um, a corrente cai ao remover o do módulo de infoentretenimento → esse módulo não adormece. Conclusão: consumo parasita por módulo que não entra em repouso. Atualizar/substituir o módulo (ou o componente responsável). Sem esta medição, trocar-se-ia a bateria em vão.


11. Ensaios de funcionamento e valores de referência

Depois de reparar, prova-se que ficou bom (4ª realização do referencial). Tabela de referência:

Ensaio Como medir Referência típica (12 V, ~20 °C)
Tensão em repouso multímetro, ≥ 30 min parada 12,6 V ≈ 100%
Tensão de carga bornes, motor ~2000 rpm 13,8 – 14,8 V (clássico)
Ripple do alternador osciloscópio/AC na saída < ~0,1 V AC
Tensão no arranque bornes durante o arranque ≥ 9,6 V
Queda no positivo ponta a ponta com corrente < 0,5 V
Queda na massa motor ↔ (−) bateria < 0,2 V
Consumo de arranque pinça amperimétrica 80 – 300 A (conforme motor)
Fuga parasita pinça mA, tudo a dormir < 30 – 50 mA

Nos alternadores inteligentes: confirmar, no live data, que o alternador segue o alvo que a UCE pede (carrega mais em travagem, alivia em aceleração) e que não há DTC de carga/IBS/comunicação. Confirmar também que a bateria nova foi registada/codificada.


12. Reparação, segurança e registo

12.1 Segurança (não negociável)

12.2 Reparação com método

12.3 Registo e codificação


Erros comuns

Glossário

Síntese

Exercícios resolvidos

1) Uma bateria mostra 12,6 V em repouso mas o carro "não pega de manhã". A bateria está boa? Não necessariamente. 12,6 V indica SoC bom, mas não o SoH. É preciso a prova de carga e o teste no arranque (a tensão deve manter-se ≥ 9,6 V). Uma bateria velha mostra 12,6 V parada e colapsa ao pedir corrente.

2) Com o motor a trabalhar, lês 12,7 V aos bornes num carro com start-stop. Alternador avariado? Não se conclui só por isto. Num alternador inteligente, a UCE pode estar a aliviar o alternador de propósito. É preciso ler o live data (alvo de tensão, corrente do IBS) e verificar se o alternador obedece ao alvo (ex.: sobe a carga em travagem). Só se houver DTC de carga ou o alternador não seguir o alvo é que há falha.

3) O carro faz "clique" e não roda; a bateria passou na prova de carga. Próximo passo? Medir a queda de tensão nos cabos do arranque durante a tentativa: no positivo (B+) (< 0,5 V) e na massa do motor (< 0,2 V), e o consumo com a pinça. Uma queda alta aponta para cabo/massa com resistência; consumo muito baixo aponta para circuito interrompido; consumo alto com tensão a colapsar aponta para motor de arranque gasto (ou bateria).

4) "A bateria descarrega parada durante a noite." Como confirmar a causa? Com o carro adormecido, medir a fuga parasita (pinça mA): deve ser < 30–50 mA. Se estiver alta, retirar fusíveis um a um até a corrente cair — o fusível que a faz cair identifica o circuito/módulo culpado. Só depois se decide a reparação.

5) Depois de trocar a bateria de um start-stop, o carro volta a "morrer" cedo. Porquê? Provavelmente a bateria nova não foi registada/codificada (ou foi montada tecnologia errada). A gestão de energia continua a carregar como para a bateria antiga → subcarga e morte prematura. Corrigir: usar a tecnologia certa (EFB/AGM) e codificar a bateria na UCE.