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UC UC02692 · T. Comércio

Ficha 02 · Inventário, valorização, quebras e operações de armazém

FIFO, custo médio ponderado, diferenças de inventário, quebras, segurança e sistema informático
Versão · Aluno
Tempo · 90 minutos
Aluno(a)
Turma
Data

Exercício 1 · Valorização por FIFO e por custo médio ponderado

O stock de um artigo teve estes movimentos num mês: stock inicial de 80 unidades a 8,00 €, entrada de 120 unidades a 8,50 €, e entrada de 200 unidades a 9,00 €. Saíram 250 unidades no mês. Calcula o valor das saídas e do stock final pelo custo médio ponderado (CMP) e pelo FIFO, e verifica que os dois métodos chegam ao mesmo valor total disponível.

Exercício 2 · Diferenças de inventário

Uma contagem física resulta nestes valores: Ref. 201, sistema 120 e contado 118, custo unitário 6,00 €; Ref. 202, sistema 90 e contado 90, custo unitário 4,00 €; Ref. 203, sistema 60 e contado 64, custo unitário 20,00 €. Calcula a diferença e o valor do ajuste de cada artigo, e o ajuste total de inventário.

Exercício 3 · Quebra conhecida e desconhecida

Um inventário revela stock contabilístico de 9 400 unidades e stock físico contado de 9 106 unidades. Destas, 180 unidades já estavam registadas como quebra conhecida (produtos fora de validade retirados ao longo do mês). Calcula a quebra total, a quebra desconhecida e a percentagem de quebra sobre vendas anuais de 300 000 €, sabendo que o preço médio de venda do artigo é 4,00 €.

Exercício 4 · Classificar causas de quebra

Classifica cada situação como causa extraordinária ou causa operacional de quebra: (a) um incêndio destrói parte do armazém; (b) um produto passa a validade porque ficou escondido atrás de outros na prateleira; (c) uma tempestade danifica o telhado e a mercadoria por baixo; (d) um erro de picking envia a quantidade errada a um cliente.

Exercício 5 · Prevenção de quebras

Uma loja decide reduzir a quebra desconhecida em 30% no próximo ano. Propõe três medidas concretas, uma para cada uma destas frentes: relacionamento com fornecedores, controlo das operações, e controlo aleatório. Explica também como a loja deveria monitorizar se as medidas estão a resultar.

Exercício 6 · Procedimento de receção com discrepância

Chega ao armazém uma encomenda de 300 caixas de detergente. A guia de remessa indica 300 unidades, mas a contagem física confirma apenas 292, sem sinais de dano. Descreve, por ordem, os passos que o técnico de comércio deve seguir a partir deste momento.

Exercício 7 · Segurança no armazém

Um colaborador novo vai operar um empilhador retrátil pela primeira vez, sem ter recebido formação específica, porque "já viu os colegas a fazê-lo várias vezes". Explica porque é que isto é um erro grave, e que EPI seriam, no mínimo, esperados neste posto de trabalho.

Exercício 8 · Sortido, arrumação e classe ABC

Uma loja tem um artigo classe A (elevado valor, alta rotação) arrumado atualmente numa prateleira alta, no fundo do armazém, junto a artigos classe C de baixíssima rotação. Explica porque é que isto é ineficiente e propõe uma reorganização, ligando à lógica de slotting da sebenta.

Exercício 9 · Sistema informático: mapa de reposição

O sistema informático de gestão de stocks gera este extrato do mapa de artigos abaixo do ponto de encomenda:

Artigo Stock atual Ponto de encomenda
Ref. D1 60 90
Ref. D2 340 200
Ref. D3 45 45
Ref. D4 500 150

Indica quais destes artigos devem ser encomendados de imediato, e explica porquê. Diz também que outro mapa do sistema consultarias para decidir qual dos dois encomendar primeiro, se só houvesse recursos para tratar de um hoje.