Ficha 02 · Comunicação, inclusão, sustentabilidade e normas
- Aplicar comunicação assertiva e adaptada
- Planear ações de turismo inclusivo
- Integrar princípios de sustentabilidade
- Aplicar normas de qualidade e segurança
Exercício 1 · Comunicação assertiva
O grupo atrasa-se constantemente num percurso com horário apertado. Redige uma frase assertiva que o técnico poderia dizer ao grupo, e explica porque é assertiva e não passiva nem agressiva.
Exercício 2 · Comunicar a públicos diferentes
Vais apresentar o mesmo monumento a um grupo de arquitetos e a uma família com crianças pequenas. Como muda a tua comunicação em cada caso, mantendo o mesmo rigor de conteúdo?
Exercício 3 · Turismo inclusivo, identificar a adaptação
Para cada limitação, indica uma adaptação concreta a aplicar numa visita guiada: (a) deficiência visual; (b) deficiência auditiva; (c) mobilidade reduzida; (d) limitações cognitivas.
Exercício 4 · Produtos de apoio à comunicação
Um museu vai receber, sem aviso prévio, um visitante surdo integrado num grupo. Que produtos de apoio à comunicação poderiam ter sido preparados com antecedência, e o que fazer no imediato?
Exercício 5 · Sustentabilidade nas três dimensões
Um roteiro de animação turística cultural quer ser sustentável. Dá um exemplo concreto de uma medida em cada uma das três dimensões: ambiental, social e económica.
Exercício 6 · Cartas de referência
Identifica o documento de referência (Carta Europeia do Turismo Sustentável ou Carta Internacional sobre o Turismo Cultural, ICOMOS 1999) para cada situação: (a) um destino assume um compromisso voluntário com práticas de turismo responsável; (b) uma gestão de sítio patrimonial precisa de equilibrar o acesso público com a conservação do bem.
Exercício 7 · Segurança antes da visita
Antes de levar um grupo a uma torre antiga com escadaria estreita e escorregadia, e sabendo que está a chover, que verificações e decisões deves tomar?
Exercício 8 · Normas de qualidade
Explica, com um exemplo, a diferença entre o que regula o manual da qualidade e o que regula o código de boas práticas de uma organização de animação turística.