Ficha 01 · História, sítios, museus, organismos e legislação
Exercício 1 · Do antiquarismo à ciência
Explica, por palavras tuas, a diferença entre o antiquarismo dos séculos XVIII e XIX e a arqueologia científica atual. Porque é que o "contexto" de um achado é tão importante como o objeto em si?
Exercício 2 · Marcos de desenvolvimento da disciplina
Associa cada marco ao seu significado para a evolução da arqueologia: (a) escavação de Pompeia; (b) decifração dos hieróglifos por Champollion (1822); (c) sistematização da estratigrafia no séc. XIX.
Exercício 3 · Influência socioeconómica
Um colega diz que "a arqueologia não gera emprego nenhum, é só investigação de universidade". Corrige-o, apontando pelo menos três áreas de impacto económico e social da atividade arqueológica em Portugal.
Exercício 4 · Tipos de sítios arqueológicos
Classifica cada sítio pelo tipo mais adequado (arte rupestre, cidade/vila romana, castro, conjunto multiperíodo, sítio funerário): (a) Vale do Côa; (b) Conímbriga; (c) Citânia de Briteiros; (d) Mértola; (e) uma anta alentejana.
Exercício 5 · Património inicial, embrionário e classificado
Ordena estas três situações pela fase do processo de reconhecimento de um bem arqueológico, da mais preliminar à mais avançada, e explica cada fase: (a) um sítio classificado como monumento nacional, aberto a visitas; (b) um fragmento encontrado por acaso numa obra, ainda por avaliar; (c) um sítio já registado na carta arqueológica municipal, mas ainda sem estudo aprofundado.
Exercício 6 · Museu arqueológico vs museu com acervo arqueológico
Explica a diferença entre estes dois tipos de museu e dá um exemplo português de cada um.
Exercício 7 · Organismos nacionais, locais e internacionais
Completa a tabela indicando o nível (nacional, local ou internacional) e o papel de cada organismo: Património Cultural, I.P.; câmara municipal; UNESCO; CCDR da região.
Exercício 8 · Legislação e achados fortuitos
Um jovem encontra, a passear no campo, um fragmento de cerâmica que parece antigo. Explica, com base na legislação portuguesa, o que ele deve e não deve fazer, e porquê.