Ficha 01 · Amostragem, preparação da amostra e ataque químico
Exercício 1 · Escolher a zona de amostragem
Uma peça de ferro fundido tem secção constante na maior parte do corpo, mas uma zona de maior espessura junto a um reforço. A empresa reporta que peças anteriores do mesmo desenho partiram exatamente nessa zona. Indica de onde deves retirar a amostra e justifica com base no que acontece durante a solidificação.
Exercício 2 · Rastreabilidade da amostra
Explica porque é que cada amostra recebe uma identificação única (lote, data, operador) e o que aconteceria se essa identificação se perdesse a meio da análise.
Exercício 3 · O erro do corte sem refrigeração
Um colega corta uma amostra de aço temperado sem ligar a refrigeração, "para poupar tempo". Ao observar depois ao microscópio, aparece uma zona junto ao corte com aspeto diferente do resto da amostra. Explica o que provavelmente aconteceu e como evitar este erro.
Exercício 4 · Montagem em resina
Compara a montagem a quente e a montagem a frio: em que consiste cada uma e quando escolherias a montagem a frio em vez da a quente.
Exercício 5 · Sequência de desbaste
Uma amostra acabada de cortar mostra riscos profundos a olho nu. Ordena corretamente a sequência de desbaste e explica a regra da rotação a 90° a cada mudança de lixa.
Exercício 6 · Diagnosticar um polimento mal feito
Ao observar uma amostra polida ao microscópio, antes do ataque químico, ainda se veem riscos finos e paralelos por toda a superfície. Que etapa foi provavelmente mal feita e como se corrige?
Exercício 7 · Escolher o reagente certo
Para cada material, indica o reagente de ataque químico mais adequado: (a) aço ao carbono; (b) aço inoxidável; (c) peça de alumínio fundido.
Exercício 8 · Tempo de ataque químico
Explica o que acontece a uma amostra "sobreatacada" e a uma "subatacada", e descreve uma boa prática para evitar os dois erros.