Ficha 02 · Deteção, alarme, sintomas, socorro e descontaminação
Exercício 1 · Equipamentos de deteção e o que medem
Associa cada equipamento à sua função: (a) papel ou fita detetora química; (b) dosímetro individual; (c) detetor de radiação (contador); (d) detetor automático de vapores.
Exercício 2 · A rotina de deteção
Enumera os cinco passos da rotina disciplinada de deteção e explica a regra de ouro que se aplica a qualquer alarme.
Exercício 3 · Os três canais do sinal de alarme
Um militar deteta contaminação numa situação de combate, sem rádio funcional e com muito ruído ambiente. Que canal de alarme deve usar e que outros dois existem para outras circunstâncias?
Exercício 4 · Marcar e reportar uma área contaminada
Depois de confirmada a contaminação de uma área, que duas ações são obrigatórias e que informação mínima deve constar do reporte?
Exercício 5 · Reconhecer sintomas químicos vs biológicos
Um militar apresenta lacrimejo, tosse e aperto no peito minutos depois de atravessar uma zona suspeita. No dia seguinte, outro militar da mesma unidade começa com febre e mal-estar. Explica a diferença de padrão e a natureza mais provável de cada caso.
Exercício 6 · A sequência de socorro imediato
Ordena os cinco passos do socorro imediato face a contaminação e explica porque o primeiro passo não é socorrer diretamente a vítima.
Exercício 7 · Os três níveis de descontaminação
Explica a diferença entre descontaminação imediata, operacional e completa, e porque uma não substitui a outra.
Exercício 8 · Descontaminar pele e olhos corretamente
Um militar tem uma zona de pele exposta a um agente contaminante. Descreve o procedimento correto de descontaminação da pele e dos olhos, e o erro mais grave a evitar.