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aulify · Mini-Projecto
UC UC01562 · T. Produção Agropecuária, T. Viticultura, Enologia e, T. Jardinagem e Espaços Ve
Versão · Aluno

Mini-Projecto · Plano de proteção fitossanitária de um pomar

Do diagnóstico ao caderno de campo, com segurança do início ao fim
⏱ Duração estimada: 18 horas (≈ 10 aulas) ↗ Referencial SNQ
Índice

Contexto

A Quinta do Vale Verde, um pequeno pomar de maçã com 2 hectares, seguido em Modo de Produção Integrado, precisa de um plano de proteção fitossanitária para a próxima campanha. Foste contratado/a, individualmente ou a pares, para diagnosticar os problemas fitossanitários mais prováveis, propor os meios de proteção adequados, planear a aplicação com o equipamento certo e organizar o armazenamento e o transporte dos produtos em segurança.

O trabalho entrega-se como um dossiê técnico: diagnóstico, plano de intervenção, cálculo da calda, ficha de EPI e emergência, e caderno de campo simulado de, pelo menos, três intervenções.

Variante B · jardim municipal

Em alternativa, o/a professor/a pode atribuir o mesmo trabalho sobre o Jardim Municipal da Várzea: 1,5 ha com relvado, sebes de buxo e alinhamentos de árvores, usado diariamente por famílias e com um parque infantil. As fases e os critérios são os mesmos, com três diferenças: os problemas a diagnosticar são típicos do jardim (por exemplo, infestantes nos caminhos e uma praga ou doença das sebes); o plano começa obrigatoriamente pelos meios não químicos; e, se houver tratamento químico, o dossiê inclui o aviso prévio ao público, a sinalização da zona tratada e o condicionamento do acesso até terminar o intervalo de reentrada, cumprindo as regras da Lei n.º 26/2013 para zonas urbanas e de lazer.

Requisitos

Funcionais

Não-funcionais

Fases

Fase 1 · Diagnóstico (2h) Identificar dois problemas fitossanitários prováveis no pomar (uma praga, uma doença) e os meios de proteção disponíveis para cada um.

Fase 2 · Plano de intervenção em MPI (3h) Definir um nível económico de ataque hipotético para cada problema, decidir se e quando tratar, e justificar a escolha dos meios, por ordem de prioridade.

Fase 3 · Máquina e cálculo da calda (4h) Escolher a máquina de aplicação, calcular a dose, o volume de calda e a concentração no depósito para as 2 ha, para pelo menos um produto do plano.

Fase 4 · EPI e segurança da aplicação (2h) Construir a ficha de EPI por operação (preparação e aplicação) e descrever os procedimentos de regulação e calibração da máquina antes de tratar.

Fase 5 · Armazenamento e transporte (2h) Descrever as condições do armazém e as regras de transporte dos produtos do plano até ao pomar.

Fase 6 · Caderno de campo e emergência (3h) Preencher o caderno de campo com três registos simulados e elaborar o plano de resposta a emergências (derrame, contacto acidental).

Fase 7 · Apresentação (2h) Apresentar o dossiê à turma, explicando as decisões tomadas em cada fase.

Critérios de avaliação

Critério Peso
Diagnóstico e meios de proteção propostos 15%
Plano de intervenção e lógica de MPI 20%
Máquina, cálculo de dose e concentração 20%
EPI e segurança da aplicação 15%
Armazenamento e transporte 10%
Caderno de campo, emergência e apresentação 20%

Erros comuns

Bónus (opcional)

Reflexão

No dossiê final, responde: porque é que a decisão de tratar, em Modo de Produção Integrado, não pode depender só de "ver uma praga"? E, olhando para todo o plano, que três medidas concretas mais reduzem o risco para quem aplica os produtos neste pomar?