Ficha 02 · Operação, calibração, controlo da qualidade e resultados
Exercício 1 · Operar o espectrómetro passo a passo
Descreve, por ordem, os passos para operar corretamente o espectrómetro de emissão ótica, desde ligar o equipamento até registar o resultado.
Exercício 2 · Interpretar um resultado de combustão
Uma amostra de aço é analisada por combustão. O resultado devolve C = 0,45% e S = 0,035%. A especificação do cliente pede carbono entre 0,40% e 0,50%, e enxofre com máximo de 0,030%. Interpreta o resultado e regista a decisão.
Exercício 3 · Porque não usar OES para carbono e enxofre
Um colega sugere medir o carbono e o enxofre pela espectrometria de emissão ótica, para poupar tempo, em vez de usar o equipamento de combustão. Concordas? Justifica.
Exercício 4 · Calibrar com material de referência certificado
Explica os quatro passos para calibrar um equipamento de análise com um material de referência certificado (CRM), e porque este tipo de padrão é preferido a "uma amostra qualquer".
Exercício 5 · Carta de controlo fora dos limites
Um padrão de controlo (cobre a 90,0%) é analisado todos os dias. Hoje, o valor obtido cai fora dos limites de ação definidos na carta de controlo. Que decisão deve o técnico tomar, e porquê?
Exercício 6 · O que falta num registo de análise
O registo seguinte tem falhas: "C = 3,2%, Si = 2,1%". Identifica o que falta para este ser um registo completo e explica a consequência de cada omissão.
Exercício 7 · Requisitos legais aplicáveis ao laboratório
Associa cada situação à área legal que cobre: (a) armazenamento de reagentes usados numa peça de fundição; (b) emissões do forno de combustão; (c) uso obrigatório de óculos junto ao espectrómetro; (d) auditoria interna à competência técnica do laboratório.
Exercício 8 · Diagnóstico de duas leituras divergentes
No espectrómetro, duas leituras seguidas da mesma amostra devolvem 2,1% e 3,4% de silício, uma diferença grande de mais para ser aceitável. Propõe duas causas possíveis e o que fazer antes de aceitar qualquer resultado.