Ficha 02 · Colher, soprar, modelar, colorir e recozer
Exercício 1 · Colheita e permanência da massa vítrea
Enumera os três parâmetros que o vidreiro controla durante a colheita de massa vítrea, e explica porque é que a permanência dessa massa na cana, fora do forno, é sempre limitada.
Exercício 2 · Intensidade e duração do sopro
Um vidreiro dá um único sopro longo e forte numa massa ainda fina, para "ir mais depressa". Que problema é mais provável, e qual seria a técnica correta?
Exercício 3 · Sopro sem rotação
Explica o que acontece a uma peça se o vidreiro sopra corretamente mas se esquece de rodar a cana ao mesmo ritmo. Que critério de desempenho da UC está em causa?
Exercício 4 · Maços, jornal e tábuas
Associa cada ferramenta de conformação manual à sua função: (a) maços; (b) jornal molhado; (c) tábuas. Porque é que o contacto de qualquer uma delas com a peça tem de ser breve?
Exercício 5 · Compatibilidade da cor
Uma peça colorida com frita racha três dias depois de estar pronta, apesar de ter sido bem recozida. Qual é a causa mais provável, e o que é "dar calda" sobre uma cor aplicada?
Exercício 6 · A sequência das operações
Ordena estas etapas da produção de uma peça de vidro soprado sem molde: (a) transferir para o pontil; (b) soprar a primeira bolha; (c) recozimento; (d) colher a massa vítrea; (e) acabamento; (f) aquecer a cana.
Exercício 7 · Recozimento: calcular o tempo de patamar
Segundo a regra de oficina (≈ 1 hora de patamar por milímetro de espessura da parede mais grossa), calcula o tempo de patamar para duas peças: uma com 8 mm de parede mais grossa e outra com 2 mm. Depois, explica que risco há em usar sempre o mesmo tempo para as duas.
Exercício 8 · Controlo do produto final
Uma peça, vista contra a luz e rodada devagar, mostra pequenas esferas de ar presas no vidro perto da base. Que defeito é este, em que fase é mais provável ter ocorrido, e que verificação final falta ainda fazer à peça?