Ficha 02 · Diagnóstico, medição e ensaio da injeção diesel
Exercício 1 · Método de diagnóstico
Ordena os passos de um diagnóstico correto:
reparar e ensaiar · verificar o óbvio (filtro, água, fugas) · ler DTC + freeze frame · formular e testar hipóteses · ouvir o cliente e reproduzir o sintoma · apagar DTC e confirmar que não voltam
Resposta:
Exercício 2 · Pressão de rail real vs. alvo
Em carga, o live data mostra alvo 1600 bar mas real 900 bar, e o motor entra em emergência. Indica três hipóteses a testar, por ordem, e o teste que as confirma.
Resposta:
Exercício 3 · Teste de retorno (leak-off)
Explica como se faz o teste de retorno dos injetores e o que significa um caudal muito desigual entre cilindros.
Resposta:
Exercício 4 · Forma de onda do injetor
O osciloscópio mostra, no comando de um injetor solenoide, um pico seguido de um patamar. Explica o que é cada parte.
Resposta:
Exercício 5 · Sintomas → causa
Associa cada sintoma à causa mais provável:
a) Não arranca a frio b) Fumo preto c) Fumo branco/azul a frio d) Trepida ao ralenti
- Injetor com retorno alto ou código IQA errado
- Velas de pré-aquecimento fracas
- Excesso de gasóleo / MAF a mentir / EGR entupido
- Injetor com fuga / velas fracas / timing de injeção
Resposta:
Exercício 6 · Medição com multímetro
Indica o valor de referência aproximado e o que uma leitura muito diferente pode significar:
a) Resistência do solenoide de um injetor b) Resistência de uma vela de pré-aquecimento
Resposta:
Exercício 7 · Filtro e qualidade do gasóleo
Explica por que um filtro de gasóleo esgotado ou água no decantador podem causar avarias graves num common rail (em especial com bomba CP4).
Resposta:
Exercício 8 · Ensaio final e registo
Após reparar, que verificações fazes antes de entregar o carro, e o que registas no sistema oficinal?
Resposta: