Ficha 02 · Escala, falhas, contactos, cortes e recursos minerais
Exercício 1 · Converter uma distância
Numa carta à escala 1:25 000, a distância entre um afloramento e uma ocorrência mineral mede 8,4 cm. Calcula a distância real no terreno, em metros e em quilómetros, mostrando o raciocínio.
Exercício 2 · Converter uma área (o quadrado do fator)
Uma mancha de afloramento mede 3 cm² numa carta à escala 1:50 000. Calcula a sua área real em m², em hectares e em km², e explica porque não se usa diretamente o fator N nesta conta.
Exercício 3 · Converter entre duas escalas
Uma distância mede 12 cm numa carta à escala 1:25 000. Quantos centímetros mediria essa mesma distância real numa carta à escala 1:50 000? E uma área de 4 cm² a 1:25 000, quantos cm² seria a 1:50 000?
Exercício 4 · Falha normal ou inversa
Observas no terreno um plano de falha em que o bloco de teto desceu em relação ao bloco de muro. Que tipo de falha é esta e a que regime tectónico está normalmente associada? Define teto e muro.
Exercício 5 · Indicadores de campo de uma falha
Indica três indicadores de campo que permitem reconhecer que uma fratura observada é uma falha e não uma simples diáclase.
Exercício 6 · A regra do V nos vales
Um contacto geológico atravessa um vale e, na carta, desenha um "V" cuja ponta aponta para montante, contra o sentido da corrente. O que indica esta forma sobre a inclinação da camada? O que precisas de observar mais na carta para decidir?
Exercício 7 · Do corte geológico às ocorrências minerais
Explica, por palavras tuas, para que serve um corte geológico e em que passo da sua construção se usa diretamente o valor da atitude (direção e inclinação) lido na carta.
Exercício 8 · Profundidade num corte e exagero vertical
Num corte perpendicular à direção das camadas, um contacto aflora num ponto P com inclinação de 35° para este. (a) Em terreno plano, a que profundidade está o contacto 150 m a este de P? (b) Se o corte for desenhado com escala horizontal 1:25 000 e vertical 1:5000, com que inclinação se desenha o contacto?