Ficha 01 · Amostragem, corte, preparação de superfície e ataque químico
Exercício 1 · Amostra representativa
Uma empresa siderúrgica recebe um lote de veios de aço e pede um controlo de rotina. Um técnico corta a amostra sempre na mesma ponta do veio, "porque é mais fácil de prender na máquina". Explica porque esta prática viola o critério de desempenho "selecionar amostras representativas do metal a analisar" e o que devia ser considerado em alternativa.
Exercício 2 · Amostragem numa investigação de falha
Um veio partiu em serviço. Explica que duas amostras, no mínimo, devem ser cortadas para uma investigação de falha completa, e porquê.
Exercício 3 · Refrigeração no corte
Explica porque é obrigatório usar refrigeração ao cortar uma amostra na máquina de bancada, e qual o sinal visual de que o corte aqueceu a amostra além do aceitável.
Exercício 4 · Sequência de granulometrias
Ordena a sequência correta de retificação e desbaste, da lixa mais grossa para a mais fina: P600, P120, P1200, P400. Explica também a regra da rotação entre etapas e para que serve.
Exercício 5 · Riscos residuais depois do polimento
Uma amostra, depois de polida, mostra ao microscópio riscos finos e paralelos entre si. Explica a causa mais provável e o que deve ser feito antes de avançar para o ataque químico.
Exercício 6 · Escolher o reagente de ataque
Associa cada material ao reagente de ataque químico mais indicado: (a) aço carbono; (b) aço inoxidável; (c) liga de alumínio.
Exercício 7 · Procedimento de ataque químico em segurança
Descreve, por ordem, os passos do procedimento de ataque químico de uma amostra polida com Nital, desde a preparação da solução até à observação ao microscópio, incluindo os cuidados de segurança.