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UC UC00287 · T. Marketing/RP

Ficha 02 · Produzir, montar, animar e entregar

Captação, som, montagem, cor, animação, multimédia interativo e normas
Versão · Aluno
Tempo · 45 minutos
Aluno(a)
Turma
Data

Exercício 1 · Definir os parâmetros de câmara

Vais filmar, no mesmo dia: (a) uma entrevista sentada junto a uma janela grande ao meio-dia; (b) planos de uma equipa a jogar futebol num relvado ao sol, com intenção de usar câmara lenta; (c) planos de pormenor de mãos a montar um componente, numa bancada com luz de tungsténio.

Indica, para cada situação: fps, obturação, abertura, ISO, balanço de brancos e acessórios necessários. Justifica.

Resposta:
(a) Entrevista à janela (b) Futebol / câmara lenta (c) Pormenor com tungsténio
fps 25 50 (para reproduzir a 25 = metade da velocidade) 25
Obturação 1/50 (regra dos 180°) 1/100 (180° de 50 fps) 1/50
Abertura f/2.8–f/4 — separa do fundo f/4–f/5.6 — margem de foco com sujeitos em movimento f/4–f/5.6 — profundidade suficiente para as mãos e a peça
ISO ISO nativo (ex.: 800 em muitas câmaras) ISO nativo baixo (ex.: 100–400) ISO nativo; se faltar luz, acrescentar painel LED em vez de subir
Balanço Fixo a ~5600 K (luz de dia) Fixo a ~5600 K Fixo a ~3200 K — ou LED a 3200 K, ou trocar a lâmpada
Acessórios Tripé, refletor/cartão branco do lado oposto, lapela Filtro ND (obrigatório: sol + 1/100 = sobre-exposição), monopé Tripé, painel LED difuso, lente macro ou 50 mm com distância curta

Justificações-chave:

Exercício 2 · Diagnóstico de som

Recebeste os brutos de uma entrevista com estes problemas: (1) picos a −1 dBFS com distorção em duas frases; (2) zumbido grave contínuo em toda a gravação; (3) roçar de tecido intermitente; (4) sem room tone gravado; (5) uma frase importante gravada apenas pelo microfone da câmara, a três metros.

Diagnostica a causa provável de cada problema e indica o que é recuperável e o que exige regravação.

Resposta:
# Causa provável Recuperável? Ação
1 Ganho de entrada demasiado alto; não se monitorizou com auscultadores Parcialmente. Se só tocou os −1 dBFS sem cortar, dá para baixar e comprimir. Se há distorção audível, a informação foi perdida no ficheiro — nenhum programa a recupera Verificar frase a frase; as duas frases distorcidas devem ser regravadas em locução ou substituídas por outra formulação existente noutro take
2 Interferência elétrica (cabo mal blindado junto a corrente) ou ventilação/AC ligado Sim — zumbido contínuo e de frequência estável remove-se bem com perfil de ruído e/ou filtro notch nos 50 Hz e harmónicas Capturar o perfil num trecho sem fala; aplicar redução moderada. Excesso deixa a voz metálica
3 Lapela mal colocada, sob roupa ou junto a colarinho que roça Parcialmente — cada roçar é um evento curto: edita-se manualmente, atenuando ou cobrindo com um plano de corte Editar caso a caso. Prevenção: prender a ~20 cm da boca, por fora, com laço de segurança no cabo
4 Esquecimento na rodagem Sim, com trabalho Extrair 2–3 s do trecho mais limpo entre frases e construir uma faixa contínua com sobreposições suaves (crossfade), colocada por baixo de toda a sequência
5 Não se ligou a lapela nesse momento; distância de 3 m capta sobretudo a reverberação da sala Má qualidade, mas não perdida Três hipóteses, por ordem: (i) usar outra formulação da mesma ideia captada com lapela; (ii) regravar essa frase em locução e cobrir com b-roll (o espectador não vê a boca, logo não há dessincronização); (iii) manter e assumir a mudança de textura, o que só se justifica se for um momento de valor documental irrepetível

Regra de fundo: dos cinco problemas, quatro eram evitáveis com auscultadores postos durante a gravação. Este é o único hábito que separa som utilizável de som perdido — e não custa dinheiro.

Cadeia de tratamento na ordem correta: filtro passa-alto (~80–100 Hz) → redução de ruído moderada → edição manual dos roçares → equalização → compressão (~3:1) → mistura com música 12–18 dB abaixo e automação → normalização a ≈ −14 LUFS com pico verdadeiro ≤ −1 dBTP.

Exercício 3 · Corrigir uma sequência de montagem

Uma sequência de diálogo entre duas pessoas foi montada assim:

  1. PG dos dois à mesa (6 s)
  2. PM de A a falar, câmara à esquerda da linha de ação (5 s)
  3. PM de B a responder, câmara à direita da linha de ação (5 s)
  4. PM de A outra vez, mesmo enquadramento e mesmo ângulo do plano 2 (4 s)
  5. Fundido a preto (1,5 s)
  6. PG dos dois, agora com o ambiente sonoro completamente diferente (5 s)

Identifica quatro erros e indica a correção de cada um.

Resposta:

Erro 1 — Quebra da regra dos 180° (planos 2 e 3). A câmara atravessou a linha de ação, e no ecrã as duas personagens parecem trocar de lugar e passam a olhar na mesma direção em vez de uma para a outra. Correção: refilmar o plano 3 do mesmo lado da linha; se não for possível, inserir entre eles um plano neutro (plano de pormenor das mãos, das chávenas) ou um plano do eixo (sobre a linha), que "reinicia" a orientação do espectador. Espelhar a imagem só funciona se não houver texto, relógios ou assimetrias visíveis.

Erro 2 — Corte "salto" no plano 4. Voltar ao mesmo enquadramento e ao mesmo ângulo de A produz um jump cut acidental: a personagem parece dar um pulo. Correção: aplicar a regra dos 30° — mudar o ângulo em pelo menos 30° ou a escala de plano (por exemplo, entrar em grande plano na segunda intervenção de A, o que também é dramaticamente correto se a tensão subiu).

Erro 3 — Fundido a preto no meio de uma cena. O fundido a preto significa "passou tempo" ou "acabou um bloco". Aqui, entre duas partes do mesmo diálogo, é uma pontuação errada que quebra a leitura. Correção: corte direto. Reservar o fundido para a mudança de bloco ou de tempo.

Erro 4 — Rutura de continuidade sonora no plano 6. O ambiente muda de repente, o que denuncia que os planos foram gravados em momentos diferentes e destrói a ilusão de continuidade. Correção: colocar uma faixa contínua de room tone por baixo de toda a sequência e usar crossfades de 0,5–1 s nas junções de ambiente. Se possível, um J-cut — deixar o ambiente do plano 6 entrar 1 s antes da imagem — suaviza a transição.

Melhoria adicional (não é erro, é oficio): a sequência não tem nenhum plano de corte. Um pormenor (mãos, objeto sobre a mesa, reação de quem ouve) permitiria encurtar as frases longas de A e B sem que se notasse o corte, e daria ritmo a uma sequência atualmente muito estática (planos todos entre 4 e 6 s).

Exercício 4 · Cor: ordem de trabalho

Três planos da mesma entrevista foram filmados com uma hora de intervalo. O primeiro está bem exposto e neutro; o segundo está 1 diafragma subexposto e mais azulado (o sol entrou numas nuvens); o terceiro está bem exposto mas com dominante quente (acendeu-se a luz do teto).

Descreve o procedimento completo, por ordem, para que os três planos combinem — e explica que instrumentos usarias para não decidir "a olho".

Resposta:

Fase 1 — Correção (técnica), plano a plano:

  1. Escolher o plano de referência: o primeiro, que está neutro e bem exposto. Todos os outros passam a ser ajustados em direção a este, e não cada um ao gosto do momento.
  2. Plano 2 (subexposto e azulado): subir a exposição em ~1 diafragma verificando na waveform que os tons de pele voltam à mesma zona do plano 1 (tipicamente 55–70 IRE em pele clara); depois corrigir o balanço, empurrando a temperatura para o quente até o traço de pele no vetorscópio cair de novo sobre a linha de tons de pele.
  3. Plano 3 (dominante quente): baixar temperatura e ajustar o matiz até o mesmo alinhamento no vetorscópio; verificar que os brancos da cena (uma parede, uma camisa) ficam neutros — no vetorscópio, próximos do centro.
  4. Verificar sombras e altas luzes nos três: mesmo ponto de preto e mesmo ponto de branco. É isto que faz os planos "combinarem" mais do que a cor propriamente dita.

Fase 2 — Uniformização: ver os três seguidos, em loop, e afinar as diferenças que sobram. Comparar sempre lado a lado, nunca de memória.

Fase 3 — Etalonagem (expressiva): só agora aplicar o aspeto pretendido — por exemplo, ligeira dessaturação e sombras mais frias — como camada por cima, igual nos três planos. Se se etalona antes de corrigir, cada plano parte de um sítio diferente e o aspeto fica desigual.

Fase 4 — Verificação: confirmar que a luminância se mantém dentro da gama legal (Rec. 709), sem zonas totalmente queimadas nem esmagadas, e rever numa segunda superfície (outro monitor, ou o telemóvel).

Instrumentos e porquê: a waveform mede luminância objetivamente — indispensável porque o olho adapta-se e, ao fim de 20 minutos, aceita como neutro o que não é. O vetorscópio com a linha de tons de pele é a referência mais fiável para rostos, que é onde qualquer desvio se nota. Decidir cor num monitor por calibrar, numa sala às escuras, ao fim da noite, é a receita habitual para entregar uma peça verde que ninguém percebe porquê.

Exercício 5 · Animação e infográfico

Tens de animar um infográfico de 20 segundos com estes dados de uma associação cultural:

Ano Espetadores
2023 4 200
2024 5 100
2025 9 800

Descreve a construção da animação (elementos, ordem de entrada, temporizações, curvas) e indica três regras de honestidade dos dados que vais respeitar.

Resposta:

Construção (20 s a 25 fps = 500 fotogramas):

Momento O que acontece Temporização e curva
0–2 s Entra o título "Espetadores por ano" e a fonte, em baixo, corpo pequeno Aparecimento com ease out, 12 fotogramas
2–3 s Entram os eixos e as etiquetas dos anos, da esquerda para a direita Desfasamento de 4 fotogramas entre elementos (stagger)
3–6 s Barra de 2023 cresce de baixo para cima até 4 200 20 fotogramas, ease out (arranca rápido, trava suave)
6–9 s Barra de 2024 cresce; contador numérico sobe em simultâneo Igual, com 6 fotogramas de atraso em relação à barra
9–13 s Barra de 2025 cresce, mais devagar e com ligeira ultrapassagem e recuo 30 fotogramas + overshoot de 3 — dá peso ao número maior
13–16 s Destaque: a barra de 2025 muda para a cor de acento e aparece "+92% face a 2024" Ease in-out, 15 fotogramas
16–20 s Sai o gráfico, entra a chamada à ação e o logótipo Saída com ease in, 12 fotogramas

Decisões de método:

Três regras de honestidade:

  1. O eixo começa no zero. Se começasse em 4 000, a subida de 2023 para 2024 pareceria um salto enorme quando é de 21%. Truncar o eixo é a forma mais comum de mentir com gráficos.
  2. A fonte está visível em ecrã durante toda a peça, em corpo pequeno mas legível ("Fonte: relatório de atividades 2025"). Um número sem origem não é informação, é alegação.
  3. A comparação é proporcional. Se em vez de barras se usarem ícones ou círculos, a grandeza tem de ser representada pela área, não pelo diâmetro — duplicar o diâmetro quadruplica a área e exagera visualmente por um fator de 4.

Nota de contexto: o crescimento de 2024 para 2025 é de 92%. Vale a pena verificar se houve uma causa pontual (um festival, uma edição extraordinária) e dizê-lo. Um número espetacular sem explicação levanta suspeita; um número espetacular com causa constrói credibilidade.

Exercício 6 · Guião de peça multimédia interativa

Uma escola profissional quer um módulo interativo de 15 minutos sobre segurança em laboratório, para alunos do 1.º ano, com avaliação no fim.

Desenha o mapa de navegação e escreve a ficha de dois ecrãs (um de conteúdo, um de avaliação). Indica o que acontece em cada resposta possível.

Resposta:

Mapa de navegação:

[Entrada: "Antes de entrares no laboratório"]
      
      ├─→ [1. Equipamento de proteção] ──→ [Q1: arrastar EPI para a situação]
      
      ├─→ [2. Produtos e pictogramas] ───→ [Q2: identificar pictogramas]
      
      ├─→ [3. O que fazer se correr mal] → [Q3: cenário ramificado]
      
      ├─→ [Glossário]  ← acessível de qualquer ecrã (ícone fixo)
      
      └─→ [Avaliação final: 8 perguntas]
                 ├─ ≥ 75% → [Ecrã de conclusão + comprovativo]
                 └─ < 75% → [Revisão dirigida aos módulos falhados] → repetir

Princípios aplicados: os três módulos podem ser feitos por qualquer ordem (autonomia), mas a avaliação final só desbloqueia depois dos três; o glossário é acessível de todos os ecrãs; todo o nó tem saída, incluindo os ecrãs de resultado; e há sempre indicação de progresso ("Módulo 2 de 3").


Ficha do ecrã 2.3 — conteúdo

Campo Conteúdo
Título Pictogramas: o que cada símbolo te diz
Objetivo Reconhecer os 5 pictogramas mais frequentes no laboratório da escola
Conteúdo Imagem interativa: fotografia real da prateleira de reagentes do laboratório, com 5 pontos sensíveis
Interação Clicar num frasco abre um cartão com o pictograma, o nome do perigo e uma frase do que fazer
Retorno O frasco visitado fica com um visto; contador "3 de 5 explorados"
Regra de avanço O botão "Continuar" só ativa com os 5 explorados (e diz porquê, em vez de estar apenas cinzento)
Acessibilidade Cada ponto navegável por teclado (Tab), com texto alternativo descritivo; nenhuma informação transmitida apenas pela cor do pictograma
Saídas ← Ecrã 2.2 · Glossário · → Q2

Ficha do ecrã Q2 — avaliação

Campo Conteúdo
Título Que perigo é este?
Tipo 5 pares pictograma ↔ significado, por arrastamento
Enunciado "Arrasta cada símbolo para a descrição correta. Podes tentar as vezes que precisares."
Resposta certa O par fixa-se com animação curta (ease) e som discreto de confirmação; o contador sobe
Resposta errada O símbolo volta à origem com um movimento suave (não desaparece nem é penalizado); aparece a pista: "Este símbolo tem que ver com o que acontece à pele, não com o que acontece ao ambiente."
Após 2 erros no mesmo par Abre um cartão de reforço com o conteúdo do ecrã 2.3 e um botão "Voltar a tentar"
Conclusão Com os 5 pares certos: síntese em 3 linhas + botão "Continuar"; regista-se a tentativa para o relatório do formador
Acessibilidade Alternativa por seleção (clicar no símbolo, depois clicar na descrição) para quem não pode arrastar; foco visível; sem limite de tempo
Saídas ← Módulo 2 · → Módulo 3 · Glossário

Decisão pedagógica a assinalar: as respostas erradas não penalizam — reencaminham. Num módulo de segurança, o objetivo é que a pessoa saia a saber, não medir quem já sabia à entrada. A avaliação com nota fica reservada ao teste final.

Exercício 7 · Exportar para três destinos

Terminaste um master 16:9, 3840 × 2160, 25 fps, com narração e música. Tens de entregar: (a) YouTube, (b) reel de Instagram, (c) ecrã mudo em ciclo na receção da empresa.

Indica, para cada destino, os parâmetros de exportação e as alterações de montagem necessárias. E explica porque não podes exportar (b) e (c) a partir do ficheiro já exportado para (a).

Resposta:
(a) YouTube (b) Reel Instagram (c) Ecrã da receção
Resolução 3840 × 2160 (ou 1920 × 1080) 1080 × 1920 1920 × 1080
fps 25 25 25
Codec / contentor H.264 (ou H.265) / MP4 H.264 / MP4 H.264 / MP4
Taxa de dados ~35–45 Mbps (4K) ou 10–12 (1080p) 10–12 Mbps 10–12 Mbps
Áudio AAC 48 kHz estéreo, ≈ −14 LUFS, ≤ −1 dBTP AAC 48 kHz, ≈ −14 LUFS Sem áudio (ou faixa silenciosa)
Duração Versão integral Corte de 30–45 s Ciclo de 20–40 s
Legendas SRT/VTT separado (permite pesquisa e tradução) Gravadas na imagem Cartões de texto grandes

Alterações de montagem, não só de exportação:

Por que não exportar (b) e (c) a partir de (a): o ficheiro (a) já é uma versão comprimida com perdas. Comprimir outra vez a partir dele acumula degradação (recompressão em cascata) — artefactos em zonas de gradiente, contornos sujos no texto e ruído nas sombras. Além disso, no caso (b) o reenquadramento a partir de um 1080p exportado obrigaria a ampliar a imagem, com perda visível de nitidez, enquanto a partir do master 4K o recorte é feito sem qualquer perda de resolução. Regra geral: todas as saídas nascem do master, nunca umas das outras.

Exercício 8 · Segurança, ambiente e qualidade

Vais coordenar uma rodagem de um dia numa serralharia em funcionamento, com dois operadores a trabalhar em máquinas, filmagem em exterior junto à via de acesso, e uso de drone para um plano aéreo do pavilhão.

Elabora: (a) uma avaliação de riscos com cinco riscos e as medidas correspondentes; (b) três medidas ambientais; (c) a checklist de qualidade de entrega.

Resposta:

(a) Avaliação de riscos

Risco Onde Medida de prevenção
Projeção de partículas / faíscas (rebarbadora, soldadura) Junto às máquinas Óculos de proteção para toda a equipa, não só para os operadores; nunca filmar de frente para a linha de projeção; máscara de soldadura ou filtro para quem filma soldadura; distância mínima acordada com o responsável
Ruído acima do limite de exposição Pavilhão Protetores auriculares para a equipa; entrevistas deslocadas para sala anexa; o operador de som usa auscultadores fechados, com atenção ao nível de monitorização
Tropeçamento em cabos Zonas de passagem e junto às máquinas Cabos fixos com fita de palco ou passa-cabos, encaminhados pelas paredes, nunca a cruzar corredores de circulação de material; extensões com proteção diferencial
Atropelamento na via de acesso Exterior Coletes refletivos, um elemento da equipa dedicado a vigiar o trânsito (não filma nem opera), câmara nunca montada na faixa de rodagem, autorização prévia ao responsável do estaleiro
Queda de drone sobre pessoas Sobrevoo do pavilhão Operação em conformidade com as regras da ANAC e do regulamento europeu: operador registado, categoria adequada, distâncias mínimas a pessoas não envolvidas, verificação de zona não interdita, seguro válido. Ninguém sob a trajetória; voo com a produção parada em terra; verificação prévia de vento e bateria; plano de aterragem de emergência

Regras transversais: briefing de segurança de 10 minutos com toda a gente antes de começar; identificação de um responsável de segurança da equipa e do interlocutor da serralharia; contactos de emergência afixados; cumprimento integral dos EPI da instalação (nós somos visitantes, as regras são deles); ninguém filma de costas para máquinas em funcionamento.

(b) Medidas ambientais

  1. Agrupar deslocações e material. Uma única viagem com todo o equipamento, e toda a rodagem (institucional, verticais e fotografias) feita no mesmo dia, em vez de três visitas. É a medida com maior impacto real.
  2. Iluminação LED em vez de tungsténio: consumo muito inferior, menos calor num pavilhão já quente, e menor carga elétrica numa instalação industrial. Baterias de lítio carregadas sob vigilância; unidades danificadas ou inchadas retiradas de serviço e encaminhadas para recolha de pilhas e acumuladores, nunca lixo comum.
  3. Gestão de resíduos e de dados. Equipamento avariado encaminhado para o circuito REEE; sem descartáveis no catering; e, do lado digital, arquivo com critério — guardar o master, os brutos selecionados e o projeto, e não catorze exportações quase iguais. Armazenar e transferir também consome energia.
  4. (Extra) Deixar o local como se encontrou — é a condição elementar de voltar a ser autorizado.

(c) Checklist de qualidade de entrega