Ficha 01 · Estrutura, caderno de encargos, Ladder e sinais analógicos
Exercício 1 · Ciclo de varrimento e vantagens da automação
Explica em que consiste o ciclo de varrimento (scan cycle) de um autómato programável e indica três vantagens da automação industrial face a um comando puramente cablado.
Exercício 2 · Cablado vs programado
Um técnico defende que "a lógica cablada já não serve para nada". Concordas? Justifica com um exemplo de aplicação onde a lógica cablada continua a ser a escolha certa.
Exercício 3 · Estrutura de uma instalação
Uma linha de engarrafamento tem sensores de nível, um autómato central, uma consola de supervisão e módulos remotos de entradas/saídas junto a cada máquina. Classifica cada elemento pela camada da estrutura da instalação (campo, interface, controlo, supervisão, comunicação).
Exercício 4 · O caderno de encargos
Porque é que um técnico não deve começar a programar um autómato antes de existir um caderno de encargos? Dá um exemplo de um problema concreto que pode surgir se isso acontecer.
Exercício 5 · Ler e desenhar um rung em Ladder
Desenha (em texto) o rung Ladder de um arranque/paragem de motor com selo: botão de arranque S1 (normalmente aberto), botão de paragem S2 (normalmente fechado), contactor KM1. Explica o papel do contacto de selo.
Exercício 6 · Escala de um sinal 4/20 mA
Um transmissor de pressão 4/20 mA mede a gama 0 a 16 bar. A carta analógica do autómato lê uma corrente de 14 mA. Calcula a pressão correspondente.
Exercício 7 · Porquê o 4/20 mA e não 0/20 mA
Explica porque é que, em ambiente industrial, o sinal 4/20 mA ("zero vivo") é preferido ao sinal 0/20 mA.
Exercício 8 · Encoder incremental: distância percorrida
Um transportador tem um encoder incremental de 2000 impulsos por rotação, ligado a uma roda de medição com 150 mm de circunferência. Se o autómato contar 6000 impulsos, quantos milímetros percorreu a correia?