Ficha 02 · Montagem, embalagem, esterilização, transporte, armazenamento e registos
Exercício 1 · Montar uma caixa cirúrgica
A lista de composição de uma caixa de exame define: espelho, sonda e pinça de dissecção. Descreve os passos para a montar corretamente e o que fazes se um dos instrumentos ainda não tiver passado pelo ensaio de funcionalidade.
Exercício 2 · Escolher o sistema de embalagem
Precisas de preparar para esterilização: (a) uma caixa cirúrgica completa de cirurgia oral menor; (b) uma sonda individual. Que sistema de embalagem escolhes para cada uma, e porquê?
Exercício 3 · Parâmetros e classes de esterilizador
Um esterilizador de classe N está disponível na clínica. Pode ser usado para esterilizar uma peça de mão embalada? Justifica, indicando a classe adequada.
Exercício 4 · Testes, indicadores e libertação de uma carga
No fim de um ciclo a 134 graus Celsius, o talão mostra 134,5 graus e 3,5 minutos de patamar, os indicadores químicos de todas as embalagens mudaram de cor, mas duas mangas saem molhadas. Que embalagens libertas, e porquê?
Exercício 5 · Circuitos de transporte
Uma clínica tem um único corredor entre a área de reprocessamento e os gabinetes clínicos. Como organizas o transporte de dispositivos contaminados e de dispositivos esterilizados, sem os cruzar?
Exercício 6 · Armazenamento com regra FIFO
Na prateleira há três kits de exame esterilizados: A (esterilizado na segunda-feira), B (esterilizado na terça-feira), C (esterilizado na quarta-feira). Pela regra FIFO, qual sai primeiro? O que aconteceria se se ignorasse esta regra?
Exercício 7 · Verificar antes de usar um dispositivo reprocessado
Antes de abrir uma embalagem esterilizada junto ao utente, que quatro verificações deves fazer? O que fazes se a embalagem tiver um pequeno rasgo?
Exercício 8 · Registos e rastreabilidade
Um indicador biológico de um ciclo da semana anterior dá positivo. Que registos permitem à clínica saber que material esteve nesse ciclo e que utentes podem ter sido expostos?
Exercício 9 · Limites de intervenção
Um/a técnico/a assistente dentário deteta uma carga com indicador químico duvidoso, mas decide libertá-la "porque o resto parecia normal". O que está errado, à luz dos limites de intervenção do referencial?