Ficha 01 · Mercado, legislação e segurança dos suplementos alimentares
Exercício 1 · O que é, legalmente, um suplemento alimentar
Define, com as tuas palavras, o que é um suplemento alimentar do ponto de vista legal. Indica três exemplos de formas doseadas em que pode ser comercializado e explica porque não pode substituir uma refeição.
Exercício 2 · Suplemento alimentar ou medicamento
Um utente mostra dois comprimidos com o mesmo aspeto físico: um é vitamina C (suplemento alimentar), o outro é paracetamol (medicamento). Explica qual é o critério que realmente distingue os dois produtos, já que o aspeto é semelhante.
Exercício 3 · DGAV ou INFARMED
Para cada situação, indica se a autoridade competente é a DGAV ou o INFARMED: (a) notificação de um novo suplemento de magnésio antes de entrar no mercado; (b) autorização de um novo medicamento para a tensão arterial; (c) fiscalização da rotulagem de um suplemento de ómega-3 já à venda.
Exercício 4 · Alegações de saúde autorizadas
Explica porque razão não se pode inventar uma frase como "reforça o sistema imunitário em 48 horas" para descrever um suplemento de vitamina D, mesmo que pareça uma afirmação razoável.
Exercício 5 · Dose e populações de risco
Explica porque a frase "é natural, não faz mal" não é suficiente para avaliar a segurança de um suplemento alimentar. Indica quatro populações que exigem atenção redobrada.
Exercício 6 · A interação do hipericão
Um utente toma um contracetivo oral e pede um suplemento à base de hipericão (erva-de-são-joão) para "acalmar os nervos". Explica o risco desta combinação e o que se deve fazer.
Exercício 7 · Caso resolvido: ómega-3 e anticoagulante
Um utente medicado com varfarina pede um suplemento de ómega-3 em dose elevada "para o coração". Segue o raciocínio em três passos: (1) o que se regista, (2) que risco se identifica, (3) que decisão se toma.